Política MT
Botelho e Jayme Campos acompanham retomada das obras da feira do Porto

A feira do Porto, um dos mais tradicionais pontos de comércio de Cuiabá, recebeu na manhã desta sexta-feira (18) a visita do senador Jayme Campos (União) e do deputado estadual Eduardo Botelho (União), que foram acompanhar de perto o reinício das obras no local e conversar com os permissionários. Durante a agenda, as duas lideranças reafirmaram o compromisso com a entrega de uma estrutura moderna, sanitariamente adequada e capaz de fortalecer a economia local, gerando mais oportunidades para pequenos produtores e comerciantes.
As obras foram retomadas graças às emendas parlamentares destinadas pelo senador Jayme Campos, articuladas em parceria com o deputado Eduardo Botelho. A emenda no valor de R$ 1,2 milhão foi decisiva para destravar o projeto, garantindo a conclusão das obras do Mercado do Porto. Já a segunda emenda, de R$ 712 mil, destinada à implantação da sala de desossa e da fábrica de linguiça, aguarda a aprovação do projeto que está sendo elaborado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra). Após a validação técnica, o recurso será liberado.
O deputado Botelho teve papel decisivo na interlocução para assegurar os recursos, garantindo que a obra não permanecesse paralisada e que os feirantes tivessem condições dignas para trabalhar. Com esses aportes, a Prefeitura de Cuiabá conseguiu retomar a fase final dos trabalhos, beneficiando diretamente comerciantes, produtores e pequenos empreendedores que dependem da movimentação intensa da feira do Porto.
Ele destacou o compromisso do Legislativo com a revitalização da feira do Porto e a importância de garantir condições adequadas para o trabalho dos feirantes. “Viemos aqui hoje para ver o início das obras na feira do Porto. Enviamos emendas para dar seguimento e terminar os trabalhos, garantindo condições para que os feirantes retornem ao seu comércio com mais conforto e segurança. Colocamos uma emenda junto com o senador Jayme Campos para finalizar a sala de desossa, a fábrica de linguiça e também complementar as obras que faltam, como calçada, muro e demais estruturas. São cerca de R$ 2 milhões articulados por mim junto ao senador Jayme Campos. Eu sempre defendi a agricultura familiar e a feira é um dos principais espaços onde esses produtos chegam à população. Nosso objetivo é fortalecer os feirantes e, principalmente, a produção de pequena escala, permitindo que fabriquem sua linguiça aqui, tenham certificação e possam vender dentro e fora do estado.”
O senador Jayme Campos destacou a relevância das obras para impulsionar o comércio local e reforçou seu compromisso com a modernização da feira do Porto e fortalecer a agricultura familiar, setor que considera essencial para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. “A retomada dessas obras foi viabilizada por meio de emenda que destinei, indicada pelo deputado Eduardo Botelho. Alocamos quase R$ 2 milhões para concluir os trechos que estavam faltando, incluindo a área de desossa e a fábrica de linguiça. Tenho absoluta certeza da importância desse investimento para melhorar as atividades comerciais e fortalecer nossa agricultura familiar. Mato Grosso tem um potencial gigantesco, mas precisa de estrutura e apoio para que os pequenos produtores tenham espaço. Estou aqui ao lado do deputado Botelho reforçando que, se houver necessidade de mais recursos, estou totalmente à disposição. Queremos transformar este espaço em um ponto turístico da capital e garantir um ambiente digno para quem trabalha aqui.”
Regis Souza, permissionário da feira do Porto e um dos representantes mais atuantes na defesa das melhorias do espaço, comemorou o anúncio feito pelo deputado Eduardo Botelho e pelo senador Jayme Campos durante a visita desta sexta-feira. Segundo ele, a presença das lideranças reforça a confiança dos trabalhadores na conclusão das obras e na retomada das atividades essenciais para o pleno funcionamento da feira. “Estamos muito agradecidos ao deputado Botelho e ao senador Jayme Campos por virem aqui e nos garantirem que o dinheiro já está na conta da Prefeitura para a finalização das obras, da fábrica de linguiça e da sala de desossa. Ficamos muito satisfeitos com a visita deles, dois grandes nomes da política mato-grossense, que só vêm somar ao Mercado do Porto.”
Regis ressaltou que acompanha essa luta desde fevereiro, quando a sala de desossa foi embargada e o Ministério Público passou a cobrar a regularização da produção de linguiça. “Fizemos reuniões com o MP, com a Prefeitura e propusemos buscar os recursos para que eles executassem o projeto. Hoje vemos isso acontecer, e é uma grande vitória para todos nós”, finalizou.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
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