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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate 24 incêndios florestais nesta terça-feira (16)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CMMT) extinguiu um incêndio florestal em Poconé e mantém controlados 31 focos ativos nas últimas 24 horas. As equipes continuam, nesta terça-feira (16.9) atuando diretamente no combate a 24 incêndios florestais em diversas regiões do estado.

O incêndio florestal extinto estava localizado em Poconé, nas proximidades da entrada do Sesc Porto Cercado. Já os focos ativos, que estão controlados e não apresentam risco imediato de propagação por estarem contidos dentro de um perímetro seguro, localizam-se nos seguintes municípios: Vila Bela da Santíssima Trindade, com dez focos; Dom Aquino, com três; Rondolândia, com três; Nova Ubiratã, com dois; Nova Maringá, com dois; Comodoro, com dois e Pontes e Lacerda, com dois. Também estão em monitoramento, com um foco ativo cada, os municípios de Figueirópolis D’Oeste, Cáceres, Novo Mundo, Guarantã do Norte, Paranatinga, Itiquira e Cláudia.

As equipes continuam mobilizadas no combate aos incêndios florestais em Pontes e Lacerda, onde atuam para a extinção de quatro focos ativos. As operações também seguem intensificadas nos municípios de Juína, Porto Esperidião, Santo Antônio de Leverger e Barra do Garças, cada um registrando dois focos ativos em combate.

Em Barra do Garças, os esforços estão concentrados no Parque Estadual da Serra Azul e na Serra do Roncador. As chuvas que atingiram a região hoje, somadas ao trabalho dedicado das equipes em solo e por via aérea, têm contribuído de forma significativa para a melhora do cenário na região.

No Parque Estadual da Serra Azul, o combate foi intensificado com o reforço de uma terceira aeronave, totalizando, até o momento, 45 horas de voo e aproximadamente 375 mil litros de água lançados sobre as áreas atingidas pelas chamas. Um helicóptero também está sendo utilizado para apoiar a infiltração das equipes em regiões de difícil acesso.

Na Serra do Roncador, a aeronave em operação já acumula 92 horas de voo, com mais de 505 mil litros de água utilizados no combate ao fogo. Atualmente, o foco está sob controle, com as chamas contidas dentro de uma área delimitada e risco mínimo de propagação para novas regiões. A situação segue sendo monitorada pelas equipes.

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Além do apoio aéreo nesses locais, as operações envolvem o uso coordenado de maquinários, caminhões-pipa e a atuação integrada de bombeiros militares, brigadistas, militares do Exército e voluntários, concentrando esforços no controle e extinção dos focos remanescentes.

O Corpo de Bombeiros Militar também continua com as equipes mobilizadas no combate aos focos ativos nas regiões de Rosário Oeste, Nobres, Tesouro, Araguaiana, Colniza, Novo Santo Antônio, Tangará da Serra, Planalto da Serra e Paranatinga.

O combate aos incêndios conta com equipes atuando diretamente no campo, com o apoio de máquinas pesadas, caminhões-pipa, aeronaves e helicópteros, que compõem a estrutura disponível para reforçar o enfrentamento das chamas. As operações seguem de forma contínua, com foco no controle dos focos ativos e na proteção de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.

As ações contam com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil do Estado e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além da Polícia Militar, que atuam de forma integrada para garantir uma resposta rápida e eficaz às ocorrências.

Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 101 focos de calor ativos em todo o estado, incluindo os que estão em combate e controlados. Desse total, 72 são incêndios florestais e outros 29 focos restantes correspondem a queimadas irregulares. Nas terras indígenas, são registrados 9 eventos de fogo.

As ocorrências em terras indígenas incluem três focos na Terra Indígena Zoró, em Rondolândia, e dois focos na Terra Indígena Parque Indígena do Xingu, localizados nos municípios de Paranatinga e Nova Ubiratã. Além disso, foram registrados focos nas seguintes áreas: Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu; Terra Indígena Pirineu de Souza, em Comodoro; Terra Indígena Ubawawe, em Santo Antônio do Leste; e Terra Indígena Marechal Rondon, em Paranatinga.

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No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.

Fiscalização – Operação Infravermelho

Os outros 29 focos de calor decorrentes do uso irregular do fogo estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo de uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros já extinguiu diretamente 206 focos ativos, entre incêndios florestais e queimadas irregulares em todo o Estado.

Os municípios são: Acorizal, Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Boa Vista, Alto Paraguai, Alto Taquari, Apiacás, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Bugres, Barra do Garças, Barão de Melgaço, Bom Jesus do Araguaia, Cáceres, Campinápolis, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colíder, Colniza, Comodoro, Confresa, Conquista D’Oeste, Cotriguaçu, Cuiabá, Denise, Diamantino, Feliz Natal, Figueirópolis do Oeste, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guarantã do Norte, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itaúba, Jaciara, Jauru, Juara, Juscimeira, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Lacerda, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Poconé, Pontal do Araguaia, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte, Porto Esperidião, Poxoréu, Primavera do Leste, Querência, Ribeirão Cascalheira, Rondolândia, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Carmem, Santa Cruz do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio de Leverger, Santo Antônio do Leste, São Félix do Araguaia, São José do Povo, São José do Rio Claro, São José do Xingu, Sapezal, Serra Nova Dourada, Sinop, Sorriso, Tabaporã, Tapurah, Terra Nova do Norte, Tesouro, Torixoréu, União do Sul, Várzea Grande, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica.

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Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 114 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Destes, 90 focos estão no Cerrado, 13 na Amazônia e 11 no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro. Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

Em caso de qualquer indício de incêndio florestal, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 (Corpo de Bombeiros) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Falta de infraestrutura impede eletrificação total em MT, aponta presidente do Sindenergia

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Carlos Garcia aponta como alternativa um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano
 
A eletrificação total da economia ainda está longe de ser realidade em Mato Grosso. A limitação da infraestrutura elétrica e o alto custo de expansão impedem que o estado dependa apenas de energia elétrica, o que abre espaço para o uso combinado de diferentes fontes energéticas.

O tema será um dos principais pontos do Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, que acontece nos dias 12 e 13 de maio, em Cuiabá, no UNISENAI, promovido pelo Sindenergia-MT.

Segundo o presidente do sindicato, Carlos Garcia, a transição energética no estado precisa considerar a realidade da infraestrutura disponível e o custo dos investimentos.

“Eu não consigo eletrificar o estado de uma vez só, porque não tem infraestrutura elétrica para isso. Precisaria de muito investimento e isso iria para a tarifa e a população pagaria ainda mais caro. Então não conseguimos fazer”, afirmou.

A avaliação é de que a saída passa por um modelo híbrido, que combine energia elétrica com outras fontes, como biocombustíveis e biometano, aproveitando o potencial regional de cada área do estado.

“Todas as fontes são importantes e complementares. Nenhuma delas é capaz de atender toda a demanda sozinha”, disse.

A proposta defendida pelo setor é que o estado avance em um planejamento energético regional, levando em conta as características de cada região. Em áreas com maior infraestrutura elétrica, a eletrificação pode avançar. Já em regiões com menor capacidade, alternativas como geração a partir de resíduos e biomassa ganham espaço.

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“Em locais onde não tem infraestrutura elétrica suficiente, a gente precisa trabalhar com o que tem ali. Se há potencial para biometano ou biomassa, é isso que deve ser explorado”, explicou.

O Encontro da Indústria do Setor Elétrico deve reunir representantes do setor produtivo, investidores e especialistas para discutir caminhos práticos para a transição energética em Mato Grosso, incluindo soluções que reduzam custos e evitem pressão sobre a tarifa de energia.

Além do debate técnico, o evento também busca aproximar empresas e soluções, com foco em geração de negócios e aplicação prática das tecnologias discutidas.

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Mato Grosso

Fachin nomeia Rabaneda para laboratório que mira erros judiciais

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Estrutura do Conselho Nacional de Justiça vai atuar na prevenção de falhas do sistema penal, com foco na qualificação de provas e na proteção de direitos fundamentais

Foto=- Assessoria

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, nomeou o conselheiro Ulisses Rabanedapara a presidência do Laboratório Justiça Criminal, Reparação e Não Repetição, marcando um avanço no enfrentamento dos erros judiciais no país. Instituído pela Resolução nº 659/2025, o grupo técnico foi criado com a proposta de modernizar o sistema penal brasileiro, atuando na prevenção de falhas estruturais que resultam em violações de direitos e condenações injustas.

A estrutura funcionará como um centro de inteligência, responsável por formular diretrizes nacionais, qualificar a produção de provas e analisar casos emblemáticos julgados pelo Supremo Tribunal Federal, pelo Superior Tribunal de Justiça e por organismos internacionais de direitos humanos.

A iniciativa foi destacada pelo ministro do STJ, Sebastião Reis Júnior, como uma mudança de paradigma ao tratar o erro judicial como um problema estrutural. Em artigo, ele cita casos emblemáticos que evidenciam falhas graves no sistema, como o Caso Evandro, no qual o tribunal reconheceu condenações baseadas em confissões obtidas sob tortura e sem provas válidas produzidas sob o contraditório.

Outro exemplo mencionado é o caso da 113 Sul (Marlon), em que houve a anulação de uma condenação mantida por anos com base quase exclusiva em elementos colhidos na fase de investigação, sem respaldo suficiente na prova judicial. Para o ministro, episódios como esses demonstram o custo humano dos erros judiciais e a necessidade de mecanismos permanentes de prevenção.

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À frente do laboratório, Rabaneda afirma que a prioridade será transformar falhas em aprendizado institucional. “Nosso objetivo é estruturar diretrizes que fortaleçam a produção de provas, protejam direitos fundamentais e reduzam o risco de condenações injustas”, disse.

Ele também destaca o caráter colaborativo da proposta, que prevê a participação de magistrados, especialistas e da sociedade civil na construção de soluções aplicáveis a todo o sistema de justiça.

Outro eixo da iniciativa é a reparação de danos causados por erros judiciais, com medidas que vão além da indenização financeira e incluem reconhecimento institucional e ações para evitar a repetição das falhas.

“Com atuação técnica e integrada, o laboratório deve consolidar uma política judiciária voltada à prevenção de erros e ao fortalecimento da confiança da sociedade na Justiça”, finaliza Rabaneda.

A proposta do laboratório também inclui a realização de oficinas, capacitações e estudos de caso, com o apoio da Rede de Inovação do Judiciário, buscando maior eficiência e padronização das práticas processuais.

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Com investimento bilionário, MT abre 32 novas vagas para reforçar o atendimento emergencial nas estradas

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O avanço das concessões rodoviárias no Brasil tem impulsionado a ampliação da cobertura de atendimento pré-hospitalar, acompanhando o aumento do fluxo de veículos e a maior complexidade das ocorrências em trechos estratégicos. Esse movimento ganha força na Rota da Integração, corredor de 308,3 quilômetros sob gestão da CS Rodovias, que conecta cidades relevantes do Mato Grosso como Paranatinga, Campinápolis, Água Boa e Canarana. A concessão, formalizada em setembro de 2025, prevê um contrato de 30 anos e um volume de investimentos superior a R$ 400 milhões nos primeiros 5 anos, podendo chegar a R$ 1,1 bilhão ao longo de todo o período. Nos primeiros meses de operação, cerca de 30 quilômetros já passaram por recuperação estrutural, com intervenções no pavimento, serviços de roçada e a produção de mais de 2 mil novas placas de sinalização, que começam a ser instaladas ao longo dos próximos meses. Em alguns trechos, o tráfego já opera no sistema “pare e siga”, refletindo o início das melhorias refletindo o início das melhorias e a transição do corredor para um novo padrão de segurança e operação.

       É nesse cenário que o Grupo Med+ amplia a assistência pré-hospitalar ao longo da Rota da Integração com a abertura de 32 novas vagas reforçando a capacidade de resposta em bases operacionais distribuídas pelo trecho. As oportunidades contemplam diferentes frentes da operação, incluindo Condutor SocorristaResgatista, além de posições estratégicas como Enfermeiro RT e Médico Regulador, com destaque para a maior remuneração da operação, pode chegar a R$8.842,50. Os profissionais atuarão diretamente no atendimento de urgência e emergência, sendo responsáveis pelo 1º atendimento às vítimas, estabilização clínica no local e apoio ao transporte seguro até hospitais de referência, em uma rotina que exige humanidade, rapidezpreparo técnico e tomada de decisão sob pressão. A operação se conecta à estrutura que está sendo implantada pela concessionária, incluindo Bases de Serviços Operacionais nos quilômetros 79 e 245 da MT-020, que funcionarão como pontos de apoio ao usuário com ambulâncias, guinchos e caminhões-pipa, ampliando a capacidade de resposta em situações críticas. As contratações serão imediatas e para as que serão em regime CLT, com adicional de insalubridade, vale-refeição, seguro de vida e ajuda de custo para deslocamento. “Em trechos de alta circulação, atendimento de urgência exige equipe preparada, presença constante nas bases e resposta rápida nos momentos mais críticos. Ampliar esse efetivo significa fortalecer a assistência ao longo da rodovia e oferecer mais segurança para quem passa por esse corredor todos os dias”, afirma Bruna Reis, CEO do Grupo Med+.

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O que é necessário para atuar em cada cargo

  • Resgatista

Ensino Médio Completo (obrigatório); Curso de APH – Atendimento Pré-Hospitalar, com carga horária mínima de 200 horas; Curso de BLS/ SBV; Experiência de 06 meses na função; Cartão de Vacinação atualizado, contendo obrigatoriamente as vacinas de Febre Amarela e Antitetânica. (10 ANOS – validade)

  • Condutor Socorrista

Ensino Médio Completo (obrigatório); Curso de APH – Atendimento Pré-Hospitalar, com carga horária mínima de 200 horas; CNH categoria D, válida e sem impedimentos; Curso de Condutor de Veículo de Emergência (CVE) válido, conforme legislação vigente; Experiência de 06 meses na função; Cartão de Vacinação atualizado, contendo obrigatoriamente as vacinas de Febre Amarela e Antitetânica. (10 ANOS – validade)

  • Enfermeiro RT

Ensino Superior Completo em Enfermagem e conhecimento em áreas relacionadas à administração, logística, ou gestão de equipes. Certificação em ATLS ou PHTLS; Experiência mínima de 1 ano em Emergência, UTI ou Resgate em ambulância; Carteira de Vacinação atualizada, contendo Tríplice Viral, DTP, Tríplice Bacteriana, Hepatite B, Varicela, Influenza e Febre Amarela.

  • Médico Regulador

Ensino Superior Completo em Medicina (obrigatório); Diploma validado; Registro ativo no CRM do estado de atuação; Certificação em ATLS ou PHTLS; Experiência mínima de 1 ano em Emergência, UTI ou Resgate em ambulância; Carteira de Vacinação atualizada, contendo Tríplice Viral, DTP, Tríplice Bacteriana, Hepatite B, Varicela, Influenza e Febre Amarela.

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       A atuação nessas funções exige preparo contínuo, disciplina técnica e equilíbrio emocional. No ambiente rodoviário, cada minuto impacta diretamente o desfecho de uma ocorrência, e a atualização constante em protocolos de emergência faz parte da rotina operacional. A ampliação das equipes acompanha um movimento mais amplo de fortalecimento da assistência em corredores logísticos estratégicos, especialmente em regiões onde o crescimento do transporte de cargas elevou o nível de exposição a acidentes complexos. A presença permanente de profissionais capacitados assegura continuidade no atendimento, reduz o tempo de resposta e contribui para a segurança de motoristas, transportadores e comunidades locais. Para Bruna Reis, o impacto ultrapassa a dimensão operacional. “Nossa prioridade é garantir que a operação tenha presença, preparo e capacidade de resposta nos pontos mais sensíveis da rodovia. O reforço do efetivo contribui diretamente para um atendimento mais ágil e mais seguro ao longo de todo o trecho”, afirma. O reforço da operação consolida a estratégia de manter atendimento qualificado em um dos eixos mais relevantes do país.

Candidaturas abertas: interessados podem se cadastrar na página de carreiras da MED+ pelo site https://medmais.gupy.io, enviar currículo para o e-mail [email protected] ou entrar em contato via WhatsApp pelo número (61) 99104-8815, facilitando o processo de comunicação com a equipe de recrutamento.


Sobre o Grupo Med+

https://medmais.com/

       É a maior empresa de emergências aeroportuárias da América Latina, com R$ 2 bilhões em contratos e presente em 54 aeroportos e 14 rodovias do Brasil. Possui aproximadamente 8 mil colaboradores em todo o Brasil que atendem mais de 56 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, que trabalham ou transitam nos seguintes segmentos: aeroportos, estradas e grandes empresas.

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Em 2024 a companhia apresentou um crescimento de 150% em relação ao ano anterior, se consolidando com a empresa Benchmark do segmento. Atualmente, a companhia está entre as 2 melhores empresas para se trabalhar na área da saúde de acordo com o Great Place to Work (GPTW) no Brasil. Agora, o Grupo Med+ entrou no mercado de educação e atua junto a 5,3 mil escolas e 3,5 milhões de alunos do Estado de São Paulo, com a psicologia voltada à prevenção de bullying nas salas de aula.

Grupo Med possui dentro da sua cultura, o capitalismo consciente que, na prática, usa a força das empresas, para servir ao desenvolvimento da humanidade, com o propósito de construir um mundo mais justo e pessoas em local de trabalho mais felizes, porém, sem perder de vista o lucro para os acionistas. Além disso, o Grupo Med acredita que as mulheres são grandes gestoras de pessoas. Atualmente, 56% dos cargos de liderança da companhia são ocupados por mulheres.

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