Política MT
Cota zero não!
Quando o assunto é pesca, nos remetemos, a um passado longínquo que esteve presente na história humana desde o home primitivo e é bem mais que uma atividade produtiva ou uma atividade de lazer, apresentando uma temporalidade muito antiga, que envolve toda uma organização socioeconômica e cultural.
Fui eleito deputado estadual, para legislar e fazer valer as necessidades prementes de uma população sofrida, marginalizada, e que, desde os primórdios de sua existência usou dos recursos naturais, entre os quais, os rios, através da retirada do seu sustento e de suas famílias.
Agora, de forma abrupta, o Governo do Estado, através, de posicionamento unilateral, com a indicação de um projeto, polêmico e emblemático, projeto de lei nº 668/2019 (mensagem nº 107/2019), que proíbe, em seu artigo 18, a comercialização e transporte de pescado oriundo da pesca amadora por cinco anos, a partir de 2020.
Toda ação, corresponde a uma reação de sentido contrário e maior intensidade.
Assim reagi, ao deparar com esse verdadeiro acinte, essa verdadeira atrocidade, em forma de lei, contra os pequenos produtores de uma cadeia produtiva e eficaz, que vai desde os catadores de iscas vivas, até o pescador final.
Se essa famigerada lei, for aprovada, por certo, será um tiro no pé por parte do governador do Estado, Mauro Mendes, que, na contramão da história, estará contribuindo de forma decisiva para o aumento do desemprego no estado, através do fechamento de uma centena de estabelecimentos comerciais, voltadas a pesca; criando assim, um verdadeiro desequilíbrio social, contribuindo de forma decisiva, para o aumento no número de desempregados, que em nosso país passa dos 13 milhões.
Diante dessa possibilidade, na terça-feira (02), através de requerimento, marquei uma audiência pública, visando através da mesma, ouvir os seguimentos sociais ligados à pesca, assim como a sociedade organizada.
Esta audiência pública na verdade, serviu de contraponto, pois de forma democrática, ouviu os seguimentos sociais ligados a pesca, assim como afins; permitindo assim, ouvir a todos indistintamente.
Eu, na condição de deputado estadual, caso fosse declinar todas as falas contundentes proferidas na audiência pública, não estaria escrevendo um artigo e sim um livro.
Vou nominar a mais impactante, principalmente, por se tratar de uma questão emblemática que acontece em nosso país, ligada ao desemprego, caso essa lei seja aprovada.
Todas as falas rumaram no sentido da proferida, pela vice-presidente da Associação de Lojistas de Caça e Pesca (Alcape), Nilma Silva, ela explica “O texto original, se aprovado, causará grande dano econômico aos municípios que têm a arrecadação ligada à pesca, como: Cáceres, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Alto Paraguai, Poconé entre outros”. Hoje, a (Alcape) está em 141 municípios, representa mais de 500 lojistas, em sua maioria, empresas familiares, gerando cerca de cem mil empregos diretos e indiretos, no estado de Mato Grosso.
Na minha modesta opinião, entendo que, os pescadores amadores não são os responsáveis pela depredação dos rios. Mato Grosso possui uma legislação severa no tocante a pesca. O que precisamos na verdade, é ampliar a fiscalização e oferecer condições para que os profissionais possam trabalhar a contento.
Diante desse imbróglio, apresentei um substitutivo de projeto de lei, que mantem a pesca, aumenta a fiscalização e aumenta os peixes nos rios, através de repovoamento com alevinos.
O cair é do homem, o levantar é de Deus!
*Elizeu Nascimento
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
-
Rondonópolis10/06/2026 - 13:30Vereador Adonias Fernandes propõe concessão do Título de Cidadã Rondonopolitana a Secretária Rane Curto Nascimento Ferreira
-
Rondonópolis10/06/2026 - 11:08Torcedor poderá ganhar uma moto zero km e brindes nos jogos da Copa do Mundo
-
Política MT10/06/2026 - 14:32Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização
-
Rondonópolis10/06/2026 - 11:42Rondonópolis|Prefeitura reativa linha 112 Buriti via Goiânia e amplia acesso da população ao transporte coletivo
-
Rondonópolis10/06/2026 - 14:13Investigador Gerson propõe estudo para ampliar horário de atendimento da Policlínica do Itamaraty
-
Rondonópolis10/06/2026 - 14:20Rondonópolis|Força Tática apreende 2.131 cigarros eletrônicos e causa prejuízo de R$ 300 mil ao crime
-
Nacional10/06/2026 - 15:29O que é o PlanMob-Brasil e como ele pretende transformar a mobilidade urbana
-
Rondonópolis10/06/2026 - 14:46Dra. Luciana Horta propõe parceria para destinar recursos da Exposul a entidades filantrópicas






