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Política MT

Chico Guarnieri integra Comissão Especial da AL que debaterá o futuro da distribuição de energia em MT

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O deputado Chico Guarnieri (PRD) integra a Comissão Especial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que vai discutir o futuro da distribuição de energia em Mato Grosso. A instalação do grupo de trabalho foi realizada nesta terça-feira (2), e durante a reunião foram discutidos alguns dos problemas que a população enfrenta com relação ao serviço prestado pela Energisa, concessionária de energia que atua no estado.

O contrato de concessão para a Energisa encerra em dezembro de 2027, mas as movimentações para a renovação começam já no primeiro semestre do ano que vem. A proposta da Comissão Especial é avaliar qual o melhor caminho a ser seguido diante do serviço ofertado atualmente: se será a renovação, uma nova licitação ou até mesmo a reestatização da energia mato-grossense.

Entre as adversidades enfrentadas pelos consumidores estão a manutenção das redes e os investimentos feitos pela empresa. O parlamentar Chico Guarnieri avaliou que seria uma boa medida que a concessionária discutisse com a Assembleia Legislativa e demais atores da sociedade, por exemplo, os empresários, os pontos que precisam que esses investimentos sejam feitos, para que seja um trabalho assertivo.

“A empresa aqui tem um lucro muito alto e precisa investir Às vezes, os planos dela são para um tipo de investimento, mas isso poderia ser discutido para que fossem apresentadas as demandas da população. Além disso, os orçamentos apresentados pela concessionária é o dobro do praticado por outras empresas do ramo”, pontuou Chico Guarnieri.

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Foto: Samantha dos Anjos

Nesse sentido, o parlamentar narrou que, um curtume para ser reativado em Barra do Bugres está com uma estimativa de R$3,3 milhões para uma nova rede elétrica, por parte da concessionária, enquanto que uma empresa particular o valor seria mais abaixo.

Ainda pensando nos obstáculos em sua região, o parlamentar comentou que a concessionária tem construído a rede de energia, instalando os postes em pontos inadequados e depois precisarão ser removidos, a exemplo, do trabalho realizado na rodovia MT-247 (Marcelo Sansão). A estrada, que liga Barra do Bugres a Lambari D’Oeste, está em obras de pavimentação.

“Com relação à manutenção das redes, tem muito pedido para que os produtores rurais e sitiantes participem e atuem no cuidado com a rede elétrica. Falo isso porque é o que acontece em Barra do Bugres”, contou o parlamentar.

O trabalho – Na reunião de hoje foi definido também o próximo passo que será dado. A deputada Janaina Riva (MDB) agendará reuniões no Ministério de Minas e Energia (MME) e na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília para debater a questão. A previsão é que os encontros sejam realizados ainda neste mês. Os parlamentares consideram também procurar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Comissão Especial é presidida pelo deputado e presidente da ALMT, Max Russi (PSB) e tem Wilson Santos (PSB) como vice. Eduardo Botelho (União Brasil) será o relator e os demais membros são os parlamentares estaduais Faissal Calil (Cidadania), Júlio Campos (União Brasil), Valdir Barranco (PT), além de Léo Bortolin, presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e Marcus Vinícius Gregório Mundim, coordenador jurídico da AMM.

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Fonte: ALMT – MT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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