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Deputado Claudinei conhece projeto de ressocialização do sistema prisional de Primavera do Leste

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Delegado Claudinei conhece a estrutura física da cadeia pública de Primavera do Leste- Foto: Assessoria

O deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Delegado Claudinei (PSL), se reuniu com o diretor Valdeir Zelis da Unidade Prisional de Primavera do Leste (MT) para conhecer a estrutura e ações desenvolvidas pela instituição.

A cadeia pública hoje conta com a atuação de seis policiais penais e com 62 reeducandos alojados. De acordo com Zelis há um interesse de ampliar a unidade, pois também o espaço possui a parte administrativa que envolve os trabalhos de profissionais das áreas de psicologia, serviço social, enfermagem e medicina. “É difícil estes profissionais estarem dentro do mesmo espaço. Sabemos que a estrutura física da unidade, não vamos conseguir melhor coisa. Antes, tinha fuga aqui, em que fugiram uns sete presos. Graças a Deus, nestes três anos de direção, não aconteceu nada”, posiciona.

Ressocialização

Sala de Costura que conta com a mão de obra do reeducandos e matéria prima fornecida pela prefeitura municipal- Foto: Assessoria

Durante a visita nas estruturas físicas da cadeia pública, Claudinei ficou impressionado ao conhecer as salas de costura e de educação que estão instaladas no local. “Temos escolas dentro da cadeia. Hoje, estamos atendendo 80 recuperandos. Todos os dias tem aula, nos períodos matutino e vespertino. Também, a gente faz uniformes para serem entregues as creches e escolas municipais. A matéria prima é doada pela prefeitura”, explica o diretor.

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Outra iniciativa da Unidade Prisional apresentada ao parlamentar, foi o projeto “Segunda Chance” que tem propósito de ressocializar e preparar o egresso ao convívio social. Essa iniciativa envolve a parceria do Poder Judiciário, Promotoria de Justiça e a prefeitura de Primavera do Leste. “Essa parceria conseguimos colocar os presos para trabalhar. Eles realizam atividades como limpeza de rua, poda de árvores e pintura de meio-fio. Temos um controle maior da unidade com este trabalho de ressocialização. É preciso dar oportunidades para que ele tente mudar de vida. A cadeia fica até tranquila, porque os presos ficam bem comportados e tranquilos”, comenta Zelis. 

Processo 

Sala de aula que conta com a participação de 80 reeducandos

Para que o reeducando possa participar do projeto é realizado todo um processo para garantir a inserção no programa de ressocialização. De acordo com o diretor é realizada uma triagem, avaliação de comportamento e evolução dos egressos dos regimes fechado e semiaberto. Ele conta que a prefeitura municipal paga um salário mínimo, em que o preso trabalha de segunda à sábado até 12h e, ainda, tem a oportunidade de visitar os familiares nos finais de semana.

“Realmente, é um projeto que serve de exemplo para que outras cadeias públicas de Mato Grosso possam também aplicar essa metodologia. Afinal, é a oportunidade de preparar o reeducando da melhor forma para estar no meio da sociedade depois que cumprir a pena e, também, sair da criminalidade. Muito interessante. Ele vai ter o direito de remição da pena e o salário para manter a sua família”, impressiona Delegado Claudinei.

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Zelis acredita que este projeto contribuiu bastante para a redução de presos na unidade. “Nossa capacidade é de 60 e, hoje, temos 62 reeducandos. Antes, as nossas celas tinham 14 por cela. Hoje, são cerca de seis. Temos projetos para 103 recuperandos que vai aumentar para mais 113. Tem preso que ganhou o alvará de soltura e continua no projeto. Tem muitas empresas parceiras que têm interesse na mão-de-obra. Não tivemos fuga e nenhum problema no projeto. Temos que fazer uma boa seleção aqui dentro, para que tenha um bom efeito lá fora”, esclarece.

Este encontro realizado pelo deputado Claudinei faz parte de ações da Comissão de Segurança Pública e Comunitária em fazer o levantamento dos trabalhos desenvolvidos e as principais demandas das instituições de segurança pública, principalmente dos polos regionais que pertencem a Região Integrada de Segurança Pública (Risp).

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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