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Aprosoja e Bombeiros realizam concurso de redação com alunos da rede pública
Aprosoja e Bombeiros realizam concurso de redação com alunos da rede pública
Para construir novos multiplicadores de prevenção
17/09/2019
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) em parceria com o batalhão do Corpo de Bombeiros de Barra do Garças (distante 516 km da Capital), realizou um concurso de redação entre alunos de escolas públicas municipais da cidade com o tema “Queimadas e seu impacto para saúde da população mato-grossense”. Objetivo foi incentivar os alunos a buscarem conhecimento, conscientizar sobre as consequências de acidentes com fogo e construir novos multiplicadores de prevenção.
Cem crianças disputaram os prêmios de primeiro, segundo e terceiro lugar. A redação da aluna Nicole Nunes de Moura Prazer, da Escola Dona Delice Farias dos Santos, foi a número um do concurso. No texto ela destacou as inúmeras doenças advindas das queimadas como “infecções no sistema respiratório, causando asma e bronquite”.
Já na segunda colocação ficou a estudante Thayná Santos Izidoro, matriculada na escola Helena Esteves. Na produção, elencou as consequências do enfrentando às queimadas na floresta amazônica. E o terceiro prêmio ficou com Emonikelly Mingoti da escola Waldiza Rêgo, que apresentou inúmeros dados, que citam Mato Grosso como campeão em focos de queimadas. Os três levaram pra casa, igualmente, uma bicicleta e R$ 100 em dinheiro.
Um dos responsáveis pela ação, o Tenente Batista, Comandante da 1ª Companhia Independente de Bombeiros Miliar, disse que se sentiu realizado com o concurso e tudo correu dentro do previsto. “A partir de agora, temos nesses alunos multiplicadores da educação ambiental e a certeza de que a prevenção contra as queimadas ganhou força no dia de hoje”, disse.
Gerente de sustentabilidade da Aprosoja Mato Grosso, Marlene Lima afirmou que a conscientização precisa acontecer desde a infância e que além de serem novos defensores do meio ambiente, através de mudança de hábitos, as crianças irão conscientizar toda família. “É desde de pequenos que aprendemos o certo e o errado, então a realização desse concurso foi um incentivo ao aprendizado, bem como de aumentar o número de agentes que cuidam do meio ambiente”, pontuou.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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