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Proposta reduz custos à Assembleia Legislativa

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Foto: Fablício Rodrigues

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Secretaria de Comunicação Social

A transformação digital provoca mudanças em todos os setores e a administração pública não está excluída desse processo. Mudanças podem otimizar o serviço prestado à sociedade com transparência e mais qualidade. Pensando nisso, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso apresentou o Projeto de Lei 448/2019, criando a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) na estrutura organizacional do Legislativo.

A nova estrutura não vai agilizar apenas a transparência das informações, mas gerar economia financeira aos cofres da Assembleia Legislativa. De acordo com a proposta, a STI ficará subordinada a 1ª Secretaria que hoje, primeiro biênio 2019/2020 da 19ª Legislatura, está sob a responsabilidade do deputado Max Russi (PSB).

Segundo a presidente em exercício, deputada Janaina Riva (MDB), a nova estrutura vai representar uma redução de custos equivalente a cerca de R$ 3 mil/mês para a Assembleia Legislativa. A economia decorre da extinção de alguns cargos, a partir da criação da nova secretaria. Com a nova estrutura, a STI passa a ter seis cargos que serão ocupados por 10 servidores. O custo mensal ficará em R$ 82.781,60.

“A nova estrutura vai dar mais celeridade aos processos da Casa, diminuindo as atribuições da Secretaria de Administração e Patrimônio, que está abarrotado de processos que precisam de licitação, e representar uma economia direta de R$ 3,1 mil e espero que dê maior economia no futuro para a Casa”, disse Janaina Riva.

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A estrutura atual da coordenadoria de informática é formada por sete cargos, que são ocupados por 13 servidores. Hoje, a remuneração geral é de R$ 86.050,95. A economia que pode ser gerada ao Parlamento estadual todos os meses é de R$ 3.269,35.

A nova composição funcional da STI, de acordo com a proposta, está formatada com: um secretário, um supervisor de tecnologia e informática, um gerente de atendimento, um gerente de infraestrutura e desenvolvimento, três assessores técnicos em tecnologia da informação, dois assessores adjuntos em tecnologia da informação e um assistente em tecnologia da informação.

Outra mudança definida no projeto de lei é a alteração de cargos na Secretaria de Administração e Patrimônio. Os sete cargos existentes serão ocupados por 24 servidores. Com a aprovação da STI, o Poder Legislativo passa ter em seus quadros funcionais sete secretários. O subsídio mensal de cada um é da ordem de R$ 18.250,90.

Exoneração

O Diário Oficial Eletrônico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso publicou hoje (10) a exoneração de nove servidores do exercício de cargo em comissão, lotados na Secretaria de Serviços Legislativos, sendo três do cargo de Taquígrafo Revisor e seis  do cargo de Taquígrafo Legislativo.

De acordo com o DOE, o desligamento do quadro funcional da Assembleia Legislativa é a partir de hoje (10). A remuneração do taquígrafo revisor é de R$ 9.996,09, mais R$ 950 de auxílio-alimentação, totalizando o montante R$ 10.946,09 por mês.

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Já o vencimento do taquígrafo legislativo é da ordem de R$ 8.073,75. O salário é acrescido com o auxílio-alimentação de R$ 950, gerando um total de R$ 9.023,75.

O taquigrafo é quem registra, por exemplo, tudo o que acontece durante as sessões ordinárias, audiências públicas, reuniões de comissões permanentes, das comissões parlamentares de inquéritos.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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