Política MT
Assembleia analisa projeto que institui Semana da Cultura Evangélica em Mato Grosso
Está em discussão na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 455/2019, cujo objetivo é instituir a Semana Estadual da Cultura Evangélica no Estado de Mato Grosso. A propositura é de autoria do deputado Romoaldo Júnior (MDB), que considera importante destacar a religião e os ensinamentos de Jesus Cristo acerca do amor ao próximo e a família . O texto prevê que a Semana da Cultura Evangélica seja realizada na última semana do mês de setembro.
O objetivo é divulgar a cultura da lei de Cristo, mediante a realização de encontros e eventos, a fim de mais união e caminhos idênticos nas ações, de sorte a proporcionar palestras temáticas, shows, feiras, gincanas e atividades esportivas – no decorrer da referida semana.
O parlamentar lembrou que por meio da Lei Federal n° 12.328/2010, foi instituído o Dia Nacional do Evangélico, no dia 30 de novembro. Entretanto, a data é celebrada em dias diferentes, de acordo com a região e cidade do Brasil. Em 30 de novembro, por exemplo, é comemorado pelos evangélicos do Distrito Federal, que consideram o Dia do Evangélico como um feriado, a partir da Lei Distrital nº 963/1995. Já no estado de Rondônia, também é feriado e a data é celebrada em 18 de junho, sendo definida pela Lei Estadual nº 1.026/2001.
Em Cuiabá, o Dia do Evangélico é celebrado em 31 de agosto e é considerado apenas ponto facultativo. Na avaliação de Romoaldo, a comunidade evangélica realiza um trabalho diferenciado a custo zero para o poder público. Diante disso, considera mais que justificável a homenagem.
“Os evangélicos representam 22% da população brasileira. Realizam um trabalho espiritual e social de fundamental importância na sociedade”, conclui.
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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