Política MT
Deputado Claudinei e vereadora de Rondonópolis se reúnem com o secretário Alan Porto da Seduc
Os parlamentares apresentaram demandas da educação de Rondonópolis e receberam informações sobre o início das aulas em Mato Grosso

Deputado Claudinei com o secretário de Educação de Mato Grosso e a vereadora Kalynka- Foto: Assessoria
Para discutir as demandas da educação de Rondonópolis, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) recebeu o secretário de Educação de Mato Grosso (Seduc), Alan Porto, e a vereadora Kallynka Meirelles (PRB), na Assembleia Legislativa. Os assuntos tratados foram sobre o retorno das aulas, em agosto, após a finalização da vacinação dos professores, a instalação de uma quadra poliesportiva e a aquisição de equipamentos para compor o laboratório e contribuir com os alunos a participarem de Olimpíadas de matemática e ciências, na Escola Estadual José Moraes.
Para a vereadora, a unidade fica bem no coração da cidade, com alunos de baixa renda, sendo que no local já existe uma quadra poliesportiva que está deteriorada e ao lado há um espaço enorme com cobertura que favorece realizar os devidos investimentos. “Vou entregar a demanda para o setor responsável. Vamos entrar em contato com a escola e enviar os nossos técnicos para fazer uma visita e ver as demandas. Tem todo um trâmite que temos que seguir. O importante é o fim. O fim é o resultado para chegar lá na ponta. Então, vamos tentar com todos os esforços atender essa unidade”, posiciona Porto.
Retorno – O início das aulas será na modalidade híbrida – sendo presencial e remota. Caso os pais não se sintam seguros em liberar os filhos para estudarem na instituição de ensino, foi proposto pela Seduc que seja feita a assinatura de um termo de responsabilidade para a continuidade do processo pedagógico de forma não presencial.

O diretor da unidade escolar recebe o ofício de emenda parlamentar pelo deputado e vereadora- Foto: Assessoria
Segundo Alan, esse momento de pandemia da Covid-19 oportuniza realizar as devidas melhorias nas estruturas das unidades escolares. “O nosso planejamento é para retornar a partir de agosto, tendo em vista que boa parte dos profissionais da educação já estarão vacinados. Os municípios já estão em fase de finalizar a imunização. É importante dizer que o governo estadual tem focado na vacinação desses profissionais, tanto que 20% das vacinas que chegam ao estado de Mato Grosso é destinado para eles. Estamos bastante esperançosos, reacendeu aquela chama. A gente sabe que durante este um ano e meio, aumentou muito a defasagem na educação. Acreditamos que estamos no caminho certo e que logo, logo, retornaremos com segurança e cumprindo todos os protocolos de biossegurança”, expõe o secretário.
Emenda – O deputado esteve na Escola Estadual José Moraes com Kalynka, na última sexta-feira (18), e visitaram as instalações da unidade. Na oportunidade, Claudinei formalizou a entrega de ofício ao diretor Anderson Luiz de emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil para a compra de aparelhos de ar condicionado para atender a comunidade escolar.
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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