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Balanço final do primeiro dia de Enem aponta menor taxa de abstenção desde 2009

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Taxa de abstenção do Enem 2018 é a menor dos últimos anos. Número de candidatos eliminados também foi o mais baixo
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Taxa de abstenção do Enem 2018 é a menor dos últimos anos. Número de candidatos eliminados também foi o mais baixo

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 teve a menor taxa de abstenção desde 2009. Esse é o principal destaque do balanço final realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) do primeiro dia de provas do exame. No total, 24,9%, o que representa cerca de 1,4 milhão de estudantes, dos inscritos não compareceram aos locais de provas (ou não conseguiram chegar a tempo).

A taxa de abstenção do Enem 2018 mais baixa do que nas edições anteriores é um dado importante e mostra que a comunicação do Exame foi efetiva e bem sucedidade já que a data deste primeiro dia de prova  coincidiu com o adiantamento do relógio em dez estados do Brasil e no Distrito Federal em uma hora por conta do início Horário Brasileiro de Verão.

A coincidência chegou a ser alvo de um pedido do Ministério da Educação (MEC) para que o presidente Michel Temer adiasse novamente a data do início do Horário Brasileiro de Verão que já havia sido modificada por conta da coincidência com um evento ainda maior do que o próprio Enem: o segundo turno das eleições 2018. Temer chegou a anunciar que atenderia o pedido, mas depois voltou atrás e, felizmente, os números divulgados hoje mostram que os candidatos não foram prejudicados.

Até então a menor porcentagem de ausentes tinha sido registrada em 2011, quando 26,4% dos inscritos não fizeram a prova. De acordo com o ministro da Educação, Rossieli Soares, o número final de faltantes será divulgado no segundo dia do exame, 11 de novembro. Ele fez questão de ressaltar que o índice oficial deve cair ainda mais porque, segundo os critérios do ministério, só é considerado ausente o candidato que não compareceu nos dois dias de prova.

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Para Soares, a redução das faltas se deve, entre outros motivos, pela mudança nas regras do exame, sendo a principal dela a mudança no critério de isenção da taxa de inscrição do Exame. O ministro explicou que os estudantes isentos que faltarem terão que apresentar uma justificativa pela ausência caso reivindiquem a isenção novamente nos anos seguirente.

Além disso, ainda segundo Rossieli Soares, contribuiu o fato das provas serem realizadas em dois domingos de finais de semanas distintos e não mais em um sábado e um domingo do mesmo final de semana. “Importante termos esse resultado. Avançarmos na questão dos ausentes”, destacou o ministro que afirmou ainda que na avalaição dele “a logística funcionou e está funcionando maravilhosamente bem”.

A presidente do Inep, Maria Inês Fini, também destacou que, do total de inscritos, 10,55% não tinham acessado o cartão de confirmação do Enem até a data de hoje (4) e, portanto, não teriam como saber o local de prova. Isso equivale a 581.892 participantes o que, na avaliação do Inep, é um índice pequeno.

Nesta primeira data, os estudantes que se inscreveram e compareceram fizeram provas de linguagem, ciências humanas e  a redação que teve como tema a “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. O exame segue no dia 11 de novembro, quando os estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática.

O gabarito oficial será divulgado em 14 de novembro, juntamente com os Cadernos de Questões, no  Site do Enem
e no Aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio. Já o resultado das avaliações dos alunos deverá ser divulgado no dia 18 de janeiro de 2019, pouco antes do Sistema de Seleção Unificado (Sisu) abrir as inscrições com base na nota do Enem para a inscrição de candidatos em universidades federais de todo o País.

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Assim com taxa de abstenção, número de elimiandos também caiu

O ministro da Educação, Rossieli Soares, fez avaliação do primeiro dia do Enem 2018 e diz que logística funcionou bem e que taxa de abstenção foi a mais baixa desde 2009
Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Educação, Rossieli Soares, fez avaliação do primeiro dia do Enem 2018 e diz que logística funcionou bem e que taxa de abstenção foi a mais baixa desde 2009

O Inep e o MEC divulgaram ainda que 71 candidatos foram eliminados do primeiro dia de provas do Enem. O número é pouco menor do que a metade do registrado no ano passado e representa um índice de casos muito baixos diante do total de 5,5 milhões de estudantes inscritos nesta edição. Segundo o ministro Rossieli Soares, a “média [geral de casos] era de 150 aproximadamente [nos últimos anos]”, afirmou.

Entre os casos registrados este ano, os dois mais graves foram registrados no mesmo local de avaliação em Montes Claros (MG) onde dois candidatos eliminados foram encontrados usando ponto eletrônico e acabaram sendo presos em flagrante. O ministro e a presidente do Inep confirmaram que ambos foram detectados em inspeções de rotina, mas que a equipe de segurança já rastreava grupos de criminosos que buscavam fraudar o Exame.

Outros dois candidatos foram eliminados por se recusarem a passar pelo detector de metais, mas a grande maioria, 67 casos, dos eliminados foram agrupados em “causas diversas” que reunem causas várias formas de descumprimento das regras do edital, como ausentar-se antes do horário permitido, não atender orientações dos fiscais, entre outras.

Além disso, em dois locais, a prova do primeiro dia do Enem chegou a ser interrompida por falta de energia elétrica: em Franca (SP) e em Porto Nacional (TO). Os estudantes prejudicados nesses dois locais terão direito de refazer a prova na data reservada pelo Inep para eventualidades como esse nos dias 11 e 12 de dezembro.

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O ministro da Educação, no entanto, ressaltou que os candidatos prejudicado neste domingo devem comparecer normalmente o local de prova no próximo domingo, 11 de novembro, para realizar a segunda prova, pois só terão direito a refazer a prova do primeiro dia na data remarcada.

Mesmo nesse dois únicos locais de avaliação, porém, o ministro destacou que muitos candidatos conseguiram finalizar a prova já que a falta de energia só ocorreu já na próximo do tempo máximo de realização do Exame.

Neste ano, a aplicação do Enem contou com cinco vezes mais detectores de metais. Todos os banheiros passaram a contar com detectores e todas as medidas de segurança da edição passada foram mantidas.

A edição 2018 do Enem também contou, pela primeira vez, com o monitoramento no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), além dos Centros Integrados de Comando e Controle Regionais (CICCRs), distribuídos por todas as unidades da Federação e com representantes de todas as forças de segurança envolvidas na aplicação.

Por fim, os candidatos que se sentirem lesados por qualquer intercorrência que eventualmente os tenha atrapalhado ou quiserem realizar algum tipo de denúncia que diga respeito a qualquer irregularidade no Enem poderão utilizar a  Página do Participante para fazer as reclamações e denúncias cabíveis. Os participantes podem também entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800-616161.

Os alunos também poderão usar o canal para denunciar fake news, informações desencontradas ou duvidosas que serão prontamente investigadas. Mais cedo, o próprio ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, admitiu que, se apresentada denúncia, a própria  Polícia Federal (PF) poderia realizar a investigação como a da origem do boato de que o Enem teria sido cancelado nas regiões Norte e Nordeste por conta de uma descoberta de fraude.

A informação errada foi prontamente negada pelo Inep e a presidente Maria Inês Fini declarou que acredita “sinceramente” que nenhum candidato tenha sido prejudicado por qualquer tipo de informação falsa, essa, no entanto, pode ter sido uma das explicações para que a taxa de abstenção do Exame não tenha diminuído ainda mais este ano.

*Com informações da Agência Brasil

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Futebol expõe a misoginia que o brasileiro sabe que existe, mas tolera

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70% dos brasileiros concordam que narradoras incomodam parte do público por causa de machismo, e 14% assumem que confiam mais em análises feitas por homens

Plataforma “Red é de Sangue”  se une à Hibou Pesquisas e Insights para compartilhar novos dados de comportamento dos brasileiros

O futebol é o espelho mais honesto do Brasil. E o que ele reflete, neste momento de campeonato mundial, é um país que já não sustenta o preconceito escancarado, mas ainda carrega muito machismo nas entrelinhas.

 

Para documentar esse fenômeno e ampliar o alcance de sua atuação, a plataforma “Red é de Sangue” – iniciativa educacional anti-misoginia do braço ESG da agência Fresh PR, que tem o apoio da HeForShe (movimento global da ONU Mulheres que engaja homens e meninos como aliados ativos na luta pela igualdade de gênero), e do Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União) –  divulga uma nova pesquisa, realizada pela Hibou Pesquisas e Insights com 1.120 brasileiros, que mapeia como a misoginia se manifesta durante e depois dos 90 minutos de jogo.

 

Os dados chegam em boa hora: o campeonato que reúne seleções do mundo todo é um dos maiores eventos de mobilização coletiva do planeta. E é justamente quando o país está mais mobilizado que certas contradições ficam mais visíveis.

 

O apito feminino pesa mais

 

90% dos brasileiros reconhecem que árbitras mulheres sofrem mais pressão e desrespeito do que árbitros homens. Ao mesmo tempo, 85% consideram totalmente inaceitável que um jogador conteste uma árbitra com o argumento de que “futebol é coisa de homem”. O Brasil, em tese, já superou esse bordão. Na prática, ainda não superou o que ele representa.

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A contradição se aprofunda quando o recorte é por gênero: entre os homens, apenas 22% concordam totalmente que árbitras sofrem pressão extra, menos da metade da média geral. E 77% deles consideram inaceitável a ofensa verbal, contra 85% no geral. O discurso evoluiu, mas o comportamento, nem tanto.

 

A voz da mulher ainda incomoda

 

70% dos brasileiros admitem que narradoras esportivas incomodam parte do público, e apontam o machismo como causa. Mas, quando a pergunta vira espelho, o desconforto aparece: 14% assumem que confiam mais em análises esportivas feitas por homens do que por mulheres. Entre os homens, esse número sobe para 25%. Também são 30% os homens que não acreditam que mulheres entendem de futebol tanto quanto os homens.

 

Enquanto isso, 79% reconhecem que o conhecimento de futebol das mulheres é questionado com mais frequência do que o dos homens. E 58% dos brasileiros concordam que a mulher ainda precisa “provar” que entende do jogo para ser levada a sério como torcedora.

 

Os números revelam uma intenção de conscientização, mas na prática ainda se vê atitudes machistas.

 

Futebol e violência: quase ninguém se surpreende

 

O dado mais revelador da pesquisa não é sobre futebol, mas sobre o que acontece ao redor dele. Quando questionados se sabiam que estudos apontam aumento de violência contra a mulher em dias de jogo, apenas 19% dos brasileiros disseram que ficaram surpresos. Os outros 81% já contavam com isso, ou já sabiam, este é o tamanho da normalização da violência contra a mulher no cenário do futebol, potencializada pelo consumo de álcool e bets.

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A nova pesquisa sobre futebol do “Red é de Sangue” e da Hibou, mostra que o machismo não vive apenas nos fóruns obscuros da internet, mas também nas arquibancadas, nas transmissões e nos comentários cotidianos de um país que ama o futebol.

 

“Red é de Sangue”: da consciência à ação

 

Esse é o ponto central que a plataforma “Red é de Sangue” quer transformar em ação: a consciência existe. O que falta é movimento.

 

Lançada para combater a influência misógina nas redes sociais e suas consequências sociais, a plataforma redsangue.com.br reúne conteúdos educativos baseados em pesquisas acadêmicas, tutorial para denúncia de ódio online, abaixo-assinado por legislação contra a misoginia, e acesso a grupos para homens e mulheres, como o MuRA (Mulheres em Relações Abusivas), o Homem Autêntico e o Grupo MEMOH.

 

“Os números retratam um preconceito que se reorganizou para sobreviver. Enquanto o machismo for socialmente reprovável, mas individualmente tolerado, a mulher vai seguir tendo que provar o óbvio dentro de um esporte que também é dela.”, diz Ligia Mello, CSO da Hibou.

 

“Construímos um espaço confiável e seguro para concentrar conhecimento e ações possíveis no combate à misoginia. A Copa do Mundo é um momento em que o Brasil inteiro está olhando para o futebol e essa pesquisa mostra que é hora de olhar também para o que acontece ao redor dele.”, diz Ana Beatriz Schauff, CEO da Fresh PR e idealizadora da iniciativa.

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Sobre a pesquisa

Realizada pela Hibou Pesquisas e Insights com exclusividade para a plataforma “Red é de Sangue”, em painel digital com 1.120 respondentes maiores de 18 anos, de todas as classes sociais e regiões do Brasil, entre 10 e 16 de junho de 2026. Margem de erro de 2,9%.

 

Para acessar a pesquisa completa basta entrar no site: www.redsangue.com.br

 

Sobre o “Red é de Sangue”

Plataforma online desenvolvida pela agência Fresh PR para combater a misoginia nas redes sociais e a influência “Red Pill”, por meio de educação e convite à ação e à reflexão com caminhos claros, ao alcance de um clique. www.redsangue.com.br

 

Apoiadores

 

A iniciativa “Red é de Sangue” tem o apoio institucional de HeForShe (movimento global da ONU Mulheres que engaja homens e meninos como aliados ativos na luta pela igualdade de gênero), Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União);Hibou Pesquisas e Insights; Grupo MEMOH e Thaís Ferreira (Vereadora e autora da lei do Dia do Combate à cultura incel); entre outros.

 

A redação da plataforma é baseada em leitura de acadêmicos da área de estudos da violência de gênero, misoginia e masculinidade como Luciano Ramos, consultor de Masculinidades e Paternidades e embaixador da campanha “Homens Positivamente” da UNESCO; Dra. Isabel  Bernardes (PUC-SP); Prof. Dr. Edson Defendi; o sociólogo e criador de conteúdo Sandro Justo; Dr. Filipe e da Psicóloga e educadora Ana Luiza Telles.

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Banco Central melhora previsão de crescimento do Brasil para 2% em 2026, mas vê risco maior de inflação

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Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Banco Central elevou de 1,6% para 2% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026. A revisão foi divulgada nesta quinta-feira (25), no Relatório de Política Monetária, e reflete o desempenho acima do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, além de perspectivas mais favoráveis para os setores agropecuário e de extração mineral.

Segundo o BC, a economia cresceu 1,1% entre janeiro e março deste ano na comparação com o trimestre anterior, com avanço simultâneo da agropecuária, indústria e serviços. A melhora das estimativas também considera o fortalecimento do consumo das famílias e dos investimentos privados.

Apesar do cenário de maior crescimento, o Banco Central demonstrou preocupação com a inflação. A autoridade monetária elevou de 30% para 79% a probabilidade de o índice oficial de preços ultrapassar o teto da meta de 4,5% em 2026.

Entre os fatores que pressionam a inflação estão a alta dos preços internacionais do petróleo e de commodities, os efeitos da guerra no Oriente Médio e o aumento das expectativas inflacionárias.

A taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação, foi reduzida recentemente para 14,25% ao ano, após três cortes consecutivos. Mesmo assim, o BC avalia que os juros continuarão em patamar elevado para conter as pressões sobre os preços.

O relatório também manteve a projeção de crescimento do crédito em 9% neste ano e reduziu a estimativa do déficit em transações correntes para US$ 56 bilhões, impulsionado pelo aumento das exportações, especialmente de produtos agropecuários e petróleo.

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Para o Banco Central, o cenário econômico segue positivo para o crescimento, mas ainda cercado por incertezas relacionadas ao ambiente internacional e ao comportamento da inflação.

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Ataque a tiros durante transmissão ao vivo deixa assessor morto e vereador ferido

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

O vereador Cabo Deyvison (PL), de Mossoró (RN), foi alvo de um atentado a tiros na noite de segunda-feira (15) enquanto realizava uma transmissão ao vivo em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel. Durante o ataque, seu assessor, Diego de Oliveira Morais, foi atingido na cabeça e morreu após ser socorrido.

Segundo informações preliminares, criminosos que estavam em um veículo passaram pelo local e efetuaram diversos disparos contra o parlamentar e sua equipe. A ação ocorreu enquanto a transmissão era exibida pelas redes sociais.

Em nota publicada nas redes sociais, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, afirmou ter determinado empenho total das forças de segurança para investigar o caso. Ela também manifestou solidariedade ao vereador e aos familiares da vítima.

Diego de Oliveira Morais operava a transmissão no momento do atentado. Após ser baleado, recebeu atendimento médico de emergência, mas não resistiu aos ferimentos.

O vereador foi atingido nas pernas, recebeu os primeiros socorros ainda no local e foi encaminhado ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), onde permanece internado. Até a última atualização, não havia informações detalhadas sobre seu estado de saúde.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte investiga as circunstâncias e a motivação do atentado. Equipes das polícias Civil e Militar realizam diligências para identificar e localizar os autores dos disparos. Até o momento, ninguém foi preso.

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O caso causou grande repercussão em Mossoró e em todo o estado, especialmente pelo fato de o ataque ter ocorrido durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

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