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Aumento na oferta de soja do Brasil, país é o fornecedor mais importante da China

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A importação de soja pela China deve ser particularmente alta em junho, projeta o banco alemão Commerzbank. Em maio, as compras externas da oleaginosa pelo país asiático somaram 9,61 milhões de toneladas, alta de 2,5% na comparação anual, de acordo com dados preliminares do Departamento de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês).

“O período de maio a junho é caracterizado, em qualquer caso, por altas importações, pois grandes quantidades de soja chegam regularmente do Brasil, que agora é o fornecedor mais importante da China”, observa a analista de commodities agrícolas do banco, Michaela Kühl, em comentário diário enviado a clientes.

Em relação a abril, o volume de soja comprado pela China foi 29% maior, crescimento “espantoso”, na avaliação de Michaela. De acordo com a analista, as importações em abril foram menores porque as chuvas atrasaram a colheita e os embarques do Brasil. “Esses efeitos estão desaparecendo agora, com inúmeros navios contendo soja brasileira em processo de liberação alfandegária em seus portos de destino na China”, acrescenta Michaela.

Nos primeiros cinco meses do ano, as compras chinesas foram 12,8% superiores, totalizando 38,23 milhões de toneladas. “Isso ocorre em parte porque os estoques de suínos estão sendo repostos após serem dizimados pela peste suína africana, embora novos surtos continuem gerando incerteza”, comenta a analista do Commerzbank.

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Conforme a analista, diante da recuperação do plantel suíno chinês, a demanda por importação de carnes pela China parece estar diminuindo. “Embora 12% mais carne tenha sido importada pela China até agora neste ano, as autoridades alfandegárias chinesas relataram que maio as importações caíram 3,3% em relação ao ano anterior. A situação da oferta realmente diminuiu na China, enquanto os preços domésticos da carne suína caíram mais da metade desde o início do ano”, analisa Michaela.

Vendas de soja brasileira na 1ª semana de junho

As exportações de soja em grão do Brasil seguem aquecidas neste início de mês. Na primeira semana de junho ,em apenas três dias úteis, as vendas do produto somaram 2,4 milhões de toneladas, segundo dados preliminares divulgados pelo ministério da Economia.

A expectativa é para saber se os embarques vão bater novo recorde mensal, como aconteceu em abril e em maio, uma vez que neste início de junho as vendas diárias da oleaginosa seguem em patamares elevados, com 824, 7 mil toneladas. Para 2021, a consultoria Safras & Mercado, projeta um volume nos embarques de 86 milhões de toneladas, consolidando um novo recorde para o Brasil.

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Aprosoja orienta o produtor para boas práticas na compra e uso de fertilizantes

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Defesa Agrícola

Aprosoja orienta o produtor para boas práticas na compra e uso de fertilizantes

Os insumos são importantes para nutrição das plantas e no desempenho da fertilidade do solo

18/06/2021

Gastos com fertilizante têm uma participação elevada nos custos de produção. Na atualidade só perdem, em alguns casos, para as despesas com os agroquímicos, utilizados na defesa vegetal e controle de plantas indesejáveis. Com o objetivo de orientar os produtores efetuarem à aquisição correta dos fertilizantes, bem como a verificação da qualidade dos produtos, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), disponibiliza a Cartilha de Fertilizantes com orientações importantes para as boas práticas na hora da compra e uso do adubo.

De acordo com a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, o produtor deve ficar atento as condições na hora do recebimento do produto e prezar pela qualidade. “Observar o teor de nutriente, para não ter perda econômica e nem falta de desempenho na cultura. Ter cuidado com a falsificação do produto, caso necessário, o produtor pode enviar uma amostragem para o laboratório de sua confiança para uma análise”, declarou.

Confira a Cartilha de Fertilizantes completa aqui.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

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Fortalecimento Institucional

Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

A disparidade em relação a produção e a capacidade de armazenagem é o grande gargalo do setor produtivo

16/06/2021

Uma realidade: Mato Grosso é o maior produtor de grãos do país. Um problema: déficit de armazém. A demanda: aumentar o número de armazéns. Diante dessa realidade, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou, nesta quarta-feira (16.06), a campanha Armazém para Todos com objetivo de incentivar a construção de silos para que o agricultor de pequeno e médio porte tenha onde guardar os grãos.

“O produtor precisa ser dono daquilo que produz. A armazenagem tem que ser para todos”, enfatizou o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, durante coletiva de imprensa com os jornalistas. “A disparidade em relação ao que produzimos (cerca de 70 milhões de grãos) e a capacidade de armazém (2.211 unidades) é o grande gargalo do setor produtivo. Não temos silos suficientes para comportar as safras de soja e milho”, esclareceu Cadore.

A campanha Armazém para Todos passa pela questão socioeconômica, uma vez que garante ao produtor maior rentabilidade, tranquilidade na colheita e garantia de alimento o ano todo para o cidadão. Além disso, reduz o fluxo nas rodovias, custos na produção, desgastes na logística e desperdício de alimentos. “É hora de quebrar paradigmas. Precisamos desburocratizar o acesso ao crédito para a armazenagem”, pontou Cadore.

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O produtor rural Zilto Donadello, e também coordenador da comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, revelou que neste ano perdeu de sete a oito sacas de soja por hectare, justamente por não ter armazém. Ao fazer uma simulação com os dados da propriedade, por meio da plataforma eletrônica criada pela Aprosoja, ele conseguiu ter ideia da viabilidade econômica para construir silos.

“De acordo com o simulador, se eu construir um armazém de 1.000 toneladas deixaria de perder em média 6,5 sacas por hectare. Com isso, teria uma dinâmica de comercialização melhor. Hoje eu tenho um custo elevado na produção com frete, filas de descargas, descontos nos armazéns e trading”, explicou Donadello.

Evolução da produção

Mato Grosso avançou em produção, tecnologia e manejo do solo. Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, o Estado evoluiu em mais de 43 milhões de toneladas da produção de soja e milho. Em contrapartida, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 11,88 milhões, neste mesmo período.

Com a expectativa de avanço produtivo nos próximos anos, Mato Grosso precisaria ampliar a capacidade estática para 125 milhões de toneladas até 2030, ou seja, teria que apresentar uma taxa de crescimento anual da capacidade de armazenagem na ordem de 22,9%, frente aos 3,7% observados nos últimos anos. 

Fonte: APROSOJA

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

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Armazém para Todos é lançado pela Aprosoja MT

A disparidade em relação a produção e a capacidade de armazenagem é o grande gargalo do setor produtivo

Créditos:

16 de Junho de 2021

Uma realidade: Mato Grosso é o maior produtor de grãos do país. Um problema: déficit de armazém. A demanda: aumentar o número de armazéns. Diante dessa realidade, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) lançou, nesta quarta-feira (16.06), a campanha Armazém para Todos com objetivo de incentivar a construção de silos para que o agricultor de pequeno e médio porte tenha onde guardar os grãos.

“O produtor precisa ser dono daquilo que produz. A armazenagem tem que ser para todos”, enfatizou o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, durante coletiva de imprensa com os jornalistas. “A disparidade em relação ao que produzimos (cerca de 70 milhões de grãos) e a capacidade de armazém (2.211 unidades) é o grande gargalo do setor produtivo. Não temos silos suficientes para comportar as safras de soja e milho”, esclareceu Cadore.

A campanha Armazém para Todos passa pela questão socioeconômica, uma vez que garante ao produtor maior rentabilidade, tranquilidade na colheita e garantia de alimento o ano todo para o cidadão. Além disso, reduz o fluxo nas rodovias, custos na produção, desgastes na logística e desperdício de alimentos. “É hora de quebrar paradigmas. Precisamos desburocratizar o acesso ao crédito para a armazenagem”, pontou Cadore.

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O produtor rural Zilto Donadello, e também coordenador da comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, revelou que neste ano perdeu de sete a oito sacas de soja por hectare, justamente por não ter armazém. Ao fazer uma simulação com os dados da propriedade, por meio da plataforma eletrônica criada pela Aprosoja, ele conseguiu ter ideia da viabilidade econômica para construir silos.

“De acordo com o simulador, se eu construir um armazém de 1.000 toneladas deixaria de perder em média 6,5 sacas por hectare. Com isso, teria uma dinâmica de comercialização melhor. Hoje eu tenho um custo elevado na produção com frete, filas de descargas, descontos nos armazéns e trading”, explicou Donadello.

Evolução da produção

Mato Grosso avançou em produção, tecnologia e manejo do solo. Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, o Estado evoluiu em mais de 43 milhões de toneladas da produção de soja e milho. Em contrapartida, a capacidade de armazenagem aumentou apenas 11,88 milhões, neste mesmo período.

Com a expectativa de avanço produtivo nos próximos anos, Mato Grosso precisaria ampliar a capacidade estática para 125 milhões de toneladas até 2030, ou seja, teria que apresentar uma taxa de crescimento anual da capacidade de armazenagem na ordem de 22,9%, frente aos 3,7% observados nos últimos anos. 

Fonte: APROSOJA

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