Política MT
Comissão de Educação debate educação inclusiva
A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto deve realizar, em breve, uma visita técnica ao Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies), o foco é avaliar as condições de trabalho de local e as necessidades de investimentos futuro para que a unidade seja referência em educação inclusiva.
A decisão da vista foi tomada pelo presidente da Comissão, o deputado Thiago Silva, que comandou na quarta-feira (5) uma quarta reunião ordinária da comissão, que teve como foco de debates o tema “Educação Inclusiva”. A reunião contou com a participação dos deputados Wilson Santos, Valdir Barranco e Sebastião Rezende.
O presidente do Conselho Estadual de Defesa do Deficiente, Luiz Carlos Grassi, destacou a necessidade de uma politica eficiente de educação inclusiva. “Temos que analisar que essa educação deve ser prioritariamente de qualidade”, disse.
Na reunião foi lembrado também a necessidade de um trabalho multidisciplinar envolvendo outras secretarias e o investimento também no desporto paralimpico como forma também de inclusão.
Gabrielle Andrade, da Associação Dislexia MT, argumentou de forma emocionada que se deve incluir a dislexia no plano estadual de educação. “Não podemos deixar que essas pessoas sejam excluídas e nossas escolas precisam estar preparadas para atender também”, completou.
A representante da secretaria de Educação, Rosa Maria Araújo Luzardo, explicou que o Governo do Estado está fazendo um levantamento sobre o problema, e que uma das estratégias será investir em educação continuada para garantir uma maior inclusão à educação especial. “Com esse levantamento teremos um diagnóstico preciso e passaremos a ter condições de realizar uma educação especial de qualidade”, disse.
Ela ainda argumentou que deve ser feito um grande investimento em educação continuada para atender a demanda em Mato Grosso.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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