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Como os pais podem ajudar os filhos para o ENEM e Vestibulares?

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As provas do Enem 2019 serão aplicadas nos dias 03 e 10 de novembro. É de extrema importância a participação da família nesse momento em que os candidatos, muitas vezes, sentem-se pressionados e inseguros.

A participação dos pais nesse processo é fundamental. Nessa época, os jovens se sentem pressionados e confusos em relação à profissão. O grande suporte precisa ser na motivação e na orientação. Portanto, não deixe o jovem desanimar.

Para isso, o diálogo é essencial. Mantenha um bom canal de comunicação aberto com os filhos. Entenda que esse momento, em alguns casos, é o período de angústia. Compreenda o lado dele. Muitos jovens têm dúvidas sobre qual carreira seguir. Essa é uma questão de grande importância, porque vai determinar o futuro de cada um. Por isso, é preciso ter cautela.

Além da motivação, os pais podem auxiliar mostrando a realidade financeira do país, ajudando-os a pesquisar as áreas que vêm crescendo no mercado, onde vai ter mais demanda e possibilidades de atuação, onde faltará profissionais qualificados e verificar as profissões mais concorridas ou com pouco emprego.

É importante ressaltar que o mercado mudou e está em constante mudança. O empregador não procura especialistas e, sim, “multiespecialistas”, onde o gestor observa o espírito de equipe, liderança, dentre outras coisas. Claro que é preciso levar em consideração as habilidades vocacionais. Não adianta o jovem desejar uma profissão que cresce e querer ir por esse caminho, mas não suporta a profissão. Ele precisa se identificar e ver quais suas preferências.

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Em relação à cobrança, vale destacar que ela é necessária. Devemos cobrar de nossos filhos. Mas isso deve ser feito com sabedoria. Eu falo sempre que devemos repreender e ao mesmo tempo dar carinho. O segredo é como dosamos isso. Expressões como, por exemplo, “fique tranquilo”, “você vai conseguir, pois você está estudando”; “quem planta, colhe; assim como quem planta vento colhe tempestade”. São formas de incentivar, mas, ao mesmo tempo, mostrar a importância do esforço.

Já em relação ao dia das provas, a família pode ajudar fazendo com que os filhos tenham hábitos saudáveis. Para um bom desempenho, é aconselhável que não se ingira nada muito pesado, para não correr o risco de passar mal na véspera ou no dia. A mente é reflexo do seu corpo e de seus hábitos. Mostre para ele que a disciplina, em todos os aspectos, é fundamental para conseguir êxito em concurso vestibular ou concurso.

Acima de tudo, os pais devem mostrar que estão do lado de seus filhos, torcendo e apoiando. Por isso, use sempre palavras de incentivo. Não esqueça de comentar que é apenas uma prova e diga que, se tiver dedicação, independente do resultado, vocês estarão sempre com ele.

Por Leonardo Chucrute, diretor geral do Colégio e Curso Progressão

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Pandemia de Covid-19: consumidores não precisam temer desabastecimento

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A Organização Mundial da Saúde decretou, no dia 11 de março, pandemia mundial por conta do novo coronavírus (Sars-Cov-2), o que significa que desde então a doença já estava espalhada por diversos continentes , com transmissão sustentada entre as pessoas e afetando parte da população de diferentes países.

Fernando Capez
Procon-SP

Diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez

Trata-se de uma situação anômala e inédita em escala global, que provoca a necessidade de isolamento, suspende contratos entre consumidor e fornecedor e, por tal proporção e abrangência, gera medo e insegurança.

O Procon-SP considera compreensível que tenhamos tais sentimentos, mas entende que o momento deve ser enfrentado com equilíbrio e bom senso. Estamos vivendo uma condição incomum que exige de todos nós serenidade e cautela.

É fundamental que as pessoas enfrentem esse momento com a seriedade que a situação requer, atentando para as orientações das autoridades competentes.

Empresa iFood não é obrigada a dar apoio financeiro a entregadores

Além das recomendações já bastante enfatizadas como lavar as mãos, sair de casa somente para o essencial e evitar aglomerações, outro alerta importante é comprar somente aquilo que for necessário .

Muitos consumidores, com receio de enfrentarem o desabastecimento de produtos, estão correndo aos supermercados para adquirir uma quantidade maior do que aquela que efetivamente será usada por eles e suas famílias, o que acaba gerando filas e aglomerações desnecessárias nos supermercados.

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Preocupado com tal constatação e a fim de garantir não haver risco de desabastecimento, o Procon-SP entrou em contato com Associação Paulista de Supermercados.

A representante do setor garantiu que há produtos suficientes para abastecer as prateleiras dos supermercados e que, uma ou outra falta pontual, pode ocorrer em decorrência de uma demora no deslocamento do centro de distribuição para os pontos de venda, mas que o problema será sanado sem prejuízo à população.

O abastecimento de botijão de gás, item de extrema necessidade, também tem gerado temor. É preciso dizer que há refil e botijão de gás suficientes para garantir toda a população, inexistindo risco de desabastecimento.

Além disso, não se pode admitir o uso da situação que vivemos para a cobrança de preços injustificáveis . O preço razoável do refil de um botijão de 13 kg é cerca de R$ 70,00, já o valor de um botijão está em torno de R$ 90,00, ficando portanto R$160,00 o botijão mais o refil.

Seguindo as recomendações das autoridades, muitas pessoas têm feito uso de álcool em gel e máscara de proteção individual. Sensível a essa demanda, temos fiscalizado estabelecimentos comerciais, como farmácias, supermercados, hipermercados e outras lojas no Estado de São Paulo com objetivo de verificar os preços praticados nas vendas ao consumidor.

De 16 a 07 de abril, foram fiscalizados 1.050 estabelecimentos e notificados 818 para que apresentem notas fiscais de venda ao consumidor final e de compra junto aos seus fornecedores de álcool em gel e máscara, no período de janeiro a março; esses documentos estão sendo comparados para apurarmos se houve aumento abusivo e sem justa causa.

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Equipes do Procon-SP têm feito um trabalho para apurar eventuais práticas abusivas de produtos essenciais. É inadmissível que durante a pandemia de coronavírus algumas empresas aumentem de forma abusiva os preços de itens tão necessários à população.

Servir-se do desespero e da necessidade para obter lucro significa fraudar práticas saudáveis de mercado. Os fornecedores que forem flagrados se beneficiando indevidamente por meio da cobrança de valores elevados e sem justa causa sofrerão as sanções previstas na legislação.

Os consumidores que se depararem com a venda de itens essenciais a preços muito elevados devem denunciar nos nossos canais de atendimento à distância, como site, aplicativo e redes sociais.

Somente pelas redes sociais, já recebemos quase  3.000 denúncias , sendo que 70% do total refere-se a valores abusivos de álcool em gel e outros itens.

É tempo de solidariedade e de empatia. Na qualidade de órgão que busca o equilíbrio nas relações de consumo, o Procon-SP continuará trabalhando no sentido de proteger os consumidores , compatibilizando essa proteção com a estabilidade e manutenção da economia.

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Novos negócios em tempos de crise

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Matheus Costa*

Como podemos olhar para esse momento, com mais atenção às oportunidades de negócio? Primeiro de tudo, é importante ressaltar que sempre surgem oportunidades em meio à crise. Por isso, precisamos ver esse momento com um pouco mais de otimismo.

Alguns negócios nasceram em crises. Há casos de empresas que tiveram um aumento de demanda nesse período. Hoje, o Coronavírus traz uma reflexão sobre como encontrar soluções diante de desafios criados pela pandemia.

É preciso não só olhar problemas, mas enxergar oportunidades. Isso é o que todo empreendedor fez e faz, diariamente, para alcançar sucesso. Olhar para seus limitados recursos – sejam eles financeiros, intelectuais, digitais, de networking – e entender quais os passos que podem ser dados para desenvolver um novo negócio. Tudo isso faz parte do jogo.

A Avon, por exemplo, empresa de venda direta de cosméticos surgiu do olhar e “pivotagem” de um empreendedor, em tempos de recessão econômica nos EUA. Eles tentavam vender enciclopédias e utilizavam perfumes para atrair as pessoas, principalmente mulheres, para tentar “empurrar” seus produtos. Com o tempo, ao invés de comprar as enciclopédias, as pessoas queriam seus perfumes. Foi então que o empreendedor resolveu se aproveitar de sua nova rede referenciada de clientes para abrir uma marca de cosméticos.

O jogo de tabuleiro Monopoly também nasceu um momento parecido. Nasceu quando um engenheiro desempregado nos EUA, tentando se aproveitar do seu tempo livre com a família, desenvolveu o jogo desenhando as primeiras casinhas na toalha de casa com seus filhos. As crianças e a vizinhança gostaram. Ou seja, havia interesse em se brincar com aquele jogo. Depois de receber um “não” de uma grande empresa de brinquedos infantis, reuniu-se com amigos e vizinhos para imprimir a primeira versão do jogo e logo o sucesso estava anunciado. Depois, a mesma empresa que o dispensou, o chamou para fechar um contrato que o permitiu alcançar o sucesso atual.

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Temos também a Nintendo, que nasceu como marca de baralhos. Em meados de 1980, quando o mercado de games parecia estar em baixa, diante de marcas como Atari, Odissey e Intellevision, demonstrarem abandono do segmento por resultados de pesquisas que já apontavam o desinteresse das pessoas, resolveu acreditar que faltava algo diferente no mercado. Ao invés de abandonar o segmento, apostou em novos jogos interativos como o “Super Mario Bros.” e se tornou líder do mercado, abocanhando 80% do market share na época.

Esses são negócios do passado, que surgiram em meio a momentos de crise. Portanto, não importa se o serviço ou produto é de um setor específico ou não. O importante é enxergar o mercado de maneiras para transformar dificuldades em oportunidades.

(*) Empreendedor, gestor de pessoas e de produtos digitais, palestrante, mentor de startups, fomentador de iniciativas de empreendedorismo e fundador e diretor da Your/dev.

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O papel do Estado e o Coronavírus

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Por Rinaldo Segundo

O Estado Moderno nasceu contra a tirania do Absolutismo, e a favor da Defesa da Pessoa Humana. No artigo 5º da Constituição Federal consta que “Todos são iguais perante a lei… garantindo-se aos brasileiros… a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade…” Esses direitos são chamados de fundamentais, pois são considerados indispensáveis à vida nacional. Não foi por acaso que o direito à vida apareceu antes dos outros direitos no artigo 5º. “Viver é a primeira e mais importante iniciativa de um ser humano e de uma sociedade.”

Obviamente, morrer é inevitável. Há mortes “inevitáveis”: AVC, câncer, acidente de trânsito, etc. (claro, um SUS mais robusto e atitudes cidadãs aumentariam a expectativa de vida). Porém, há mortes evitáveis, tais como feminicídios, latrocínios, homicídios premeditados e banais. São imensos desafios a todos nós, brasileiros, as mortes evitáveis.

O Estado deve prevenir mortes evitáveis, garantindo o direito à vida do cidadão. Os sistemas de assistência social e saúde, e segurança pública e justiça existem para isso. Morrer dignamente, também é direito constitucional. Primeiro, a dignidade da pessoa humana é fundamento da República Federativa do Brasil (art. 1º da Constituição Federal). Segundo, o Brasil não permite penas de morte, salvo em caso de guerra declarada ou cruéis (art. 5º, XLVII, “a” e “e” da Constituição Federal.) Se a um condenado é garantido tal direito, por analogia, igual direito tem toda pessoa humana.

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Voltando à Terra das Palmeiras. O Estado brasileiro pode e deve fazer mais na crise do Coronavírus. Há várias razões científicas, econômicas e sociais para isso.

Não sou epidemiologista, enfermeiro, médico ou estatístico, e até por isso não desprezo a ciência. Doente, vou ao médico, e não construo casa sem engenheiro/arquiteto. Então, se cientistas apontam a gravidade do Coronavírus e a importância do isolamento social, acompanho-os.

Sei, ciência está fora de moda, mas ainda penso que a Terra é redonda. Discordar disso está contido nos direitos à crença, à liberdade do pensamento e às manifestações religiosas na Constituição Federal. Ainda bem que o pensamento e sua manifestação são livres! Agora, o Estado, inclusive por governantes eleitos democraticamente, tem a obrigação de preservar, ao máximo, a vida de seus governados. Ideologias, de direita ou de esquerda, não estão acima da razão científica, apoiada na realidade dos fatos e dignidade da pessoa humana.

Economia é muito importante. Garante prosperidade, custeia as famílias, enriquece os empresários. Aumentando-se a produtividade e a renda nacional, vive-se e sonhos se realizam: a TV, o carro, a boneca da filha, a viagem dos sonhos com a esposa, o almoço no aniversário da mãe. Isso é viver. Porém, nem Estado, nem Economia são um fim em si mesmo. O fim será sempre a Pessoa Humana. Inclusive, preservando vidas.

Conceito econômico útil nesses dias é a realização do prejuízo. Praticamente, investe-se numa empresa, num título ou numa aplicação financeira; a seguir, esse investimento se revela ruim. Há duas opções: continuar perdendo dinheiro ou “vender” a posição ruim.

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Tratando-se da crise do Coronavírus, realizar o prejuízo significa admitir a situação excepcional vivida (tal qual guerras, crises de fome e pandemias anteriores), e, consequentemente, reconhecer que haverá prejuízos financeiros e econômicos (recessão, desemprego, congelamento ou redução de salários, etc…). Economistas e governos liberais admitem a gravidade do Coronavírus e a iminente recessão mundial, e a necessidade do Estado adotar políticas econômicas keynesianas, salvando trabalhadores, autônomos e empresários. Claro, salvando, também, doentes e infectados, investindo-se em testes rápidos, mais respiradores e monitores para UTI`s, novas contratações de profissionais de saúde, a compra de equipamentos de proteção individual. Esse é o papel do Estado na crise do Coronavírus.

*Rinaldo Segundo é formado em Direito e Ciências Econômicas. Promotor de Justiça em Mato Grosso.

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