Política MT
Após cobrança, Defensoria Pública assegura retomar trabalhos em Juscimeira e Dom Aquino
Foto: JOSÉ MARQUES
Os trabalhos das defensorias públicas de Juscimeira e Dom Aquino poderão ser retomados nos próximos meses, após cobrança do deputado Max Russi (PSB), realizada nessa segunda-feira (7). A informação foi repassada ao parlamentar pelo defensor público geral, Clodoaldo Aparecido Gonçalves, e pelo diretor geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Rodrigo de Arruda Sá.
As defensorias de ambos os municípios estão com as atividades interrompidas, dificultando o acesso da população, que necessita desse tipo de serviço. No caso de Dom Aquino, as demandas não são mais atendidas no município há quase um ano.
“Os trabalhos estão sendo direcionada à Defensoria Pública de Jaciara, que fica a 28 quilômetros de Dom Aquino. Um verdadeiro transtorno para quem precisa desse atendimento. Por isso, fui pessoalmente fazer essa cobrança”, justificou Russi.
Já no caso de Juscimeira, conforme o prefeito Moisés dos Santos, são mais de 4 meses sem a prestação do serviço, que também precisa ser redirecionado para a Defensoria Pública da cidade vizinha.
“A alegação principal da paralisação é devido à falta de pessoal. Eu fico numa boa expectativa quanto a essa gestão do deputado Max junto à Defensoria do Estado, para que assim possamos retomar esse trabalho de justiça social”, ressaltou.
O deputado Max Russi considera o atendimento das defensorias públicas de extrema importância e garantiu acompanhar os encaminhamentos até que a assistência jurídica dos municípios seja retomada.
“Os maiores prejudicados são justamente às pessoas com menor poder aquisitivo, que não podem pagar a um advogado particular. Muitas acabam tendo gastos extras, para se dirigir até outra cidade que tenha uma defensoria e ainda correm o risco de ficarem desassistidas”, complementou.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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