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Mato Grosso

Novo laboratório da Metamat irá classificar e qualificar pedras preciosas

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O laboratório gemológico da Companhia Matogrossense de Mineração (Metamat) já está funcionando e agora, a autarquia tem condições técnicas de qualificar e classificar pedras coradas coletadas no estado. O próximo passo é conseguir emitir o certificado, o que agregará valor ao produto mineral na hora da comercialização. A expectativa da diretoria é estar habilitada a emitir o documento em breve.

De acordo com o presidente da Metamat, Juliano Jorge Boraczynski, a companhia está elaborando uma proposta de projeto de lei que regulamente a certificação para ouro e pedras coradas. “Técnicos estiveram em Minas Gerais e encontros de mineração com a finalidade de pesquisar como os outros produtores conseguem formalizar um selo de pureza, o que sem dúvida atesta a qualidade e ainda facilita o acesso aos mercados”.

Segundo o geólogo da Metamat, Wanderlei Magalhães Resende, este processo é importante porque algumas pedras aparecem na natureza misturada a outras e existem casos onde a definição só pode ser assertiva com equipamentos específicos. Com o uso de lentes ou ao olho nú, o comprador não consegue confirmar de que pedra se trata e por receio de levar algo diferente da expectativa, ou desiste da negociação, ou paga muito pouco ao garimpeiro.

Um dos exemplos clássicos apresentados pelo geólogo é a turmalina e a esmeralda. Ambas pedras com valor comercial, porém uma é muito mais cara que outra. “É um avanço este trabalho e vale ressaltar que em outros estados, onde existem pólos joalheiros, as universidades e unidades públicas usam o pagamento de serviços geológicos como este para custear qualificações e fazer investimentos”.

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O responsável pelas atividades no laboratório será o geólogo Natã José de Franca. Ele é formado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), participou de cursos de capacitação da Metamat, entre eles o de lapidação, e neste processo, se interessou pelo estudo das gemas, que está aperfeiçoando no mestrado que cursa atualmente.

Ele relata que todos equipamentos da sala custaram cerca de R$ 60 mil e incluem microscópios com câmera, polariscópio de mesa, dicroscópio calcita, refratômetro e outros mais. Materiais suficientes para atender as capacitações e ainda os serviços que forem solicitados pela iniciativa privada.

O projeto

Mais que o laboratório, o projeto de desenvolvimento do setor mineral inclui a formação de mão de obra e estruturação de associações, que serão o berço de formações de pólos joalheiros em Mato Grosso. Desde 2010, importantes ações estão sendo desenvolvidas para criação de um ambiente frutífero de negócios. Entre elas, está a formação dos lapidários. Ao todo, foram cerca de 150 profissionais capacitados.

A ideia é fazer com que estas pessoas sejam multiplicadoras em suas regiões. Uma força de trabalho apta a transformar pedras aparentemente sem valor em joias e assim, estimular o mercado.

Gabriel Barros, 20, por exemplo, é um dos acadêmicos que estavam em busca de uma vaga no curso. Ele conseguiu depois de pleitear por seis meses e pretende atuar na área, que na avaliação dele é promissora.

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Segundo o aluno, ele aprende muitos nas aulas. No rol de conhecimentos adquiridos está a identificação de gemas e todas etapas do processo de fabricação. Uma trajetória árdua que inclui 3 semanas de aula em regime integral, além horas adicionais para treino. “ A parte mais difícil é facetar. Precisamos ser muito precisos para ficar bonito”.

Já Fábio Boraska, 50, tem interesse em abrir um negócio de pedras coradas em Alta Floresta. Ele é de lá e enxerga na atividade uma oportunidade rentável. “Eu já vi espaços para comercialização de pedras em vários estados e aqui, não temos. Minha ideia é fazer pequenas vitrines nos hotéis e tentar vender para outros países. Acredito que deve ser lucrativo porque muitos compradores internacionais veem para o Brasil em busca das pedras coradas e levam baratinho por estarem brutas”.

Completando a cadeia

Depois dos cursos de lapidação, a Metamat vai passar as qualificações de designer e ourives para assim, Mato Grosso ter todos profissionais da cadeia de fabricação de joias. Eles são selecionados conforme a região e a aptidão do interessado. “Não podemos investir em quem não irá contribuir com a formatação dos distritos mineiros”, explica que geólogo da Metamat Wanderlei Magalhães Resende.

Os locais onde serão instalados os primeiros distritos foram selecionados conforme o potencial de cada município, dando prioridade aos remanescentes do garimpo, tendo em vista que muitas pedras coradas eram descartadas no processo rudimentar adotado na extração de ouro e diamantes antigamente. “Queremos uma nova história para a mineração em Mato Grosso. Diferente dos ciclos de ouro e diamante, vamos construir uma estrutura sólida que permita a riqueza ficar aqui”.

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As cidades que serão precursoras do projeto são Araguainha, Ponte Branca e Juína. A primeira foi escolhida devido ao material inédito encontrado lá, onde caiu um meteoro no período dos dinossauros. Como resultado do impacto, as pedras adquiriram características específicas, que podem ser um diferencial.

Em Juína, o foco está no Zircão de Juína. Uma pedra única da região e que tem um grande potencial para a indústria de joias.

Mato Grosso

Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

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Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A Nova Rota do Oeste informa que fará, a partir desta quinta-feira (27.08), o fechamento de um retorno localizado no km 265,4 da BR-364, em São Pedro da Cipa. O dispositivo está situado antes do desvio de tráfego implantado para a continuidade das obras de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio São Lourenço, localizada no km 266,7 da rodovia.

A medida é necessária para garantir a segurança viária na região, uma vez que motoristas estão realizando conversões irregulares no dispositivo, o que pode ocasionar sinistros.

Com o fechamento do retorno, as manobras poderão ser realizadas nos seguintes pontos:

  • Km 266 da BR-364: para quem viaja no sentido Cuiabá/Rondonópolis e precisa retornar;
  • Km 264 da BR-364: para quem viaja no sentido Rondonópolis/Cuiabá e precisa acessar a pista no sentido oposto.

Outras alterações no local

Conforme a programação da Nova Rota do Oeste, a pista Norte (sentido Cuiabá) será totalmente interditada em um trecho de 500 metros, entre os km 266,8 e 267,4, e o fluxo de veículos será desviado para a pista Sul (sentido Rondonópolis), que passará a funcionar em mão dupla pelo período estimado de 30 dias.

Durante esse período, o acesso da estrada vicinal à BR-364 no sentido Cuiabá, localizado no km 266,3, permanecerá fechado por questões de segurança. Os usuários e moradores das imediações deverão utilizar a estrada vicinal e acessar a rodovia pelo km 264,2, também no sentido Cuiabá. A sinalização foi implantada para orientar sobre o fechamento do acesso e o direcionamento do tráfego.

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A alteração é necessária para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra, além de permitir o avanço da recuperação da ponte, que entra na etapa de concretagem dos reforços das vigas longarinas no sentido Norte. O serviço exige um período adequado para a cura do concreto.

A Nova Rota do Oeste orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelo trecho, respeitando a sinalização e os limites de velocidade estabelecidos.

Se precisar, chame a Nova Rota – Para obter informações em tempo real sobre condições de tráfego, intervenções na rodovia, condições climáticas, entre outras situações no trecho sob concessão da BR-163, entre em contato com a Concessionária Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, que também funciona no WhatsApp. A central de atendimento funciona 24 horas. Neste canal de comunicação, também podem ser acionados todos os serviços oferecidos pela Nova Rota aos motoristas que estão na rodovia, como atendimento operacional, socorro médico e mecânico.

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Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)

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No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.

A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.

O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.

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A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.

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Empresários do setor da construção visitam o mais moderno centro de segurança do trabalho da América Latina

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Foto-Assessoria

Na tarde desta quinta-feira (13/08), um grupo de empresários associados ao Sindicato das Indústrias da Construção da Região Sul do Estado de Mato Grosso (Sinduscon Sul MT) realizou uma visita técnica e de imersão no recém-inaugurado Sesi Experience – Centro Avançado de Segurança do Trabalho, localizado em anexo às dependências da sede do Serviço Social da Indústria de Rondonópolis.

Antes do tour técnico, os associados participaram de uma breve palestra sobre os detalhes e o potencial de aprendizado do CT, que recebeu um investimento total de 12 milhões de reais. Na sequência, eles seguiram para o centro, onde passaram por experiências que simulam situações reais de acidentes de trabalho e momentos críticos.

Para o gestor regional de Saúde e Segurança do Trabalho do Sesi Mato Grosso, Márcio Alves, este foi o primeiro grupo de empresários a realizar a imersão no centro avançado. “Eles puderam presenciar toda a tecnologia voltada para a segurança do trabalho. Os equipamentos proporcionam uma imersão do trabalhador ao utilizar de forma correta tanto os equipamentos de proteção coletiva quanto os de proteção individual”, explicou.

Ainda segundo Márcio Alves, esses cenários e equipamentos fazem com que se mude o formato e a abordagem do trabalhador quanto à importância de prevenir a sua saúde e a sua segurança. “Aqui o foco é trazer essa experiência, onde o trabalhador vai poder fazer a utilização de forma correta do equipamento de segurança individual e voltar para sua rotina, na qual ele vai conseguir utilizar da melhor forma possível esse equipamento, fazendo uma imersão nesse ambiente saudável e seguro”, finalizou.

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O engenheiro civil e proprietário da empresa Plano Sul, Rafael Francisco Lopes Machado, foi um dos associados que fizeram a visita técnica ao Sesi Experience. “Foi uma experiência incrível, acredito que fora do normal. Nunca vi algo parecido, porque existe de fato uma imersão e é possível vivenciar situações em que sentimos estar passando pelo risco e aprendemos como não passar por eles na vida cotidiana e na operação da obra”, destacou.

Sesi Experience — O maior centro de treinamento em Saúde e Segurança do Trabalho da América Latina e o primeiro do Brasil, o Sesi Experience, fica em Rondonópolis. O complexo tem a missão de transformar a forma como as empresas capacitam seus trabalhadores, reunindo treinamentos que vão desde instalações elétricas e espaços confinados até o trabalho em altura. Para isso, utiliza tecnologia coreana imersiva para reproduzir situações reais de risco sem expor os participantes ao perigo. Idealizado pelo Sesi MT, a estrutura permite que o colaborador vivencie cenários críticos, aprenda a identificar riscos e adote os procedimentos corretos de segurança em um ambiente totalmente controlado.

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