Política MT
Com articulação de Lúdio, Chioro anuncia ampliação de investimentos no novo Hospital Universitário

O novo Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em construção na saída de Cuiabá para Santo Antônio de Leverger, terá 286 leitos e vai ampliar os serviços já oferecidos pelo Hospital Universitário Júlio, hoje localizado no bairro Alvorada, na capital. O perfil dos serviços que serão oferecidos na unidade foi tema de audiência pública liderada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) ao lado do presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Arthur Chioro, responsável pela gestão do hospital, da reitora da UFMT, Marluce Silva, e do superintendente do hospital, Reinaldo Gaspar.
Chioro participou de agendas durante toda a terça-feira (17) em Cuiabá junto de Lúdio, Marluce e Gaspar. Pela manhã, o presidente da EBSERH visitou a obra do novo Hospital Universitário, localizado na rodovia MT-040, conhecida como Rodovia Palmiro Paes de Barros. Durante a tarde, foi realizada a audiência pública pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. Chioro ainda visitou a sede do atual Hospital Universitário Júlio Muller antes de retornar a Brasília.
O contrato das obras do novo hospital está sob gestão do Governo de Mato Grosso em contrato estimado em R$ 207 milhões, com metade de recursos do Governo Federal e metade de recursos estaduais. Ao final da construção, o hospital será doado à UFMT e ficará sob gestão da EBSERH. São estimados valores entre R$ 130 milhões e R$ 140 milhões para a compra de equipamentos e mobiliários, e o custeio anual da nova unidade hospitalar deve ficar na casa dos R$ 430 milhões por ano. O novo HU vai, atender, por exemplo, procedimentos de alta complexidade em cirurgia cardiovascular, na oncologia e na nefrologia
“Esta será a unidade hospitalar mais importante de Mato Grosso e, nesse espírito, é importante dar voz à população usuária do atual hospital e às demandas por serviços que o Estado ainda não realiza, como os pacientes do Tratamento Fora de Domicílio, e que o novo hospital dará conta dessa tarefa. Ficou claro na audiência as demandas que nós temos e a ação que temos que colocar em prática para que o hospital entre em funcionamento o mais rapidamente possível. A obra deve ficar pronta até o final de dezembro e em um intervalo de no máximo 60 dias, todo desenho do perfil assistencial precisa ficar finalizado, e um dos encaminhamentos da audiência é o diálogo entre o hospital, a Secretaria de Estado de Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde, e o Conselho de Secretários Municipais para finalizar esse desenho assistencial, para, no passo seguinte, a EBSERH iniciar todo o processo de licitação para aquisição de equipamentos, planejamento de concursos para contratação de pessoal que irá atuar, além do desenho do custeio”, declarou Lúdio.
O deputado lembrou de agendas realizadas neste ano em Brasília (DF) com Chioro e também no Ministério da Educação (MEC), ao qual a EBSERH está vinculada, e no Ministério da Saúde, responsável pelo repasse de recursos para o custeio do hospital. O Hospital Universitário, além do atendimento pelo SUS, realiza formação dos profissionais da área de saúde da UFMT.
“Nós estivemos já em Brasília em uma agenda com o Ministério da Saúde e tudo aquilo que for acrescentado de serviços nessa nova unidade, como por exemplo a oncologia, virá recurso novo para esse serviço funcionar, para não haver disputa entre os atuais hospitais com o novo Hospital Universitário, são recursos novos para serviços novos. E faremos ainda o debate sobre mobilidade urbana, como assegurar o acesso da população até o hospital, também faremos ainda este ano. E a transição do atual hospital para o novo hospital, que vai começar assim que a obra seja concluída, mas há todo um conjunto de etapas em que os serviços vão ser implantados gradativamente”, pontuou Lúdio.
O desenho do hospital proposto por Chioro e pela EBSERH tem no total 286 leitos ativos para quando o hospital entrar em pleno funcionamento. São 180 leitos de internação, sendo 84 leitos clínicos e cirúrgicos – incluindo enfermaria de Saúde Indígena – 14 leitos pediátricos, 27 leitos obstétricos, 30 leitos de UTI Adulto, 10 leitos de UTI Neonatal, entre outros. E há previsão de outros 106 leitos de observação, o que inclui centro de infusão e quimioterapia, hemodiálise, e outras especialidades.
“Concluídas as obras, o hospital será doado para a UFMT, que será a dona do hospital, gerido por contrato de 20 anos com a EBSERH, mas todos os benefícios e investimentos, equipamentos, tudo é público, da universidade federal, para atender o povo de Mato Grosso. É importante destacar essa questão porque a lei que cria a EBSERH obriga que 100% do atendimento seja para o Sistema Único de Saúde, tudo absolutamente gratuito. Mato Grosso terá um dos mais modernos hospitais universitários do país totalmente destinado ao SUS”, argumentou Arthur Chioro.
O presidente da EBSERH destacou ainda que os serviços a serem oferecidos passarão por uma nova análise, após as demandas apresentadas pelos pacientes do SUS e pelos trabalhadores do atual hospital durante a audiência pública.
“Ouvimos professores, pacientes, trabalhadores, gestores, gente que está vivendo o dia a dia do SUS. Foram sendo apontados uma série de contribuições que vão ser incorporadas à definição neste momento que estamos vivendo ao perfil assistencial. O Hospital Júlio Muller, ao ser transferido para o novo espaço, não apenas vai trazer aquilo que já faz, mas terá possibilidade de ampliar muito a sua oferta. Isso vai suprir as principais lacunas e dificuldades de hoje, e também observando o envelhecimento da população, o aumento das doenças crônicas e degenerativas, e do câncer, por exemplo. São funções que um hospital universitário pode cumprir com muita capacidade e qualidade para o SUS e, ao mesmo tempo, aproveitar para fazer a melhor formação possível para os futuros profissionais da saúde”, resumiu Arthur Chioro.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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