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Desperdício de alimentos e comércio na internet estão em debate na OCDE, em reunião com a presença do Mapa

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Perdas e desperdícios de alimentos estão sendo discutidas pela Organização para o Desenvolvimento Econômico (OCDE), até o dia 28, em Bonn, Alemanha, em reunião que trata da Aplicação de Padrões Internacionais de Frutas e Hortaliças. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está representado no evento, que teve início ontem, pelo auditor fiscal agropecuário do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), André Bispo. A iniciativa da OCDE faz parte do seu Programa de Frutas e Hortaliças Frescas. Um dos objetivos da participação brasileira é incrementar as exportações de vegetais para a União Européia e outros mercados. 

Está em debate a avaliação do impacto do aumento das vendas de produtos hortícolas na internet e por meio de aplicativos e as medidas necessárias para que esses produtos atendam aos requisitos de qualidade dos padrões e normas em vigor.

Amostras de uvas de mesa, morangos e alfaces também serão avaliadas de forma conjunta entre os países membros do Programa de Frutas e Hortaliças da OCDE e os representantes da fiscalização sanitária da Europa, produtores, importadores e exportadores desses produtos. A amostragem servirá para definir padrões de qualidade que a Europa vai exigir no comércio destes produtos. A OCDE tem um manual que contém as características de cada produto.

Maiores informações sobre a reunião, bem como sobre o Programa de Frutas e Hortaliças da OCDE podem ser obtidas no link: (http://www.agricultura.gov.br/assuntos/inspecao/produtos-vegetal/grupos-de-trabalho-do-codex-alimentarius-coordenados-pelo-dipov).

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O governo brasileiro tem participado de cerca de 36 instâncias da organização, como associado, participante ou convidado da OCDE, e já aderiu a 26 Recomendações e outros instrumentos da Organização.

Em junho de 2015, foi assinado entre as partes acordo de cooperação, que permite aprofundar e sistematizar o relacionamento bilateral. O acordo institucionaliza a participação brasileira em diversos foros da OCDE e estabelece mecanismos para a definição de linhas de trabalho.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
Janete Lima
[email protected]

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Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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Sustentabilidade

Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

Nesse lote foram coletadas 26 amostras de híbridos

02/07/2020

O resultado preliminar do estudo “Híbridos de Milho Suscetíveis a “Nematoides”, que faz parte dos projetos de pesquisa financiado pelo Programa Agrocientista da Associação dos produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), indica que para diminuir as perdas em soja nas áreas infestadas é recomendado que o produtor utilize na rotação ou sucessão com a soja, genótipos de milho resistentes ou, pelo menos, moderadamente resistentes ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e ao Pratylenchus brachyurus.

O coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri, afirma que esse é mais um estudo importante financiado pelo Agrocientista que traz resultado para auxiliar o produtor rural. “Agora com os dados dos testes de multiplicação nematoides do milho em mãos, o produtor poderá avaliar qual híbrido poderá comprar para próxima safra que não vai deixar desiquilibrar seu sistema de plantio. Por isso investimos em pesquisas como esta que traz os principais materiais plantados no ano passado e esse trabalho vamos continuar fazendo. Preste muita atenção, produtor! E acompanhe se o material que está querendo comprar não é um multiplicador de nematoide”, alertou.

A pesquisa sobre o manejo de nematoides, observados a caracterização da reação de híbridos e de cultivares de milho, comumente utilizados em rotação com a soja em Mato Grosso, é desenvolvida pela Embrapa Soja, por meio dos pesquisadores Rafael Soares e Waldir Dias.

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Nesta etapa foram coletadas em diversos municípios do Estado, 26 híbridos diferentes. “Os resultados mostraram que existem boas opções de milhos resistentes e moderadamente resistentes, principalmente ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e também ao Pratylenchus brachyurus, embora que para esses dois últimos as opções sejam menores devido a dificuldade de controle deles”, ressaltou o pesquisador Rafael Soares.

O pesquisador também orienta que, caso o produtor tenha áreas identificadas com ocorrência desses nematoides, é importante priorizar o uso desses milhos apontados no estudo nessas áreas.  “Essa é uma informação muito útil ao agricultor porque o manejo de nematoides não é fácil e deve ser feito através de um conjunto de medidas, entre elas o uso de cultivares resistentes e a rotação de culturas adequadas. Então usar um milho que multiplique menos nematoide no solo pode favorecer a soja semeada na sequência”, explanou.

Os nematoides de galha e das lesões radiculares estão espalhados pelos campos do Brasil, causando problemas nas lavouras de soja e prejuízos ao produtor rural. A pesquisa continua e já coletou mais 37 materiais de milho que estão sendo testados pela Embrapa Soja e devem ter os resultados divulgados nos próximos meses. “A pesquisa ainda está em andamento, mas já podemos adiantar esses resultados do primeiro lote de teste aos nematoides de galha e das lesões radiculares no milho”, frisou a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja, Marlene Lima.

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Ainda conforme a gerente, o Agrocientista acontece há mais de 10 anos e proporciona investimentos em projetos científicos que visam melhorar a produção e a produtividade de soja e milho, em Mato Grosso. “Ao longo desse tempo essa iniciativa trouxe vários resultados, favorecendo a aplicação de novas tecnologias, inovação, ajudando o produtor rural na tomada de decisão, proporcionando uma agricultura sempre alicerçada em pesquisa e sustentabilidade”, destacou Marlene.

Para conferir a tabela completa com os resultados do primeiro lote da pesquisa, clique aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Consulta pública vai colher sugestões sobre a concessão do Selo Arte para cárneos

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Produtores e representantes de estabelecimentos, órgãos e entidades agropecuários podem, a partir de hoje, participar do processo de elaboração de requisitos mínimos de Boas Práticas para obtenção e utilização de matérias-primas e fabricantes de produtos cárneos produzidos de forma artesanal.

A consulta pública, prevista na portaria nº 79 foi publicada hoje (2) pelo Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (Mapa). Até o dia 16 agosto – o prazo é de 45 dias – os interessados poderão enviar sugestões que vão subsidiar a elaboração da Instrução Normativa que vai definir os requisitos básicos pra a concessão do Selo Arte para esse segmento. As sugestões podem ser enviadas, a partir de hoje, para esse link.

“Nosso objetivo, com esse trabalho, é fortalecer, cada vez mais, o nível de segurança sanitária deste tipo de produto, nos diversos elos da cadeia produtiva, desde o trato da matéria-prima, produção e propriedades rurais, a fim de oferecer o melhor produto aos consumidores”, afirma o coordenador-geral de Produção Animal do Mapa, André Brugnara Soares.

Ele explica que a publicação dessa norma permitirá que estados e o DF concedam o Selo Arte aos produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados). O que possibilitará que esses produtos possam ser comercializados em todo território nacional, além de ser um selo de garantia da conformidade artesanal, que é um potencial agregador de valor. Essa iniciativa, destaca André, irá atender à demanda de inúmeros produtores rurais artesanais, que produzem e preservam a cultura e a tradição dessa produção em suas regiões.

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Regulamento Nacional 

De acordo com a proposta de texto de Instrução Normativa prevista na portaria, propõe o estabelecimento, em todo o território nacional, do Regulamento Técnico de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação voltado a produtores rurais que fornecem animais para abate,aos abatedouros frigoríficos fornecedores de matéria prima e aos estabelecimentos fabricantes de produtos cárneos produzidos de forma artesanal. As exigências de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação são aquelas já previstas nos programas de saúde animal e do serviço de inspeção oficial, acrescidas dos requisitos previstos nesta norma.

As avaliações dos documentos de comprovação do cumprimento das boas práticas serão realizadas pelos estados e pelo Distrito Federal, responsáveis pela concessão do Selo Arte. No caso das boas práticas agropecuárias, o trabalho poderá ser realizado pelos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Em relação à fabricação, as avaliações poderão ser feitas pelos serviços de inspeção municipal, estadual ou federal.

Selo Arte 

Regulamentado em julho do ano passado, a concessão do Selo Arte atende a uma demanda antiga de produtores artesanais de todo o Brasil. É uma espécie de certificação que permite que produtos como queijos, embutidos, pescados e mel possam ser vendidos livremente em qualquer parte do território nacional, eliminando entraves burocráticos. Para os consumidores, é uma garantia de qualidade, com a segurança de que a produção é artesanal e respeita as boas práticas agropecuárias e sanitárias.

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A primeira etapa de aplicação foi para produtos lácteos. Neste momento, técnicos da Secretária de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação estão na fase final de sistematização de propostas para publicação da Instrução Normativa para pescados.  A próxima etapa vai abranger produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).

Informações à Imprensa
[email protected]

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Aprosoja destaca redução de juros no Plano Safra do BB

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Defesa Agrícola

Aprosoja destaca redução de juros no Plano Safra do BB

Veja tabela que detalha o custo financeiro das linhas do FCO

Foto: Jornal de Brasília

01/07/2020

O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta quarta-feira (01.07), o montante de R$103 bilhões que estarão disponíveis para o Plano Safra 2020/2021 que serão disponibilizados pela instituição. O valor é 11% maior que o investimento realizado na safra anterior (2019/2020) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) destaca a redução de nas taxas de juros das linhas pré-fixadas, conforme já previsto pela entidade.

Comparativo realizado pela equipe técnica da Aprosoja mostra redução média de 22% nas taxas de juros das linhas pré-fixadas, quando comparadas com as praticadas na safra 2019/2020. Conforme a entidade, tais reduções já eram esperadas, tanto pela divulgação do Plano Safra 2020/2021, quanto pelos sucessivos ajustes na Taxa Selic nos últimos meses.

Apesar de considerar as reduções de taxas de juros uma medida positiva para incentivar o setor, o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, destaca que “era aguardada queda ainda maior”, e que “é preciso agora ampliar o debate sobre o custo operacional das instituições financeiras e o spread bancário das linhas de crédito agrícola, para que esses patamares se aproximem mais da Selic e, também, diminua o custo do governo com subvenções”, pontuou.

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Cadore destacou, ainda, que “a produção de alimento é estratégica para qualquer país, e o Brasil é um dos poucos lugares do mundo com capacidade para aumentar produção. Todavia, para o aumento desta produção são necessários juros ainda mais acessíveis para o crédito agrícola”.

O lançamento do Plano Safra do Banco do Brasil aconteceu em evento online que contou com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, do presidente do BB, Rubem Novaes e do vice-presidente de Agronegócios e Governo do BB, João Rabelo

Conforme informou banco, do valor disponibilizado para investimentos na safra 2020/2021, um total de R$ 61 bilhões serão destinados para custeio e R$ 17,5 bilhões para investimentos. Para ampliação da capacidade e a infraestrutura de armazenagem foi reservado R$ 1 bilhão, que já estão disponíveis.  Em Mato Grosso, o BB já está trabalhando com as novas taxas do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), recentemente divulgadas pelo Banco Central do Brasil.

A tabela a seguir detalha o custo financeiro das linhas do FCO, de acordo com o porte de faturamento e operação, com bônus e sem bônus de adimplência:

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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