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Delegado Claudinei conhece a Escola Militar Tiradentes de Nova Mutum

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Deputado Claudinei com o sargento João Sobrinho em frente à escola militar de Nova Mutum- Foto: Assessoria

A escola estadual aguarda apoio do estado de Mato Grosso, em parceria com a prefeitura municipal, para a construção de uma nova sede da instituição

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), na última quinta-feira (27), visitou a Escola Estadual Militar Tiradentes Coronel Celso Barbosa, em Nova Mutum (MT). Na oportunidade, ele conheceu as instalações e as principais demandas da instituição com o 1° sargento da Polícia Militar, João da Silva Sobrinho. Atualmente, a unidade de ensino conta com 409 alunos matriculados.

A escola militar de Nova Mutum foi considerada a segunda melhor em notas obtidas pelos estudantes, em Mato Grosso, explica o sargento. Ele conta que o prédio da instituição é alugado pela prefeitura municipal e que aguardam a construção de um espaço melhor e amplo para oferecer um ambiente adequado para atender os professores e alunos.

O parlamentar conheceu todas as instalações da instituição de ensino- Foto: Assessoria

“A prefeitura cedeu uma área de 8 mil m² com todos os documentos encaminhados ao governo do estado para a construção da nova escola. Este prédio é alugado pela prefeitura. Na verdade, o espaço está apertado para nós. Aqui, antes era uma escola particular. O ensino é de qualidade, temos até professores que tem doutorado. Com a parceira com o governo estadual, esperamos aumentar o atendimento para 1.200 alunos”, ressalva Sobrinho.

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Instituição

Há três anos, a escola militar foi instalada no município e oferece educação de nível fundamental e médio. “Primeiramente, foi uma surpresa ver que o nome da escola é do coronel Celso Barbosa que tive a oportunidade de conhecer e que foi um grande guerreiro e, infelizmente, faleceu em um acidente. Essa escola é reconhecida pela excelência no ensino, mas infelizmente está faltando o espaço. Esperamos com brevidade essa parceria com o estado de Mato Grosso para construir uma nova sede”, posiciona Delegado Claudinei.

O parlamentar destaca que sempre apoiou o ensino militar, pois prega a disciplina, respeito ao próximo e amor à pátria. “Ampliar as vagas e garantir um espaço adequado para acolher os professores e alunos será um grande ganho para a educação, pois a qualidade do ensino já sabemos que essa instituição já garantiu”, salienta Claudinei que se comprometeu em fazer a devida articulação com as Secretarias de Estado de Educação (Seduc) e de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp).

A implantação de Escolas Militares Tiradentes envolve uma parceria entre a Seduc e Sesp por meio da Polícia Militar, em que está integrada com a rede estadual de ensino e oferece um ensino gratuito aos interessados. A metodologia de ensino é aplicada pela polícia militar que levará instruções militares, ensinamentos de disciplina, organização e patriotismo.

Decreto – No início do ano, entrou em vigor o Decreto nº 9.665, de 2 de janeiro, que prevê o modelo cívico militar em escolas de todo o país. Essa lei, assinada pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, permitirá que escolas estaduais e municipais possam aplicar modelos de educação já seguidos em colégios militares do exército, da polícia e Corpo de Bombeiros.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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