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Claudinei pede a liberação de projeto ao Pivetta para construção de nova sede da 6ª CIBM de Primavera do Leste

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A construção da nova sede da 6ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militar é aguardada desde 2017 e depende do projeto executivo

Deputado com o governador Pivetta, vereador e bombeiros militares

O deputado estadual Delegado Claudinei (UB) reuniu com o governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (sem partido), no dia 22 de fevereiro, no Palácio Paiaguás, para verificar a situação do projeto executivo para a construção de nova sede da 6ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militar (CIBM), em Primavera do Leste, que é aguardada desde 2017. Estiveram presentes o vereador José Paulo Zancanaro (MDB) e os diretores de Administração Institucional da instituição militar – o titular coronel Paulo Correia e o adjunto tenente coronel Marcelo Augusto Reveles.

“Essa demanda, eu já tinha identificado desde 2020, quando eu era presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa, e o vereador pediu esse apoio para nós, semana passada, em que a prefeitura já cedeu o terreno para a construção de uma nova sede do Corpo de Bombeiros e está travada a situação. Agora só depende da liberação do projeto por parte do Estado e viemos pedir esse apoio ao governador Pivetta”, declarou o deputado.

Situação

De acordo com o Zancanaro, o atual prédio dos bombeiros militares do município é bem crítico. “Tinha um terreno muito bom que foi doado pela Prefeitura de Primavera do Leste, mas venceu o prazo e perdeu o efeito da doação. Então, nós resgatamos e fizemos uma lei municipal para aumentar o prazo de dois a três anos – desde a doação até a construção. A prefeitura se comprometeu com um aporte de R$ 500 mil, parece que já está disponível. Só que estamos parados com o projeto que está na Sinfra (Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso) que tem que liberá-lo”, justifica o vereador.

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O coronel Paulo Correia que representou o comandante-geral do CBMMT Alessandro Borges, esse projeto foi elaborado pela Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) com articulação junto à Sinfra. “Se o projeto executivo for entregue, a obra será construída com base no termo de convênio entre o governo do Estado e Primavera do Leste. Desde 2017, é aguardada a construção da nova sede e os recursos estão garantidos. No ano passado, o governador chegou a liberar os recursos para a gente poder fazer o convênio e a Sinfra tem que validar o projeto”, explicou o diretor institucional.

Trâmites

Na oportunidade, Pivetta buscou mais esclarecimentos e entrou em contato com o prefeito Léo Bortolin (MDB) que confirmou que concedeu o terreno e o recurso financeiro, contando com a contrapartida do governo estadual. “O que está pendente é a análise do projeto pela Sinfra. No início, estava estimado o valor de R$ 2,8 milhões para a construção. Estávamos trabalhando com o Corpo de Bombeiro junto com a AMM com avaliação da Sinfra”, confirmou o chefe do executivo municipal.

Para o governador em exercício, o projeto executivo deveria ter sido aprovado pelo município para os trâmites serem mais rápidos devido a sede estar na cidade. Logo, ele entrou em contato também com a representante da superintendência de projetos da Sinfra e teve a informação que o projeto feito pela AMM estava em fase de análise, mas que já faltava poucas adequações para serem finalizadas e que seria feito o pedido de prioridade.

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Requerimento

Em junho de 2020, Claudinei apresentou requerimento de n.º 248/2020, por meio da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, em que apontou que a unidade atual estava com a estrutura física em condições precárias ao Governo de Mato Grosso.

“Quando estivemos no prédio do Corpo de Bombeiros de Primavera do Leste, presenciamos rachaduras visíveis e a falta de espaço por também abrigar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e os alojamentos e refeitórios com espaços bastante reduzidos”, lembra Claudinei.

Um ano depois, o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, respondeu o documento informando que os projetos arquitetônico, elétrico, sanitário, executivo e de segurança contra incêndio e pânico haviam sido elaborados com a parceria entre o CBMMT e a AMM, protocolados junto à Sinfra, para a elaboração do termo de referência que procederia ao processo licitatório para a execução da obra.

Unidade – A 6ª CIBM foi criada em 2000, em que integra o 3º Batalhão Militar do 2º Comando Regional de Rondonópolis.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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