Política MT
AL vai discutir propostas para o transporte coletivo de Cuiabá
Foto: RONALDO MAZZA / ALMT
Por iniciativa do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), a Assembleia Legislativa realiza no dia 25 de junho, às 14h no Auditório Milton Figueiredo, uma audiência pública para discutir o transporte coletivo de Cuiabá.
Já foram convidados representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB), AGER (Agência Estadual de Regulação os Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso) e da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Logística (SILOG).
A Constituição de 88 exige licitação pelo poder público para contratação de empresas que venham operar no sistema de transporte coletivo. Porém, durante os últimos anos a Prefeitura de Cuiabá firmou apenas TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público Estadual se comprometendo a realizá-la, porém, jamais foi concretizada.
Atualmente, a tarifa custa R$ 4,10, uma das mais elevadas do país. Nos últimos, a população de Cuiabá e Várzea Grande alimentou a expectativa de que a conclusão das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) viesse a ser concretizado. Porém, mesmo com investimento superior a R$ 1 bilhão, não há perspectiva alguma de conclusão.
A ideia da discussão a respeito do transporte coletivo, de acordo com a justificativa do requerimento, é verificar a possibilidade de políticas que venham a contribuir com a melhoria do sistema, uma vez que, investimentos pelo poder público têm sido revelados insuficientes para atender a demanda crescente da população.
“A cobertura dos custos vem ficando cada vez mais difícil e iníqua, na medida em que a tarifa vem aumentando acima da inflação, afetando muito os usuários que não recebem o vale-transporte. Além disso, aumentou a concessão de gratuidades e descontos, que são pagos pelos demais usuários, a maioria de baixa renda”, diz um dos trechos.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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