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Auditório inaugurado em Rondonópolis leva nome de PRF

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Espaço Ramão Vilalva será utilizado para trabalhos sociais, especialmente palestras de educação para o trânsito com motoristas

Foto: Assessoria

A emoção marcou a inauguração do auditório da 2a Delegacia da Polícia Rodoviária Federal, em Rondonópolis/MT. O espaço leva o nome do policial Ramão Vilalva, que trabalhou na delegacia e morreu em um acidente de carro em 2009.

Muitos dos presentes na cerimônia, que ocorreu na segunda-feira (28), trabalharam com Ramão e não conseguiram conter as lágrimas ao lembrar do colega. A família do PRF também participou do evento.

A esposa Joanice Lopes dos Santos Vilalva lembrou que Ramão sempre lutou pela redução das imprudências nas rodovias e, no entanto, foi vitimado por um acidente. “Infelizmente a irresponsabilidade de outro motorista em uma ultrapassagem indevida tirou a vida de Ramão e de dois filhos nossos, justamente a infração que ele tanto combatia. Uma atitude destas leva a vida de uma pessoa, de uma família. Parabéns à PRF por continuar o trabalho de conscientização com os motoristas, que era o que tanto ele lutava”.

O filho Pablo Lopes Vilalva, na época do acidente tinha 20 anos. “Agradeço a PRF pela homenagem ao meu pai e por todo o apoio que sempre nos deu. O homem que sou hoje é graças ao apoio dos policiais que nos ampararam”.

O superintendente em Mato Grosso, Aristóteles Cadidé, ressaltou que a PRF é quem precisa agradecer por tudo que Ramão fez pela instituição. “Quem dera tivéssemos em cada delegacia ao menos uma pessoa com a especialidade de Ramão, com tantas virtudes e uma dedicação imensa não somente ao trabalho, mas às pessoas. A polícia é o que é hoje por conta de colegas como ele. Dar o nome dele ao auditório é uma forma de homenagear não apenas este policial, mas todos que contribuíram e já não estão em nós”.

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AUDITÓRIO 

O auditório Ramão Vilalva fica anexo à delegacia da PRF de Rondonópolis, na BR 364, km 411. Ele foi construído em parceria com a empresa administradora do Terminal de Cargas RUMO/ALL. O local será utilizado para palestras aos condutores de veículos com foco em educação para o trânsito e outros trabalhos sociais. Cursos e reuniões com policiais também poderão ser desenvolvidos no espaço.

 RAMÃO VILALVA 

O PRF Ramão entrou na instituição em 1994, sendo lotado na delegacia de Rondonópolis. Ele foi um dos precursores dos trabalhos sociais na PRF do Mato Grosso, promovendo o nome da instituição em todo o Brasil. Ramão viajava com os dois filhos mais novos, de 14 e 16 anos, quando o carro em que estavam foi atingido por outro automóvel, que fazia uma ultrapassagem proibida. O acidente ocorreu em 2009 na Estrada da Guia, em Cuiabá.

Texto: Neocleciana Gonçalves/Agência PRF
(Reprodução mediante citação: Agência PRF

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Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.

O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.

A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.

A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.

O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

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GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS

Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.

No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas -

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

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Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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