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Claudinei pede apoio a Neri Geller para demandas de infraestrutura de Campo Verde

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As reivindicações foram feitas por representantes do município que estão relacionadas a pavimentação asfáltica de dois distritos

Deputado Claudinei e representantes de Campo Verde se reúnem com Neri Geller- Foto: Assessoria

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) esteve reunido com o deputado federal Neri Geller (PP), nesta última sexta-feira (19), para verificar apoio na área de infraestrutura do município de Campo Verde. Na oportunidade, também estiveram presentes o prefeito municipal, Alexandre Lopes (PDT), o vereador Sargento Sampaio (PSL) e o comandante e tenente-coronel, Anderson Luiz da Silva, da 8ª Companhia Independente da Polícia Militar (PM).

Inicialmente, foi apresentado a necessidade da pavimentação asfáltica do distrito industrial do município que existe há mais de 20 anos. De acordo com Sampaio, as vias ficam intransitáveis nos períodos de chuva e seca que, consequentemente, geram atoleiros e poeira. “Fizemos uma Comissão em que eu tomei a frente. Chegamos a nos reunir com cerca de 80 empresários e eles não merecem ficar sofrendo com essa situação”, comenta o vereador.

Distrito Industrial

Segundo o comandante Luiz, o veículo da polícia militar já chegou a ficar atolado em uma das vias do distrito durante o atendimento de uma ocorrência. “A gente tenta fazer o possível. Na seca se formam valetas, por usarmos carros pequenos, temos que dirigir com total cuidado. Além das empresas, existem moradores com residências. A vinda do asfalto, essa realidade vai mudar”, conta o tenente-coronel.

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O prefeito Alexandre ao mencionar sobre os problemas com erosões no solo, a formação de grande volume de água no período das chuvas que gera um grande caos no distrito, Neri Geller considerou que essa situação seja levada para a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR). “Vamos ver uma agenda e o Neri Geller se dispôs a nos acompanhar para verificar a situação. A prefeitura já tem todo o projeto que foi divido em cinco partes, cujo valor estimado é de R$ 16 milhões”, explica Claudinei.

Prefeito Alexandre expõe as dificuldades nos distritos de Campo Verde sem asfalto- Foto: Assessoria

Capim Branco

Devido ao município contar com Museu da Estação Telégrafo Coronel Ponce, na região do distrito Capim Branco, Sampaio solicitou apoio junto ao Ministério de Turismo para viabilizar recursos financeiros para a pavimentação asfáltica nos trechos da rodovia MT-344 até o museu. “Este local já é um local atrativo, histórico e natural que pode transformar o distrito em um potencial turístico do município e, consequentemente, gerar empregos e renda para a região”, aponta o vereador.

“Essa é a primeira estação levantada por Marechal Rondon, a uma distância de cerca de 6,5 km entre a MT-344 ao museu. Já conseguimos uma ponte de concreto. Essa pavimentação vai beneficiar duas comunidades da região. A prefeitura já está elaborando o projeto e precisamos da intervenção do Ministério do Turismo”, detalha o parlamentar municipal.

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Com as duas reivindicações de infraestrutura para atender Campo Verde, Neri Geller se prontificou, logo que definirem as agendas, em participar das reuniões com os envolvidos junto aos Ministérios de Desenvolvimento Regional e do Turismo. Em relação a destinação de emendas parlamentares, Claudinei aproveitou para fazer uma videoconferência com o deputado federal Dr. Leonardo (SD) que é o coordenador da bancada de Mato Grosso, para adiantar as demandas e verificar a disponibilidade de cada parlamentar em contribuir com recursos.

Ciopaer

Na oportunidade, Claudinei entregou ofício ao Neri para conseguir apoio com emendas para a instalação de uma base do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), em Rondonópolis, que vai beneficiar as regiões sul e sudeste de Mato Grosso. “É com alegria de ter recebido Claudinei no meu escritório. Ações importantes na segurança. Agora, com relação ao helicóptero, nos comprometemos a correr atrás destes recursos. Rondonópolis hoje é um dos polos mais importantes de Mato Grosso e do país. Vamos tentar no possível recursos com emendas ou trabalharmos junto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)”, ressalva o deputado federal.

De acordo com levantamento da gestão do Ciopaer, o custo aproximado para instalação de uma base seria em torno de R$ 28 milhões, sendo R$ 25 milhões para aquisição de um helicóptero; R$ 2 milhões para construção do hangar; R$ 600 mil para compra de um caminhão tanque de abastecimento; R$ 400 mil para aquisição de mobiliário básico para o hangar.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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