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Cultura do algodão faz parte dos debates do 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agro
Voltado ao público feminino ligado ao agronegócio, as plenárias do evento neste ano contemplarão o tema “AGIR – Ação Global: Integração de Redes”
A 4ª edição do CNMA – Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio reúne em São Paulo (SP) quase 2 mil mulheres ligadas ao setor do agronegócio. O evento neste ano conta com o tema “AGIR – Ação Global: Integração de Redes”. A cadeia do algodão no Brasil e em Mato Grosso foi um dos pontos debatidos na tarde desta terça-feira, 08 de outubro, no evento durante palestra do presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), Alexandre Pedro Schenkel.
O 4º CNMA é realizado no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), e se consolida como vitrine brasileira de cases de sucesso de mulheres à frente de empreendimentos agropecuários, tornando-as protagonistas de suas histórias. O evento teve início nesta terça-feira, 08, e segue até terça, 09.
Para a edição de 2019, o Congresso conta com uma programação focada não apenas no setor produtivo do agronegócio. Segundo a show manager do CNMA, Renata Camargo, o evento nesta edição traz um olhar mais aprofundado para os desafios das cadeias produtivas mais importantes do país, promovendo debates e discussões que possam gerar ações.
Os painéis batizados de “Arenas do Conhecimento” abrem espaço para debates sobre os desafios e oportunidades das cadeias do algodão, café, carnes, grãos, leite, floresta, hortifruticultura e ao setor sucroenergético. A temática do algodão foi abordada pelo presidente da AMPA e vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Alexandre Pedro Schenkel, que apresentou um panorama da cultura.
“A cadeia do algodão cresceu muito nos últimos anos no Brasil, em especial Mato Grosso. Somos o 3º maior país produtor de algodão em pluma e a cada dia o produtor investe em pesquisas, novas tecnologias, que visam o melhoramento genético da cultura e qualidade da fibra, e controle biológico”, pontuou Schenkel que em sua apresentação destacou ainda a história do algodão em Mato Grosso e o que hoje o algodão brasileiro e mato-grossense significam no mercado internacional.
A temática do algodão também foi abordada pelo diretor Executivo de Operações e Planejamento Estratégico da Vicunha, Marcel Yoshimi Imaizumi, que abordou a importância do Algodão Brasileiro Responsável (ABR). A campanha #SOUDEALGODAO não ficou de fora e foi destacada pelo gerente de Marketing e Vendas da Tama Brasil, Bruno Caetano Franco, e pelo diretor de Negócios da Cerrados Leste da Bayer, Fernando Prudente.
Confira a apresentação do presidente da AMPA, Alexandre Pedro Schenkel, aqui.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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