Política MT
“Todos os deputados têm que ter voz ativa”, afirma Delegado Claudinei
Delegado Claudinei tomou posse no cargo de 3º Secretário da Mesa diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2021/2023

Delegado Claudinei tomou posse no cargo de 3º Secretário da Mesa diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2021/2023- Foto: Assessoria
Após tomar posse no cargo de 3º Secretário, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) disse que a nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa busca dar voz ativa a todos os parlamentares. A afirmação foi feita pelo deputado logo após a Sessão Solene de Posse da Mesa Diretoria eleita para o biênio 2021/2023, que aconteceu na manhã desta segunda-feira (1º), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.
“A gente tem que ter mais voz ativa, não podemos deixar só para três deputados resolverem situações importantes, internas e externas, que exigem a participação legislativa dos deputados. Todos os deputados têm que ter voz ativa e isso foi o motivo que aceitei apoiar a reeleição do presidente Eduardo Botelho e participar da atual Mesa Diretora”, declarou Delegado Claudinei.
Na cerimônia, o atual presidente, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), foi reconduzido ao cargo para o seu terceiro mandato. A deputada Janaína Riva (MDB) permaneceu como vice-presidente e Max Russi (PSB), como primeiro-secretário. Foram empossados ainda os deputados Wilson Santos (PSDB), como 2º vice-presidente, Valdir Barranco (PT), como 2º secretário, deputado Claudinei Lopes (PSL), como 3º secretário e Paulo Araújo (Progressistas), como 4º secretário.

Mesa Diretora biênio 2021/2023 Créditos: JLSiqueira_ALMT
Para o parlamentar, nos últimos dois anos a Casa de Leis aprovou projetos de suma importância e trabalhou em prol da população mato-grossense. Entre as ações, o Legislativo fez a devolução de sobras do duodécimo para o Governo Estadual fazer investimentos em Saúde e Segurança Pública. E que, no cargo de 3º secretário, vai continuar sempre trabalhando para ajudar o funcionalismo público.
“Início do ano passado, nós votamos contra a reforma da previdência para não aplicar a alíquota de 14%, que considero arbitrária. Realmente, um confisco das aposentadorias e pensões, principalmente de professores que ganham em torno de R$ 6 a R$7 mil”, pontuou, lembrando que o governador agora em janeiro vetou o Projeto de Lei Complementar nº36, que retira o confisco de 14% aos aposentados e pensionistas que recebem até R$ 6,1 mil. “Vamos tentar convencer os outros deputados para derrubar o veto do governador”, completou.
RGA – Outra pauta que Claudinei destaca é a luta para conceder aos servidores públicos estadual a Revisão Geral Anual (RGA), que desde 2017 estão sem receber essa recomposição salarial. “Infelizmente o governo estadual não apresentou nenhuma proposta e/ou contraproposta, em várias reuniões que tivemos com os sindicatos. Acho que o governador (Mauro Mendes) tem que ter um pouco mais de bom senso e apresentar uma contraproposta mesmo que de forma parcelada, regularizando o RGA dos servidores públicos. Devido à pandemia, 2020 foi um ano muito difícil para todos nós, servidores e sociedade em geral”, finalizou Claudinei.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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