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Claudinei indaga sobre a estrutura precária da 2ª Ciretran de Rondonópolis ao governo de MT

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O deputado continua em busca de soluções para adequação da estrutura do atual prédio ou mudança de local da Ciretran de Rondonópolis

Deputado Claudinei com Nazário no antigo prédio que era ocupado pela Ciretran de Rondonópolis- Foto: Assessoria

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) encaminhou requerimento à presidência do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e ao governo de Mato Grosso para obter informações sobre o prédio que está instalada a 2° Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Rondonópolis, localizada no bairro Jardim Mato Grosso. O motivo deve-se a estrutura física ser insalubre e inadequada, o que interfere nos trabalhos dos servidores e, consequentemente, durante o atendimento à população do município.

No documento, o parlamentar cita sobre o parecer técnico de n.° 021/2021 que foi elaborado pelos profissionais da Coordenadoria de Obras do Detran que comprova a precariedade do imóvel. Com isso, ele indaga à gestão estadual quais são as medidas tomadas para o início da reforma do imóvel, se há possibilidade de construir uma sede própria e, também, sobre o custo pago no aluguel e a duração do contrato de locação.

Prédio

Em agosto de 2020, o deputado esteve reunido com o diretor Carlos Nazário da 2ª Ciretran para discutir a probabilidade de ocupar o antigo prédio que fica no bairro Colina Verde, onde funcionava a instituição ou solucionar os problemas existentes no atual local. No entanto, este antigo imóvel que possui uma estrutura ampla para atender as necessidades dos 39 servidores, foi cedido pelo governo estadual para ser ocupado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema).

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De acordo com Nazário, mesmo com a cessão de uso, ainda o imóvel não foi ocupado. “Estamos atualmente, em uma localidade que tem veículos em alta velocidade, esgoto correndo a céu aberto. A Sema ainda não ocupou o prédio. Continua na mesma situação. Está esse impasse. Estamos em julho, até agora não foi ocupado”, explica o diretor que acrescenta que esse antigo prédio da Ciretran é próprio e avaliada pela prefeitura, com valor de cerca de R$ 1,4 milhões e que o valor comercial é bem maior.

Ele conta que hoje a locação do prédio atual é de quase R$ 18 mil. “O prédio que estamos é locado pelo Estado. Um dos nossos interesses seria o antigo prédio, pois é próprio. O ex-governador Jayme Campos que construiu lá. Suspendeu a reforma devido situações ilícitas que ocorreram na época. É um local privilegiado, precisávamos reformá-lo e sair do aluguel. Ali é uma área privilegiada, facilita o acesso para os veículos e tem como estacionar”, anseia.

Reivindicações – Antes da cessão de uso para a Sema, o parlamentar já apresentou três indicações de n.º 671/2020, n.º 3.380/2020 e n.º 4.791/2019 na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para que o Detran pudesse fazer a reforma do antigo prédio.

“O atual imóvel tem um espaço insuficiente para a execução dos trabalhos e armazenamento de documentos. “Já apresentamos indicações ao governo de Estado e, agora, queremos respostas sobre a adequação deste ambiente ou, se eles têm expectativa, de construir uma sede própria. São várias caixas de documentos que não cabem mais nas salas e que ficam nos corredores do prédio”, conclui o parlamentar que presenciou as precariedades no atual local que fica a Ciretran.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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