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Política MT

Deputado Claudinei contribui na liberação de recursos atrasados para Santa Casa de Rondonópolis

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A Secretaria de Saúde de MT autorizou o pagamento de cerca de R$ 1,5 milhão dos serviços de UTIs da unidade filantrópica

Deputado Claudinei durante visita a Santa Casa de Rondonópolis- Foto: Assessoria

A superintendente da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis (MT), Bianca Talita Franco, havia apresentado uma planilha com a relação de serviços com pagamentos em atrasos pelo governo estadual ao deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) – com mais de R$ 5 milhões a receber. Nesta situação, o parlamentar se reuniu nesta última quarta-feira (9), com a secretária adjunta executiva da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), Danielle Carmona, para obter os esclarecimentos e encontrar as devidas soluções.

Na planilha consta a falta de pagamentos referentes aos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da Covid-19 e com produção além da meta. Também, UTIs da Covid-19 com diferença de R$ 400 por leito e dos repasses OPM Extra e Toracotomia, conforme contratualização.

De acordo com Danielle, inicialmente, o Ministério da Saúde tinha elaborado uma portaria no início da Covid-19 e que o pagamento seria integral para os contratualizados. “Depois venceu essa portaria, no final de outubro, em que o Ministério fez uma nova publicação falando que os três meses que ele deixou de publicar, seria também, o pagamento integral. Eles estão fazendo um encontro de contas para o que foi repassado para estar pagando a diferença. Já foi passado para Bianca”, informou a secretária ao parlamentar durante o encontro.

Deputado se reúne com a secretária adjunta da SES- Foto: Assessoria

Situação

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Após essa reunião, na manhã desta quinta-feira (10), foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) a portaria de n.º 498/2020 que autoriza por meio da SES, o pagamento de custeio mensal referente a julho de 2020 de leitos em UTI – Adulto, Pediátrica, Neonatal e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal (UCIN) credenciada ou habilitada junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), no valor de cerca de R$ 1,1 milhão.

“Na semana passada estivemos junto com a equipe de Santa Casa de Rondonópolis, analisando o quadro de contas e vimos que precisávamos do recebimento das UTIs referente as diferenças dos meses de março a julho. E também, identificamos o déficit do orçamento causado pela queda da arrecadação advinda do Feef (Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal) pela divisão dos hospitais”, explica Bianca.

Outra portaria publicada na mesma data, foi a de n.° 501/2020 que é autorizado o pagamento no valor de R$ 360 mil dos leitos de UTIs da Covid-19, em referência ao mês de outubro deste ano. “Acabamos de receber a notícia que foram pagos mais de R$ 1,5 milhão e ainda previsão de pagamento do restante nas próximas semanas”, informa a Franco.

Mobilização

A superintendente do hospital filantrópico que atende 19 municípios da regiões sul e sudeste de Mato Grosso, conta que a unidade está em plano de recuperação financeira com as melhorias em suas receitas e os contratempos com os pagamentos atrasados e o déficit do Feef, poderiam causar uma nova crise nas finanças, principalmente perante a segunda onda de pandemia da Covid-19.

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Além do apoio do deputado Claudinei, a superintendente buscou mobilizar e sensibilizar outros integrantes da política na esfera estadual e federal, e, também, ela informou que chegou a realizar reunião com o Secretário da Fazenda de Mato Grosso (Sefaz), Rogério Gallo, que prontamente foi atendida por ele. “Agradecemos o governo do estado, o empenho dos demais deputados, juntos estamos alinhando para melhorar e salvar essa instituição”, posiciona.

“Realmente, ficamos contentes neste passo inicial dado pela Secretaria de Estado de Saúde e agradeço toda a atenção dada pela secretária adjunta Danielle que se prontificou a nos manter informados desta demanda da Santa Casa que realmente é preocupante”, salienta Delegado Claudinei.

Entidade – A Santa Casa Rondonópolis foi fundada em 1971 e, atualmente, oferece serviços de atendimento adulto e infantil, realiza diversos tipos de cirurgias e de diagnóstico (raio-x, tomografia e ultrassonografia).

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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