Política MT
Deputado apresenta projeto para proibir a venda de ‘Slime’ em MT
Determinadas marcas do produto conhecido no mercado como “slime”, ou as populares “gelecas”, são produzidas a partir do elemento químico Boro. O princípio ativo é uma concentração de 3% do ácido bórico e o produto antisséptico tem a venda proibida em alguns países, por conta de suas características tóxicas. O Projeto de Lei de n° 946/2019 (, apresentado pelo deputado Max Russi (PSB), visa proibir a utilização e comercialização desse tipo de brinquedo, justamente por conter essa substância, nociva a saúde das crianças.
O parlamentar alerta que os slimes são atualmente comercializados sem qualquer restrição, mesmo contendo componentes na fabricação, como borato de sódio, ou bórax.
“Este componente químico é mineral derivado de uma mistura de um tipo de sal com ácido bórico. Essa substância pode ser encontrada em produtos de limpeza domésticos e em âmbito industrial. Um risco para a saúde humana, O alerta vale para toda a população, principalmente os pais ou responsáveis, que devem ficar atentos na hora de escolher o produto na loja”, alertou.
De acordo com o presidente do Departamento de Toxicologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Carlos Augusto Mello da Silva, o manuseio do boráx pode gerar intoxicação. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também já emitiu alerta sobre o produto, alegando que se o “slime” for utilizado em alta concentração pode causar envenenamento, alterações gastrointestinais, hipotermia e insuficiência renal.
Para o deputado Max Russi, essas informações são suficientes na defesa da suspenção imediata da venda desse produto. “Está praticamente comprovado que esse produto desencadeia problemas de saúde silenciosamente, principalmente porque suas vítimas, no caso as crianças, não sabem diagnosticar os sintomas”, reforçou.
O slime, além da disponibilidade da compra em estabelecimentos fixos, também é possível de ser adquirido pela internet, titulados como “massinha caseira”, com instrução para fabricar em casa.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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