Política MT
Deputados apreciam 45 projetos de lei durante a semana
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) apreciou 45 projetos de lei (PL) em tramitação no Poder Legislativo durante as três sessões realizadas no dia 14 passado. As propostas foram votadas após apreciação das comissões técnicas e da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Para a próxima semana, a sessões plenárias serão realizadas no dia 21 de agosto, sendo uma matutina e duas vespertinas.
Das matérias analisadas no dia 14 de agosto, 23 foram aprovadas em primeira votação e encaminhadas para a CCJR e outros quatro projetos de lei foram aprovados em segunda votação e enviados para ao expediente para sanção do Poder Executivo.
Dos projetos rejeitados, três estavam pela primeira vez em votação e 15 foram reprovados em segunda votação e enviados ao arquivo.
Entre as pauta aprovadas em segunda votação, está o PL 354/2016, de autoria do deputado Wancley Carvalho (PV), que dispõe sobre a obrigatoriedade de filtrar a fumaça proveniente da queima de pneus inservíveis. A Assembleia publicou uma matéria sobre o projeto, que poder lida aqui.
O projeto 175/2013, que proibiria o uso de capacete ou qualquer outra cobertura que esconda o rosto em estabelecimentos comerciais públicos ou privados, foi rejeitado em segunda votação e enviado ao arquivo. De acordo com o parecer técnico da CCJR, o projeto possui vício de inconstitucionalidade por versar sobre trânsito, de competência da União. O projeto é de autoria do deputado Zé Domingos Fraga (PSD).
Todos os projetos em tramitação estão disponíveis no site da Assembleia, onde também é possível acompanhar as matérias que entraram em pauta para as sessões e os votos recebidos. O passo a passo pode ser conferido na reportagem “ALMT disponibiliza informações atualizadas sobre o teor e o estágio dos projetos em tramitação”.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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