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Centenas de pessoas debatem regularização fundiária em audiência realizada pela ALMT

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Foto: MARCOS LOPES / ALMT

Centenas de pessoas lotaram a Câmara Municipal de Juara (distante a 694 Km de Cuiabá) na noite de quinta-feira (9) para debater sobre a regularização fundiária urbana do município, durante audiência pública promovida pela presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputada Janaina Riva (MDB). Como encaminhamento dos debates, ficou convencionada a formação de uma comissão entre a prefeitura de Juara, o Poder Judiciário, Câmara Municipal e Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) com o intuito de analisar um a um, cada caso apresentado na audiência.

Segundo um levantamento apresentado pela prefeitura de Juara, são mais de 20 áreas, entre urbanas e rurais, que carecem de regularização. “Quando assumimos um cargo público nos deparamos com problemas que se perpetuam ao longo do tempo. Décadas e mais décadas vão passando e os problemas ainda estão aí, dentre eles o da regularização fundiária. Queremos e devemos ser parceiros dessa iniciativa e hoje nos comprometemos a fazer o que for possível para ajudar o Intermat nessa empreitada. Essa audiência serviu para que a gente tenha um norte sobre como e por onde começar”, disse o prefeito Carlos Sirena.

Em sua fala, o juiz da segunda vara de Juara e diretor do Fórum, Alexandre Sócrates Mendes, lembrou que regularização fundiária é coisa séria e que, neste aspecto, é necessário separar o joio do trigo para que os aproveitadores e criminosos não sejam beneficiados.

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“Infelizmente nem todos os problemas apresentados são passiveis de resolução porque a Lei de Parcelamento do Solo Urbano, além de prever as formas de parcelamento, estabelece condutas que são configuradas como crime. Tem pessoas que são vítimas e tem pessoas que são criminosas nessa área. Então, a gente, necessariamente, precisa separar o joio do trigo. Regularização fundiária não é ‘oba oba’, nem quer dizer que vamos regularizar a terra do cara invadiu ou desmatou um patrimônio nacional. Não é isso. Nós estamos aqui para auxiliar aquelas pessoas que têm o seu legítimo direito e anseio de ter sua legítima casa própria, que é um direito constitucional e, para isso, precisamos fazer essa distinção. O segundo ponto que acho importante dizer, é que ninguém resolve esse tipo de problema sozinho, nós precisamos dar as mãos e todos aqueles que têm a possibilidade de resolver o problema na sua área precisa fazê-lo. Esse hoje foi um grande passo e isso é mérito dos vereadores e da deputada que atendeu o pedido deles e mobilizou a todos em torno dessa audiência”, explicou o juiz.

A advogada e representante do Intermat na audiência, Iza Karol Gomes Luzardo Pizza, lembrou que a parceria com o município será de extrema importância para o andamento dos trabalhos. “A regularização é feita por etapas e o primeiro passo a prefeitura já deu ao nos apresentar hoje quem são os donos desses terrenos. Não há dificuldade que não possa ser vencida quando todo mundo senta à mesa e tenta traçar caminhos. A situação da regularização urbana de Juara não é diferente do resto do Brasil. Hoje, propomos aqui uma parceria para a prefeitura de levantamentos topográfico das áreas a serem regularizadas, bem como com relação à assistentes sociais para fazer o levantamento do perfil de quem está nesses lotes”, disse a advogada.

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Janaina Riva ressaltou o orgulho que sentiu em presidir a audiência em sua cidade natal e do fato de a primeira mulher a presidir o Parlamento estadual ser juarense. “Eu fico emocionada quando venho para minha terra e me compadeço com a situação fundiária problemática que temos aqui. Os vereadores Salvador Pizzolio e Léo Boy colocaram muito bem em suas falas a falta de continuidade nas ações relacionadas a esse assunto, que é o que nós estamos buscando hoje. Queremos esse acompanhamento integral do Intermat para que consigamos esses títulos definitivos e hoje saio dessa audiência extremamente otimista de que o trabalho conjunto dará bons frutos”, finalizou.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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