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Programa de Atenção a Saúde Mental é apresentado a Polícia Civil

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 Assessoria | PJC-MT

O Programa de Atenção a Saúde Mental e Acompanhamento Psicossocial foi apresentado à Diretoria da Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (28.05). O novo Programa, que ainda está na fase de implantação, foi desenvolvido pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) em parceria com órgãos estaduais.

Na Polícia Civil, o Programa será realizado pela Equipe Psicossocial da Gerência de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança (Gadss), da Coordenadoria de Gestão de Pessoas.  

Segundo o Coordenador de Saúde e Segurança no Trabalho da Seplag, Flávio Jabra Peixoto, o programa de atenção a saúde mental foi pensado devido ao elevado número de afastamentos por CID F (Classificação Internacional de Doenças – Transtorno Mental e Comportamental) dos servidores do Estado de Mato Grosso.

“Foi constatado que 25% das licenças para tratamento de saúde eram por CID F. Devido a esta necessidade a Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Seplag criou e vem viabilizando o desenvolvimento deste programa em diversas secretárias do Estado.

O Programa tem como objetivo principal identificar os principais fatores no ambiente de trabalho que estejam provocando mal-estar e sofrimento aos servidores, visando o desenvolvimento de ações interventivas para a sua redução ou eliminação e desta forma favorecer um ambiente de trabalho salutar que contribua para a promoção, proteção e prevenção de saúde psíquica e capacidade laboral.

Etapas do Programa

O Programa de Atenção a Saúde Mental possui três eixos de atuação, sendo o primeiro eixo o Diagnóstico Situacional que visa conhecer o ambiente e as condições de trabalho que possam provocar riscos à saúde psíquica dos servidores visando propor plano de intervenção para eliminá-los ou amenizá-los.

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A partir desse diagnóstico será feita a sensibilização para importância do programa; aplicação da pesquisa de análise situacional do ambiente de trabalho e percepção da saúde psíquica dos servidores com relação aos fatores de riscos influenciados pelas condições de trabalho; análise dos dados e elaboração do relatório e devolutiva aos servidores.

O segundo eixo é a Promoção e Proteção à Saúde e a Prevenção de Riscos, cujo objetivo é promover e proteger a saúde, prever riscos, acompanhar a recuperação dos servidores visando à diminuição dos agravos.

O procedimento será planejar ações fundamentadas no diagnóstico situacional que contribuam com melhores condições de trabalho.

O terceiro e último eixo é o Monitoramento das Ações dos Programas, ou seja, acompanhar as ações executadas em cada eixo e após esse monitoramento, ficará a cargo da Comissão Central de Saúde e Segurança no Trabalho (CCSST) fornecer apoio a implantação das ações propostas no programa à equipe multiprofissional de cada órgão ou entidade, fornecendo orientações e sugestões, caso seja solicitado.

Caberá a equipe profissional do Comitê Setorial de Saúde e Segurança no Trabalho – CSSST preencher a planilha eletrônica, elaborar os gráficos e relatório das ações desenvolvidas e encaminhar cópia à Comissão Central de Saúde e Segurança no Trabalho da SGP/SEPLAG semestralmente.

Acompanhamento Psicossocial

O Processo visa contribuir com um atendimento qualificado das demandas trazidas pelo servidor, pela instituição e em casos mais específicos do servidor afastado por licença médica, na tentativa de proporcionar um ambiente saudável, evitar um afastamento prolongado ou uma precoce aposentadoria por invalidez do servidor.

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Tipos de Demanda: Afastamento para Tratamento de Saúde a ser homologado pela Perícia Médica; Servidores afastados por LTS com diagnóstico de Saúde Mental; Demanda Espontânea de Servidores, Demanda Institucional, Termo de Ajustamento de Conduta – TAC; Acidente de Trabalho; Acompanhamento de Retorno ao Trabalho (reinserção), Servidores em processo de aposentadoria por invalidez.

Palestra

No dia 05/06 acontecerá no auditório da Diretoria Geral da PJC a palestra com o tema “Minha cabeça não manda em mim”, que será ministrada pelo Psicólogo Douglas Luiz Rocha de Amorim, para a divulgação do programa de atenção a saúde mental.

 

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Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.

O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.

A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.

A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.

O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

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GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS

Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.

No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas -

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

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Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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