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Rondonópolis

Cuiabá e Rondonópolis estão entre as 100 cidades do país com mais casos de HIV e Aids

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Cuiabá e Rondonópolis, a 218 km da capital, estão entre as 100 cidades do país com mais casos de HIV e Aids cada 100 mil habitantes, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Os dois municípios ocupam, respectivamente, a 42ª e 16ª posição no ranking que considera os casos de 2013 a 2017.

O levantamento é divulgado anualmente e apresenta informação sobre os casos de HIV e de Aids no Brasil.

No período analisado, Rondonópolis apresentou taxa de detecção de 61,4 casos e taxa de mortalidade de 12,3, nos últimos três anos. Enquanto isso, Cuiabá registrou 29,7 registros de casos e mortalidade de 9,1 no mesmo período.

Os três primeiros lugares no ranking nacional são ocupados por cidades do Rio Grande do Sul. São eles: Rio Grande, Porto Alegre, Novo Hamburgo.

No Brasil, de 2007 até junho de 2018, foram notificados 247.975 casos de infecção pelo HIV em todo o Brasil. A região Centro-Oeste concentra 8,2% do total de casos.

Estratificação

No período analisado, o grupo de faixa etária que tem maioria dos casos tem entre 20 e 34 anos, com percentual de 52,6% dos casos.

Com relação à escolaridade, no mesmo período, verificou-se um elevado percentual

de casos ignorados (25,6%), o que, segundo o Ministério da Saúde, dificulta uma melhor avaliação dos casos de infecção pelo HIV relativos a esse item.

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Já com relação à raça ecor da pele autodeclarada, 46,1% dos casos ocorreram entre brancos e 52,9%entre negros (pretos e pardos, sendo as proporções estratificadas 11,4% e 41,5%, respectivamente).

Da redação com Folhamax

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Rondonópolis

Presidente da ACIR critica restrições aplicadas ao comércio

Publicado

Eernando Cabral- Presidente da Acir

Dois problemas se misturam

A verdade do universo

A prestação que vai vencer (…)

Pare o mundo que eu quero descer!

(Raul Seixas, Eu Também Vou Reclamar)

Diante da pandemia da COVID-19, todo o setor produtivo formalmente estabelecido vem cumprindo o seu papel social com exemplar dedicação, implementando as medidas protetivas, investindo – em tempo de recursos escassos – valioso capital para atenuar os riscos e manter em saudável movimento as engrenagens social e econômica. Uma atuação realmente digna de aplauso e reverência.

Doutro lado, a incompetência gerencial do executivo é constrangedora. As medidas, quase sempre atabalhoadas, são resultado impensado das pressões externas e da completa incapacidade de resposta, terminando por produzir efeito completamente oposto daquele (em tese) desejado. Não é exagero afirmar que os atos normativos são inconsequentes. E o Decreto Municipal nº 9.553, de 03/06/2020 (que acresceu seis artigos aos Decreto nº 9.480/2020), não é diferente.

Sem rodeios, direto ao ponto.

Quer o senhor prefeito que todas as empresas que tiverem funcionários positivos para COVID-19, acima de 10% (dez) por cento do total de seus funcionários, testem os demais colaborados no prazo imediato de 24 horas contados da ciência, apresentado os resultados à Vigilância Sanitária, sob pena de fechamento total da empresa, em caso de descumprimento (art. 14-A). Deveríamos imaginar, então, que o Município tem os kits de testes em número suficiente e à plena disposição de todas as empresas aqui instaladas para viabilizar o cumprimento da medida imposta, afinal, segundo dispõe o artigo 3º, §2º, da Lei Federal nº 13.979, de 06/02/2020, todo aquele que afetado por uma medida restritiva tem o direito ao tratamento gratuito. É, deveríamos imaginar. Mas, a realidade, a verdade nua e crua, indica que o município não tem sequer o número mínimo de testes para atender os profissionais de saúde que trabalham nas linhas de frente, e, o que é pior, mesmo com a liberdade de contratar sem o processo licitatório não tem conseguido adquirir novos testes. Não bastara, o decreto, embora com data de 03/04/2020, só foi publicado e oficialmente disponibilizado no final da tarde do dia 04/06/2020, e é humanamente impossível para qualquer empresa, de qualquer porte, em qualquer lugar do mundo, se preparar e adquirir testes para a COVID-19 em tão curto espaço de tempo, sobretudo porque há ordem de fechamento total no final de semana.

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Mas o senhor prefeito quer mais. Quer restringir por completo, nos finais de semana (art. 14-B), o funcionamento inclusive das atividades essenciais, expressamente definidas no Decreto Federal nº 10.282, de 20/03/2020 (entre outras igualmente essenciais, aquelas atividades de produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, limpeza, alimentos, bebidas e materiais de construção, art. 3º, §1º, XII), e sem cumprir as determinações da Lei Federal nº 13.979, de 06/02/2020. O resultado prático dessa medida precipitada e irrefletida se fez sentir antes da publicação do Decreto correu todos os grupos de mensagens possíveis, dentro e fora do município, com fotos das filas imensas e muita aglomeração nos supermercados, intensificando à enésima potencia os riscos. Perdão, mas uma imagem sintetiza.

Sempre há espaço para um pouco mais. O senhor prefeito implantou o toque de recolher a partir das 22h de segunda a sexta-feiras e all day long nos finais de semana, imaginando ser uma medida que minimizaria o risco de contágio, apenas porque leu em algum lugar ou ouviu dizer por aí. Em verdade, em verdade, a Secretaria Municipal de Saúde reconheceu ao Ministério Público Federal, no oficio nº 526/GAB/SMS/2020, um documento oficial assinado pela responsável da pasta, que não sabe calcular a repercussão de irradiação do vírus, que não sabe ao certo o nível de contágio, que não fez nenhum estudo epidemiológico para identificar os principais meios de contaminação ou para saber o número real de casos e a projeção de novos quadros infecciosos, e, principalmente, para aferir o impacto dos isolamento vertical e ou horizontal. Assim, no escuro, o Município esbanjou quase R$ 25 milhões de reais, mas não produziu nenhuma resposta eficaz e tampouco equipou adequadamente a área da saúde. Sintomático e constrangedor!

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Mas agora eu também resolvi

Dar uma queixadinha

Porque eu sou um rapaz latino-americano

Que também sabe se lamentar

Da redação com ACIR

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Rondonópolis

Atendendo a novo decreto horário tradicional funcionamento retorna e fechamento aos fins de semana

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Foto: Assessoria

O Rondon Plaza Shopping partir desta quinta-feira volta a funcionar em seu horário tradicional, das 10 h às 22h, pelo menos até o dia 15 de junho.

Além disso, o RPS não abrirá nos próximos dois fins de semana (06 e 07/06,13 e 14/06) atendendo a prefeitura municipal de Rondonópolis que divulgou por meio de decreto essa nova alteração no funcionamento do comércio local visando minimizar os impactos provocados pela pandemia do Covid-19.

As medidas sanitárias e de higienização nas dependências do Rondon Plaza Shopping continuam sendo realizadas, bem como adequações do plano emergencial de contingenciamento aprovadas pelo Comitê Gestor de Crise. Outras informações pelo telefone (66) 3422-4000.

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Rondonópolis

Secretaria Municipal de Saúde emite nota de esclarecimento sobre leitos de UTI na UPA

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Secretária de saúde Izalba Diva de Albuquerque-Foto: Assessoria

A Secretaria Municipal de Saúde, vem a público esclarecer algumas inverdades e fakenews que tem circulado nas redes sociais e em alguns veículos de comunicação no que se refere aos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) .

Conforme a secretaria, o município de Rondonópolis tem como meta, desde o início da atual gestão, melhorar a qualidade de vida da população, investindo em políticas públicas de saúde, aumentando a oferta de vagas para realização de cirurgias, consultas e exames, além de melhorar e ampliar a rede pública de saúde (construção, ampliação e reformas) disponibilizando equipamentos novos e modernos, inclusive climatizando todas as unidades de saúde.

Sendo que em um único mês foram entregues dois hospitais novos para a população rondonopolitana. Segundo a Saúde, o município foi surpreendido pela pandemia do Covid-19, que nos obrigou a tomarmos medidas imediatas, tais como, ampliação de leitos, aquisição de materiais e equipamentos para atendimentos aos pacientes com a doença.

Neste período foram adquiridos equipamentos para implantação de 10 (dez) leitos de UTI para o Hospital Municipal Dr. Antônio dos Santos Muniz.

Ato contínuo, os referidos leitos foram credenciados pelo Ministério da Saúde, através da Portaria nº 1239 de 11 de maio de 2020.

Todavia, o referido Hospital está passando por adequações, razão pela qual, os 10 (dez) leitos foram instalados na UPA, o que levou o município a solicitar o descredenciamento e devolução dos recursos recebidos, conforme Ofício nº 659/2020/Anexo, por ser medida de justiça e transparência.

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Entretanto, a secretaria salienta que, o município de Rondonópolis dispõe de 10 (dez) leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), instalados na UPA com equipamentos adequados, equipe médica de plantão, custeados exclusivamente pelo município, sem qualquer repasse federal ou estadual.

Portanto, estão disponíveis aos pacientes, 31 (trinta e um) leitos, da seguinte forma: 10 (dez) Santa Casa de Rondonópolis, 10 (dez) Hospital Regional, 01 (um) Unimed e 10 (dez) UPA.

Portanto, conforme os dados desta quarta-feira (03/06) utilizados pelo Comitê de Gestão de Crise, fica claro que os leitos UPA estão contribuindo para que os índices de internação se mantenham abaixo de 70%, taxa considerada como limite para solicitação do Lockdown.

Veja o cálculo abaixo:

Com Leitos UPA
15 (quinze) Leitos ocupados de 31 existentes = 48,38% de ocupação

Sem Leitos UPA
15 (quinze) Leitos ocupados de 21 existentes = 71,42% de ocupação.

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