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Fávero vai a Sinop e garante acompanhar implantação de escola cívico-militar no município

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Foto: JOELMA PONTES

O deputado estadual Silvio Fávero, autor da Lei nº 10.922/2019  (Veja a ítegra aqui)  que facilita a implantação da escola cívico-militar compartilhada, nos municípios mato-grossenses esteve em Sinop nesta quinta-feira (28), em audiência pública, para debater a implantação de uma unidade de ensino nessa modalidade para o município, que há três anos tenta efetivar a escola que até hoje não saiu do papel.  Os municípios que contam com a escola militar são Cuiabá, Confresa, Juara, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Rondonópolis e uma pelo Corpo de Bombeiro Militar, em Alta Floresta.

Na reunião, Fávero explicou que a lei foi criada com intuito de preservar e resgatar valores morais, perdidos com o tempo. Ele salientou ainda, que a escola militar não foi criada para competir com as escolas convencionais, mas para somar e auxiliar. “A proposta da escola militar é passar valores, hierarquia, disciplina principalmente. Bem o contrário do que vemos diretor por aí, relatos e matérias na imprensa de agressão de alunos contra professores. Isso vai acabar”, pontuou.

As explicações do parlamentar foram reforçadas pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel José Jonildo de Assis. Segundo o coronel, a escola militar executa um modelo próprio de administração das oito escolas que existem no estado e hoje é referência para outros estados. “Nosso intuito é, também, fazer com que nossas crianças e adolescentes se cobrem mais de si e apresentem bons resultados de suas disciplinas pedagógicas e na vida. Essa turma que está em salas de aula, é o futuro da nossa nação e estamos trabalhando para evoluir e ajudar na formação de bons cidadãos”, observou o coronel Assis.

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Ainda de acordo com o coronel Assis, neste primeiro momento a ideia é implantar escolas nessa modalidade nos municípios onde tenham o batalhão da PM. O coronel também destacou a atuação da polícia militar, informando que são atendidas pela PM cerca de 6 mil crianças e adolescentes através das escolas e projetos sociais – voltados ao esporte –, cujo princípio é: Deus, família e a pátria através da hierarquia, disciplina e o civismo.

O requerente da audiência pública, vereador e professor Hedvaldo Costa, citou exemplo do Amazonas em que cem por cento dos alunos do alunos foram aprovados no Exame Nacional do ensino Médio (Enem). “O que queremos são alunos preparados para enfrentar a vida e preparados para enfrentar qualquer debate em sala de aula e ter ensino de qualidade, como um filho de juiz tem e a escola militar, tem essa capacidade em todos os aspectos”, defendeu o vereador.

Durante a discussão, Fávero ressaltou que a partir da sanção da lei cabe ao prefeito mostrar interesse pela implantação da escola compartilhada. Como exemplo, o parlamentar citou Primavera do Leste em que a prefeitura doou o terreno e comerciantes locais auxiliaram financeiramente na construção da escola. A medida, segundo o deputado, elimina uma série de exigências burocráticas previstas em lei anterior e facilita o acesso da população. “A lei facilita uma série de burocracias antes exigidas e, só não sairá do papel a partir de agora se o prefeito não quiser”, pontuou Fávero.

A lei prevê ainda que policiais da reserva poderão contribuir prestando serviços remunerados. Fávero também fez questão de deixar claro que, a implantação das escolas não cria possibilidade de demissão de professores, como tem sido questionado em todos os municípios por onde tem passado para falar sobre o assunto. Informou ainda, que a Capital será contemplada pelo governo federal, com um aporte financeiro de R$ 2 milhões para implantação de duas escolas na Capital.

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“Não existe isso, pelo contrário, surgirá é mais oportunidade de ainda aumentar a renda do professor, uma vez que ele poderá dar aula em mais uma escola e não se sobrecarregar ou perder a vaga para outro profissional. A escola militar compartilhada é uma parceria entre Secretaria de Estado de Educação (Seduc)”, elucidou o deputado ao destacar também “que a escola militar vem para somar e transmitir valores primordiais que se perderam.

 A secretária municipal de Educação, Veridiana Pagnotti, alegou na audiência que há três anos a prefeitura tem buscado a implantação da escola militar sem lograr êxito. Segundo ela, foram oferecidos os espaços das escolas Lindolfo Trieweiller e Menino Jesus, para o modelo compartilhado, mas que até então não houve resposta do estado com relação ao pedido.

Também presente, o responsável pela escola militar em Sorriso, Major Botelho, destacou a importância da implantação da unidade. “Estamos somando e contribuindo e empoderando os profissionais da educação no município de Sorriso  há cerca de quase  3 anos e influenciando os nossos alunos, positivamente, ao ensinar o significado da palavra respeito e a sua reciprocidade. Dentro de dois pilares  fundamentais: hierarquia e disciplina o que valoriza os nossos professores e cria-se então, um ambiente harmonioso e respeitoso”, observou o Major.

Representando a Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Sinop, o advogado Cláudio Alves Pereira agradeceu o deputado Silvio pela inciativa e foi enfático ao destacar que o fato de Sinop até o momento não conseguir implantar a escola militar na cidade, revela a falta de liderança na cidade.  Cláudio ainda destacou que o país atravessa o seu pior momento e que em nada tem haver com crise financeira, mas moral.

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“Faltava liderança, mas o deputado Silvio já assumiu esse posto e com certeza lutará por nossos interesses. Sinop merece e agradece. É possível ainda ter esperança em nosso país, quando vemos esse trabalho magnífico executado pela Polícia Militar. Mas, a minha felicidade é que conseguimos entender a falta que faz um a liderança em nossa sociedade. Liderança política, especialmente. Foi necessário trazer esse assunto à baila em Sinop, para que as coisas caminhem como deve ser”, observou Cláudio.

Participaram também, da audiência em Sinop, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco, o coronel Wesley de Castro Sodré, comandante do 3º comando Regional de Sinop; Comandante Regional CBMMT, coronel Jovane; vereadores Luciano Chitolina e Ícaro;  pioneiros de Sinop: emerson Antonielli, Adriano Peroni, presidente do Sindicato Municipal de Sinop; lideres religiosos; Pastor Amarildo, Pastor Adelmo Américo, estudantes de Sinop, professores, comerciantes e comunidade.

Visita aos municípios – Desde a sanção da Lei nº 10.922/2019, o deputado Silvio Fávero tem percorrido os municípios que solicitaram o debate para a implantação da escola compartilhada cívico-militar. No dia 18 deste mês, o deputado esteve no município de Jangada. Já no dia 6 de dezembro, Fávero participará de uma audiência pública sobre o mesmo assunto, em Vila Rica (1.270 quilômetros de distância da Capital).

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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