Mato Grosso
Arena Pantanal é chamada de “elefante colorido” por ampla utilização após a Copa de 2014
A reportagem ressalta a importância do espaço para sediar os jogos das séries A e B do Brasileirão. Segundo a matéria, “os equipamentos que pareciam pouco úteis quando entraram no projeto da Copa [de 2014], como Arena da Amazônia e Arena Pantanal, ganharam seu espaço no cenário atual”.
Desde 2019, a Arena, além de receber jogos do Brasileirão, também sediou amistoso da Seleção Brasileira e foi palco da Sul Americana.
Leia abaixo a reportagem completa ou acesse aqui.
Elefantes brancos? Estádios se reinventam e ganham vida 10 anos após a Copa
Os ditos elefantes brancos da Copa 2014 ficaram mais coloridos, dez anos depois da competição. Sobretudo com a confirmação de que dez das 12 arenas reformadas ou construídas para o Mundial serão usadas novamente na Copa Feminina em 2027.
Não que haja um mundo lindo de uso pleno dos estádios com futebol — o Mané Garrincha e a Arena Pernambuco estão aí para provar.
Mas equipamentos que pareciam pouco úteis quando entraram no projeto da Copa, como Arena da Amazônia e Arena Pantanal, ganharam seu espaço no cenário atual. No quadro mais amplo, nove dos 12 estádios são hoje casa de times que disputam as Séries A e B do Brasileirão. E só o Mané Garrincha (que virou Arena BRB) não tem um clube atrelado a si de forma constante — independentemente de divisão do campeonato. Na capital, a solução foi fazer o estádio ganhar vida mesmo sem a bola rolando.
Onde o elefante ganhou cor
Alvo de forte oposição na época da escolha das sedes, os exemplos de Manaus e Cuiabá apontam que o estádio apareceu antes mesmo do desenvolvimento do futebol nas divisões de topo.
“A Arena é responsável direta pela existência do Cuiabá. Foi o que nos motivou a investir no clube”, disse Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá, clube há quatro anos seguidos na Série A.
O clube gasta cerca de R$ 500 mil por ano na manutenção do estádio e paga 2% da renda bruta dos jogos como aluguel a cada partida. Isso envolve o gramado, por exemplo. Mas a gestão do equipamento fica por conta do governo do estado, que usa estruturas do local para abrigar alguns órgãos do Poder Executivo.
A ascensão do Cuiabá faz com que a Arena Pantanal seja usada não só em 19 rodadas da Série A, mas até em torneios continentais, como a Sul-Americana. O estádio não costuma ficar plenamente ocupado, mas o Dourado teve a 16ª média de público no Brasileirão 2023 (14.701 pagantes/jogo). O clube ficou acima do Santos, por exemplo, que tem a Vila Belmiro como casa e média de 12.147 pagantes/jogo.
No Amazonas, a Arena é considerada crucial para que um clube do estado voltasse à Série B depois de 17 anos de hiato. O Amazonas não só tem 19 rodadas da segundona para jogar por lá, como enfrentou o Flamengo na Copa do Brasil — e foi eliminado com placar apertado (1 a 0 na ida e na volta).
“A Arena é a maior obra civil do Amazonas. É o maior patrimônio imobiliário do estado. Não virou elefante branco. O futebol amazonense naquele momento (da Copa) era bem menor do que é hoje. Evoluímos muito de lá para cá. E a Arena contribuiu para isso. O público-alvo é o futebol. Se tem futebol, tem cliente. O que faz algo virar elefante branco é não usar. O legado da Copa está preservado. Se não tivéssemos a Arena, não teríamos o futebol reoxigenado como agora”, disse Rozenha, presidente da Federação Amazonense de Futebol.
Como é equipamento do estado, os clubes locais não pagam aluguel para uso. Os custos são subsidiados pelo poder público, neste caso.
Em Brasília, a alternativa é fora do futebol
O Mané Garrincha, em Brasília, é um ponto fora da curva na relação com o futebol. O cenário na capital federal é de ausência de clubes nas principais divisões. Os clubes locais não têm interesse no estádio. O Brasiliense, por exemplo, tem a Boca do Jacaré, em Taguatinga, onde a torcida já está acostumada a ir e que comporta o público dos jogos que disputa.
A solução para a administração do estádio em relação ao futebol é abrir só para as finais do estadual e, depois disso, tentar seduzir clubes de fora para mandarem jogos no Mané.
Até maio deste ano, o estádio recebeu seis jogos — até o Nova Iguaçu atuou lá contra o Internacional, pela Copa do Brasil. Em 2023, foram 14 partidas, enquanto o estádio recebeu oito em 2022.
De 2013 até hoje, o Mané Garrincha sediou 217 jogos. No Maracanã, com dois clubes, isso é facilmente atingido em cerca de três anos e meio.
O outro lado da moeda no estádio de Brasília é a aposta em eventos. De natureza diversa, não só shows. Foram mais de 180 em 2023 e 47, segundo a administração, em 2024.
“Buscamos rentabilizar todos os espaços da nossa Arena também nos dias sem jogos ou eventos. Os resultados são extremamente positivos. Os nossos camarotes foram transformados em espaços comerciais para empresas se instalarem na nossa arena e em 17 meses ocupamos 100% do espaço. Hoje já temos 55 empresas e 1100 pessoas trabalhando dentro do estádio. Lançamos em maio o nosso segundo andar de escritórios, que tem fila de espera. Nos primeiros 5 meses de 2024, tivemos mais de 650 mil pessoas em nossos eventos e diversas modalidades esportivas, o que demonstra que um complexo multiuso pode ser usado em sua máxima eficiência”, disse Richard Dubois, CEO da Arena 360.
Em Pernambuco, a cidade que nunca saiu do papel
A Arena Pernambuco é um caso sério, não só porque os três principais clubes do Recife têm casa própria.
O estádio seria o centro de um projeto audacioso em São Lourenço da Mata, na região metropolitana. A transformação da área em uma cidade moderna, inteligente e revigorada. Segundo o projeto inicial do governo do estado, a ideia era investir R$ 1,59 bilhão entre 2014 e 2025, considerando recursos públicos e privados. O novo bairro seria habitado por 40 mil pessoas e contaria com hospital, centro de convenções, dois hotéis, quatro escolas, faculdade e até o Centro de Comando da Polícia. Mas nada disso saiu do papel e a área convive com as antigas mazelas.
Hoje, a Arena Pernambuco virou a casa do Retrô, um clube que tenta ascensão na Série D, e abrigo provisório do Sport, enquanto a Ilha do Retiro é reformada.
O acordo com o Náutico, logo depois da Copa, não durou três anos, enquanto o Santa Cruz não vai largar seu Mundão do Arruda.
A gestão da Arena voltou para o poder público em 2016 e valoriza o fato de que tenha abrigado 50 eventos institucionais e outros 100 eventos privados.
Natal ‘sobrou’ na Copa Feminina, mas tenta voltar
A CBF montou uma candidatura para 2027 que repetiu dez dos 12 estádios da Copa 2014.
Eleito na Fifa, o Brasil só não planejou usar Curitiba e Natal como sedes. Mas isso pode mudar em relação à capital potiguar. Politicamente, já há articulação junto à CBF.
“Teve uma vistoria e o estádio não foi aprovado para entrar nesses dez. Aí, vai vir novamente uma nova vistoria, tanto para os que já tinham sido contemplados, quanto para quem ficou fora”, explicou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
A Arena das Dunas recebe jogos do América-RN na Série D e a gestão fica por conta da concessionária E2 Arenas.
“Acho que o estádio hoje está em condição melhor do que na época da Copa, pelo zelo da empresa. Duvido muito que, se estivesse na gestão pública, estaria nesse estado. Mas, ao meu ver, tem que rever algumas questões de valores de utilização, para possibilitar aumento de público e maior utilização do estádio”, avalia José Vanildo, presidente da Federação de Futebol Norte-Rio-Grandense.
Apesar da ressalva do dirigente, o borderô dos jogos do América-RN na Série D mostram um aluguel de R$ 12 mil por jogo. Nas três partidas que fez em casa até agora, o clube teve renda líquida de aproximadamente R$ 30 mil.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Feira Brasileira de Sementes contará com palestrantes renomados e temas atuais do agronegócio nacional e mundial
Com o tema “A Semente é o Elo”, o encontro conectará pesquisa, melhoramento genético, produção de sementes, tecnologia e mercado

A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), que ocorre em Rondonópolis (MT), nos dias 17 e 18 de junho, se consolidou como um dos principais eventos do setor de sementes do Brasil. O evento idealizado e promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (APROSMAT), em sua quinta edição tem como tema “A Semente é o Elo”, já tem sua lista confirmada de palestrantes de renome no Agro e muito conhecimento a ser compartilhado com os participantes.
Segundo o presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a proposta desta edição é integrar todos os pilares da cadeia produtiva. O foco está no entendimento de que a semente não é apenas o início do plantio, mas o elo que conecta o melhoramento genético, a tecnologia de ponta e a eficiência comercial. Em um cenário global cada vez mais exigente. “Ao longo dos dois dias, a programação reúne oito momentos estratégicos, entre palestras e painéis técnicos, abordando temas fundamentais para o fortalecimento do setor de sementes. Já estão confirmadas importantes lideranças da indústria de biotecnologia e germoplasma, além de doutores, especialistas em mercado e profissionais altamente qualificados”, destacou.
Um dos palestrantes convidados para a FEBRASEM será Marcos Jank, formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, atualmente é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Na área de comunicação, atua como comentarista de agronegócio na CNN Brasil e colabora com diversos veículos nacionais e internacionais.
O evento foi desenhado para promover não apenas o conhecimento teórico, mas também a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias. A estrutura contará com palestras estratégicas ofertando conteúdos voltados especificamente para os setores de sementes e grãos, exposição tecnológica e máquinas e networking qualificado, com ambientes planejados para conexões empresariais e um happy hour de integração ao final das atividades.
As inscrições para a FEBRASEM 2026, já estão no 2º lote, e para não ficar de fora de uma das maiores feiras do segmento sementeiro nacional, acesse o link abaixo:
https://www.sympla.com.br/evento/febrasem-2026/3320456?algoliaID=447c62ad747ae13407bb86812130ab58
Confira quem são os demais palestrantes da 5ª Edição da FEBRASEM:
Mauricio Schineider – CEO da StarSe Agro e cofundador da Solubio, uma das gigantes biotechs do agronegócio brasileiro.
Maria de Fátima Zorato – Bióloga, com mestrado em Fitopatologia e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes.
Geri Meneghello – Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPeL).
França Neto – Ph.D. em Fisiologia e Patologia de Sementes junto à Universidade da Flórida.
Eduardo Lourenço – Doutor e Mestre Direito Constitucional com especialização em Direito Empresarial e Contratos e possui L.L.M. (Master of Laws) em Direito Tributário.
Anderson Galvão – Engenheiro Agrônomo e Fundador e Diretor Céleres.
Fernando Wagner – Gerente executivo de Negócios Institucionais na GDM Seeds.
Janaína Martuscello – Zootecnista e professora titular da Universidade Federal de São João Del Rei (MG).
Jonas Pinto – Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes pela UFPel e atua há mais de 20 anos no setor sementes.
Marcelo Batistela – Vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da Basf do Brasil.
Mato Grosso
Governador Otaviano Pivetta mantém cronograma e reforça avanço das escolas cívico-militares em Mato Grosso

O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta quinta-feira (9.4), a manutenção do cronograma de transformação de escolas regulares no modelo de gestão cívico-militar em Mato Grosso. Nesta última etapa prevista para 2026, 16 unidades da Rede Estadual passarão por consultas públicas, em um processo que busca ampliar ainda mais a presença de um formato de gestão que vem ganhando adesão e apoio das comunidades escolares em diferentes regiões do Estado.
Segundo o governador, o avanço do modelo reflete não apenas uma decisão administrativa do Estado, mas também uma demanda que tem partido das próprias famílias, estudantes e profissionais da educação, que reconhecem nas escolas cívico-militares um ambiente mais organizado, seguro e favorável à aprendizagem.
“Esse é um modelo que vem dando resultados, fortalecendo o ambiente escolar e atendendo a uma reivindicação legítima da comunidade. Em muitos municípios, são os próprios pais e profissionais da educação que pedem a transformação, porque reconhecem os ganhos na organização, na disciplina e no processo de ensino e aprendizagem”, explica Otaviano Pivetta.
As votações serão realizadas sempre das 7h às 19h. Nos dias 13 e 14 de abril, participarão da consulta as escolas estaduais Nilza de Oliveira Pipino, em Sinop; Nova União, em Nova Canaã do Norte; João Ribeiro Vilela, em Primavera do Leste; Osmair Pinheiro da Silva, em Nova Maringá; Rui Barbosa, em Nova Mutum; Prefeito Artur Ramos, em Jaciara; Doutor Estevão Alves Correa, em Cuiabá; 13 de Maio, em Tangará da Serra; e Professor Muralha de Miranda, em Nova Marilândia.
Já nos dias 15 e 16 de abril, novas consultas serão realizadas nas escolas estaduais Cândido Portinari, em Tapurah; Francisco Saldanha Neto, em Tabaporã; João Paulo II, em Itaúba; Mário Schabatt Souza, em Lucas do Rio Verde; Paulo Freire, em Marcelândia; André Antônio Maggi, em Colíder; e Jayme Veríssimo de Campos Júnior, em Alta Floresta.
Otaviano Pivetta destacou que o processo será conduzido com transparência e participação direta da comunidade escolar, que poderá votar entre as opções “Aprovo” e “Não aprovo”. A expectativa do governo é consolidar mais uma etapa importante da política educacional adotada no Estado.
“Nosso compromisso é cumprir o cronograma com transparência, responsabilidade e respeito à vontade da comunidade escolar. A consulta pública garante esse direito de participação e fortalece uma política que já mostrou resultados concretos em Mato Grosso”, completa o governador.
De acordo com ele, a meta inicial era alcançar 205 escolas no modelo cívico-militar, número que já foi superado, com 208 unidades. Com a realização das novas consultas públicas, a Rede poderá chegar a 224 escolas com esse formato de gestão, ampliando uma experiência que vem se consolidando em diversas regiões do Estado.
O modelo cívico-militar não altera o currículo escolar nem interfere na proposta pedagógica das unidades. A condução pedagógica permanece sob responsabilidade de diretores, coordenadores e professores da Rede Estadual, seguindo as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular.
Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), as mudanças concentram-se nas áreas administrativa e disciplinar, com a atuação de militares da reserva no apoio à organização do ambiente escolar, no controle de acesso, na promoção de atividades cívicas e no fortalecimento de valores como disciplina, respeito e hierarquia.
Para o governador, a expansão do modelo representa a continuidade de uma política pública que combina participação da comunidade, reforço na gestão e foco em resultados. A avaliação do governo é que a experiência bem-sucedida das unidades já convertidas tem impulsionado novas adesões e consolidado o formato como referência na educação pública estadual.
“Quando a comunidade percebe que a escola melhora o ambiente, fortalece a convivência e cria melhores condições para ensinar e aprender, ela passa a defender esse modelo. É isso que estamos vendo em Mato Grosso, com uma política que nasceu para fortalecer a educação e que hoje encontra respaldo crescente da população”, concluiu Otaviano Pivetta.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Corpo de Bombeiros combate incêndio em carro de passeio em via pública

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã desta quinta-feira (9.4), um incêndio em um carro de passeio no bairro Bela Vista, no município de Poxoréu (a 263 km de Cuiabá).
A 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada via 193 por volta das 07h15. Ao chegar, a equipe se deparou com uma picape em chamas na via pública.
De imediato, os bombeiros iniciaram a ação de combate ao fogo, sendo necessário o uso de cerca de 500 litros de água para conter o incêndio.
Após a extinção das chamas, a equipe da 6ª CIBM realizou o rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes. Não houve registro de vítimas.
Fonte: Governo MT – MT
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