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Mato Grosso

Alunos das Escolas Estaduais Dom Pedro II são destaques no 3º Jogos dos Estudantes Militares

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Os estudantes das cinco unidades da Escola Estadual Militar Dom Pedro II, em Mato Grosso, foram destaques na 3ª edição dos Jogos dos Estudantes Militares da Rede Estadual de Ensino. Eles conquistaram as melhores posições na classificação geral da competição, alcançando vitórias em diversas modalidades esportivas.

Entre as principais conquistas estão a da Escola Estadual Militar Dom Pedro II Deputado Norberto Schwantes (em Barra do Garças) e a Presidente Médici (em Cuiabá), que garantiram o 1º e o 2º lugar, respectivamente, na classificação geral.

As escolas Dom Pedro II André Antônio Maggi (em Rondonópolis), 2º Tenente BM Kleiber Rodrigues Alves (em Colíder) e Vitória Furlani da Riva (em Alta Floresta) também se sobressaíram, ocupando o 5º, 7º e 10º lugares no ranking geral.

O excelente desempenho reflete o talento e o comprometimento dos estudantes das escolas militares Dom Pedro II, que participaram da competição com 140 alunos disputando modalidades como ordem unida com corneta, corrida pega-ladrão, natação, cabo-de-guerra, xadrez, robótica e cubo mágico.

Legenda: Estudantes de Cuiabá

No total, 28 escolas estaduais militares de 23 cidades de Mato Grosso marcaram presença nos Jogos dos Estudantes Militares, que reuniu aproximadamente 800 estudantes. O evento ocorreu entre os dias 15 e 17 de novembro, em Lucas do Rio Verde.

Campeões

Para o diretor da Escola Estadual Militar Dom Pedro II Deputado Norberto Schwantes, coronel BM Willckerson Adriano Cavalcante, a vitória dos estudantes é reflexo do comprometimento com os valores de disciplina e dedicação que a instituição preza. Além disso, é o resultado de esforço, treinamento e trabalho em equipe, que envolveram estudantes, professores, direção e familiares, todos fundamentais para o sucesso alcançado.

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“O desempenho de nossos alunos é motivo de grande orgulho para todos nós. É fruto da sinergia que temos na escola, da maneira como interagimos com os alunos e descobrimos o potencial de cada um. Esses jogos não são competições estudantis tradicionais. São eventos em que precisamos identificar entre nossos estudantes aqueles cujos perfis mais se alinhavam aos requisitos exigidos. Nossa equipe foi capaz de identificar e ler as habilidades de cada aluno”, explicou o coronel.

Legenda: Estudantes de Barra do Garças

Essa seleção cuidadosa dos estudantes resultou em uma performance admirável, com a escola conquistando um total de 48 pontos. As modalidades de corrida pega-ladrão e cabo-de-guerra se destacaram, evidenciando a força, a estratégia e a coordenação dos alunos. Tudo isso foi acompanhado de perto pela equipe de bombeiros militares e pelos professores de educação física da escola, que estiveram presentes durante os jogos.

“Sempre incentivamos o esporte como uma ferramenta preventiva e profilática, afastando os alunos das influências negativas. Ganhar os jogos foi uma surpresa, pois não conquistamos os primeiros lugares em várias modalidades. No entanto, conseguimos somar pequenos bons resultados em todas as disputas, o que nos levou à vitória. Aqui, temos a tradição da força de vontade. Sempre que competimos, conseguimos destaque graças ao espírito de união e colaboração que cultivamos”, afirmou o coronel.

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Ao retornarem para casa, os estudantes foram calorosamente homenageados na escola, em reconhecimento ao esforço, à dedicação e aos resultados alcançados. A homenagem destacou não apenas as conquistas individuais, mas também o espírito de parceria e superação que marcou a jornada.

Além de ser uma celebração ao talento esportivo, os Jogos dos Estudantes Militares promoveram a integração entre as escolas militares e o fortalecimento do vínculo entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Também apoiaram as Secretarias de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec), além da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Veja o quadro geral dos 10 primeiros colocados:

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros contém princípio de incêndio em caminhão baú na BR-449

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na manhã deste sábado (31.1) para atender uma ocorrência de princípio de incêndio em um caminhão baú na BR-449, em Lucas do Rio Verde (a 332 km de Cuiabá).

A equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada por volta das 9h e se deslocou prontamente ao endereço indicado. Segundo informações, o fogo teve início próximo ao motor do veículo, possivelmente ocasionado por um curto-circuito.

No local, os bombeiros militares realizaram o combate às chamas utilizando aproximadamente 500 litros de água, conseguindo evitar que o incêndio se alastrasse para o restante da estrutura do caminhão. Não houve registro de vítimas, sendo constatados apenas danos materiais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Oficinas promovem construção participativa de plano de educação ambiental voltados ao uso da água

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com a Fundação CSN, concluiu nesta sexta-feira (30.1) a programação de oficinas para construção participativa do plano de educação ambiental e proteção dos recursos hídricos realizadas nos municípios de Diamantino e Tangará da Serra. Cerca de 60 pessoas participaram das discussões nos dois municípios.

De acordo com a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho, a programação começou na quarta-feira em Diamantino, com uma oficina para construção coletiva do Programa de Educação Ambiental (PEA) para fortalecimento do cuidado com as águas das cabeceiras do rio Paraguai, em Mato Grosso.

Na sexta-feira (30), a programação foi realizada em Tangará da Serra, em parceria do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba. Gestores públicos e representantes da sociedade civil discutiram a elaboração do Plano de Educação Ambiental em Recursos Hídricos (PEA-PRH) das Unidades de Planejamento e Gerenciamento do Alto Paraguai Médio e Alto Paraguai Superior.

“É muito importante nós mudarmos a nossa relação com a natureza e com a proteção das nossas águas, afinal é dela que emerge toda a nossa vida. Essa construção conjunta é extremamente necessária, pois são as pessoas que residem nas comunidades envolvidas que entendem as necessidades, sonhos, vontades e dificuldades do território”, destacou a superintendente.

O presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba, Ibrahim Fantin, ressaltou que a elaboração do plano de educação ambiental atende a um anseio antigo do grupo. “Essa é uma ação extremamente importante. O planejamento possibilitará a definição das ações, os pontos que precisam ser atacados e também os atores que precisam ser envolvidos para atingirmos o maior público possível. Queremos que a educação ambiental seja inclusiva para que possamos mobilizar e somar esforços para a gestão compartilhada dos recursos hídricos”, afirmou.

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O próximo passo, conforme a Superintendência de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, será a realização de um seminário em Cuiabá com a participação dos membros dos Comitês de Bacia Hidrográfica dos rios Cabaçal, Sepotuba e Alto Paraguai Superior para lançamento do plano. O evento deve acontecer no segundo semestre de 2026.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Estudo avalia a eficiência do uso de luzes forenses na detecção de hematomas em pessoas negras

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Um artigo científico, escrito com a colaboração do médico-legista Willer da Cruz Zaghetto, da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec), avaliou a eficiência do uso de luzes forenses na visualização de hematomas em pessoas negras.

O estudo, publicado na revista “Perspectivas em Medicina Legal e Perícias Médicas”, da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícia Médica, leva em consideração a dificuldade dos legistas em visualizar os hematomas, lesões arroxeadas na pele, em pessoas negras, utilizando a luz comum.

Conforme a realidade retratada por Willer no artigo, a maioria das vítimas de violência doméstica no Brasil é composta por mulheres negras, idosos negros ou pessoas LGBTQIAPN+ negras. Contudo, em muitos casos, a caracterização de hematomas nessas vítimas é difícil, o que pode resultar em laudos falsos negativos.

Isso porque um hematoma é o sangue extravasado na pele após um impacto, habitualmente causado por agressão física. Para visualizar esse tipo de lesão, é preciso que haja contraste entre a área lesionada e a circundante, pois, se as duas possuírem a mesma coloração, o que geralmente ocorre em pessoas negras, dificilmente será possível fazer a distinção entre elas com o uso da luz comum.

Esta condição pode levar a equívocos em diagnósticos, além de dificultar a determinação do mecanismo que causou o hematoma.

“Se a lesão não é identificada no atendimento inicial, registra-se falsamente a ausência de lesões. Esse erro contamina a investigação e o processo criminal, além de gerar subnotificação de casos de violência. O objetivo central do trabalho é mitigar esse viés racial de diagnóstico e efetivar o princípio constitucional da equidade no sistema médico-legal”, destacou Willer.

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Para contornar esse problema, Willer sugere o uso de luzes forenses, como luz ultravioleta, branca ou azul, que são usadas por peritos para tornar vestígios biológicos invisíveis a olho nu (sangue, sêmen, urina ou saliva) visíveis, em uma cena de crime.

“É um orgulho falar dessa publicação, que é inédita não apenas no Brasil, mas na língua portuguesa. Apresenta uma proposta pioneira para o país, que é a utilização das luzes forenses como mecanismo de triagem nas lesões em pessoas negras – as mais acometidas pela violência. Com isso, buscamos mitigar a cegueira diagnóstica existente e nos aproximar dos padrões internacionais de qualidade. É a ciência a favor da equidade”, pontuou o legista Willer Zaghetto.

O estudo propõe a criação de protocolos nacionais que validem e padronizem o uso de Fontes de Luz Alternativa (ALS) como protocolo de triagem pericial no Brasil, além de destacar que seu uso permite maior detalhamento, contraste e extensão nas lesões em comparação com sua aparência sob luz comum.

O artigo recebeu o título de “Luzes Alternativas na Prática Médico-Legal: Fundamentos para a Padronização da Triagem e Promoção da Equidade Racial” – clique aqui para lê-lo na íntegra.

Fonte: Governo MT – MT

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