Política MT
Aprovados em concursos públicos para atender a área de segurança aguardam nomeação
O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) é natural de Marialva (PR) e mudou para Cuiabá (MT) para assumir o cargo de delegado da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT), em 2002. Nesta terça-feira (20), durante a reunião realizada pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária, o parlamentar lembrou da experiência vivida, em 1999, por ter sido aprovado em concurso público.
Ele que é vice-presidente desta Comissão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) conta que foram sete etapas a serem cumpridas para a aprovação ao cargo de delegado. Este assunto foi levantado devido a Comissão ter discutido sobre a necessidade da nomeação de aprovados em concursos públicos já realizados em Mato Grosso, como, também, a realização de outros para a contratação de investigadores e escrivães para a PJC.
De acordo com o presidente da Comissão dos Aprovados para Delegados do Estado de Mato Grosso, Nilton Gomes – que esteve presente na reunião junto com outros aprovados – existe um déficit de 174 delegados, sendo que era para ter 400 na ativa e existem mais de 200 aprovados e há uma perspectiva de mais 40 aposentadorias durante o ano de 2019 e 2020. “Hoje, se houvesse a nomeação, possivelmente de todos os aprovados, não fecharia os 400 cargos de delegados que faltam para o Estado. Viemos aqui, pedir e clamar para que os representantes do povo possam cobrar do nosso governador para que possa decidir e nomear, nós aprovados, inclusive sanaria e evitaria o fechamento das delegacias. Estamos aqui prontos para que possamos fazer a diferença em Mato Grosso e contribuir para a segurança pública”, explica.
Diretos Humanos – Além dos aprovados para atender a área de segurança, estiveram presentes aqueles que aguardam serem chamados aos cargos de nível superior especializado. A psicóloga Claudiane Vieira que passou em primeiro lugar, em sua área de formação, para o concurso da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP – MT) de 2016, esclarece que foram aprovados 186 candidatos e, em outubro de 2018, somente 16 profissionais foram convocados. “Existem pólos que tem um quantitativo de presos e que não tem nenhum tipo de assistência social e psicológica. A constituição diz que o preso não tem direito a liberdade, mas ele tem direito a vida, a dignidade humana, saúde, assistência social e psicológica. A nossa ausência nestes espaços, faz com que o Estado acaba gastando mais”, enfatiza a aprovada em concurso.
O Delegado Claudinei conta que recebeu uma comissão de aprovados para agentes penitenciários no gabinete e tomou conhecimento sobre aprovados que não foram nomeados na área de assistência social, serviço social, psicologia e direito que são carreiras importantes dentro das penitenciárias para o acompanhamento dos presidiários, pois envolvem os direitos humanos. “A gente não pode aceitar que a pessoa condenada, por mais que seja grave o crime, seja tratada como um animal. É necessário oferecer condições básicas para que possa cumprir a sua pena, como higiene, saúde pública e acompanhamento psicológico. Então, a gente tem que preservar a questão humana”, pontua.
No final da reunião da Comissão, o parlamentar considerou ser importante a realização de visitas técnicas em estabelecimentos da área de segurança do Estado e vai realizar a inspeção e identificar casos mais urgentes e, consequentemente, realizar os devidos reparos.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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