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Diretoria visitas regionais do norte e noroeste e apresenta projetos da PJC a servidores

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Raquel Teixeira/PJC-MT 

Em visitas a regionais da Polícia Judiciária Civil no interior do estado, ocorridas na última semana, a diretoria da instituição estreitou diálogo com profissionais de diversos municípios, conheceu projetos desenvolvidos pelas delegacias para aprimorar a atuação da PJC nos municípios e falou das ações desenvolvidas para modernização dos trabalhos da instituição.

Os diretores Mário Dermeval, Gianmarco Paccola (geral adjunto) e Walfrido Nascimento (Interior) visitaram as unidades nas regionais de Juína, Guarantã do Norte, Alta Floresta e Sinop cumprindo compromisso de levar informações de projetos e ações administrativas para policiais que estão na ponta.
Durante as visitas foi realizada também a fiscalização das estruturas e reuniões com o efetivo das localidades para tratar de assuntos administrativos com delegados, escrivães e investigadores.

“Estamos visitando todas as regionais para conhecer de perto a realidade, levar informações da gestão e trocar ideias com os policiais num processo de interação entre a diretoria com os servidores que estão nos municípios”, afirmou delegado-geral, Mário Dermeval.

Um dos assuntos relatados nas unidades no interior é a ferramenta que está em processo de construção , o inquérito eletrônico policial, plataforma totalmente desenvolvida por profissionais da Polícia Civil e que entrará em funcionamento nas primeiras delegacias até o final do ano.

“Além de produzir todo o Inquérito dentro do sistema, com transmissão eletrônica ao Judiciário, vai possibilitar a integração da base de dados com outras instituições, implantação de ferramentas de investigação e inteligência, melhoria no cadastramento de indivíduos, e aplicativos que darão mais celeridade às investigações da Polícia Civil”, explica do delegado geral.
O inquérito entrará em funcionamento até o final de 2019, em 10% das unidades da PJC, e terá integração do banco de dados com outras instituições.

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A construção da nova sede da Polícia Civil, que será erguida em uma área próxima ao Detran, na Capital, foi informada aos policiais no interior.

O diretor do Interior, Walfrido Nascimento, destacou a importância de passar as novidades e avanços tecnológicos para as unidades e também ver de perto o trabalho desenvolvido nas regionais. Walfrido reforçou que o inquérito eletrônico dará um salto evolutivo nos trabalhos da Polícia Civil de Mato Grosso. “É um aprimoramento que estamos conquistando e que fará a diferença na qualidade investigativa”.

Regionais

Em Peixoto de Azevedo, a direção da PJC conheceu junto com a equipe do delegado regional Geraldo Gezoni Filho o local destinado à construção da nova delegacia municipal. O projeto executivo do novo prédio está pronto e, com apoio do Ministério Público Estadual e Poder Judiciário, serão destinados recursos de transações judiciais para a obra.

Em Guarantã do Norte, a prefeitura da cidade destinou recurso para início da obra, no valor de R$ 400 mil. A parceria de outras instituições tem sido fundamental para melhorar a estrutura de trabalho das delegacias, conferindo um ambiente de qualidade tanto para os servidores, quanto para o atendimento à população.

Já em Matupá, a nova sede da delegacia municipal está em construção, em uma união de esforços entre Conselho Comunitário de Segurança, Ministério Público Estadual, Poder Judiciário e sociedade civil organizada.

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A regional também apresentou um projeto à Comarca, que destinou recurso no valor de R$ 70 mil para aquisição de sistema de rádio comunicação digital. Serão instaladas duas repetidoras de sinal digital, uma em Guarantã do Norte e outra em Peixoto de Azevedo, e mais quatro estações rádio base – uma em cada delegacia municipal e uma na regional.
Outro projeto em execução, que também conta com recursos destinados pelo Ministério Público Estadual e Judiciário, é para instalação de câmeras de monitoramento em Guarantã do Norte, que auxiliarão as polícias da região. “Com auxílio de diversas instituições estamos reforçando nossas atividades e munindo a Polícia Civil de elementos para aprimorar nossa atuação”, informou o delegado Geraldo Gezoni.

Aproximação

“É fundamental ter essa aproximação e passar o que a direção está desenvolvendo em prol da instituição. Conhecemos também os projetos em andamento para construção das novas sedes e o que vem sendo implementado nas regionais para aprimorar a atuação da instituição nos municípios”, enfatizou o delegado-geral.

Na delegacia de Colíder, o delegado Ruy Guilherme da Silva mostrou à diretoria a padronização dos símbolos da PJC, implementada na unidade, em conformidade com o Decreto 244/2019.

Em Alta Floresta, a direção inaugurou a nova sede da delegacia da cidade. Por quase 40 anos, a Polícia Civil atuou em um prédio anexo à cadeia e que já não comportava a estrutura de trabalho e atendimento. No novo local, há salas para todos os serviços policiais, como cartórios administrativos, celas, pátio para guarda de veículos, ambiente climatizado e pintura nas cores padronizadas da Polícia Civil.  “Um local digno e que terá certamente reflexos no trabalho prestado à sociedade”, destacou o delegado-geral. 

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A diretoria da Polícia Civil finalizou as visitas ao interior na regional de Sinop, onde se reuniu com delegados, escrivães e investigadores.

O delegado-geral adjunto, Gianmarco Paccola, ressalta que a aproximação entre os servidores que estão no interior e a direção é fundamental para que a instituição conheça os anseios dos profissionais “possamos trocar ideias, interagindo e esclarecendo dúvidas sobre as ações que temos em andamento”.

Inquérito eletrônico

Os sistemas da PJC são utilizados em quase 100% das delegacias de polícia, nas demandas administrativas, cartorárias e investigativas, além de ser a maior base de geração de dados estatísticos interno, no gerenciamento de controle e rotinas administrativas e operacionais.

A economia anual com a implementação do inquérito policial eletrônico será de mais de R$ 2 milhões somente com impressão de papel, com estimativa geral de economia de até 20 milhões/ano, com armazenamento, entrega de processos, entrega de intimações, entre outros.

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Polícia Civil prende mulher com 495 caixas de cigarros contrabandeados em MT

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Uma mulher que estava transportando uma grande carga de cigarros contrabandeados na Rodovia MT-343, em Nova Olímpia foi presa em flagrante, na madrugada desta quinta-feira (26.6), pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Regional de Tangará da Serra.

A suspeita, de 41 anos, foi flagrada com centenas de caixas de cigarro contrabandeados e foi autuada em flagrante pelo crime de contrabando.

A prisão ocorreu por volta das 3h20, durante uma ação de monitoramento, quando os policiais avistaram um veículo Chevrolet Prisma prata, ano/modelo 2015, em atitude considerada suspeita e realizaram a abordagem. Ainda do lado de fora do automóvel, os investigadores visualizaram diversas caixas no interior do veículo.

Questionada sobre a carga, a motorista informou espontaneamente que transportava cigarros. Durante a fiscalização, foi constatado que o veículo transportava 495 caixas de cigarros, cada uma contendo 200 unidades, totalizando 99 mil cigarros de origem estrangeira introduzidos clandestinamente no país, configurando, em tese, o crime de contrabando.

Além da carga ilícita, foram apreendidos um Chevrolet Prisma, utilizado no transporte da mercadoria, e um aparelho celular encontrado danificado. Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e a suspeita conduzida à Delegacia de Nova Olímpia, onde após ser interrogada pelo delegado Ivan Albuquerque Soares, foi lavrado o flagrante.

Segundo o delegado, a suspeita é contumaz nessa prática ilícita e possui antecedentes por estelionato e contrabando. Após as providências cabíveis, ela foi colocada à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.

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Justiça decreta prisão de policial civil aposentado a pedido do MPMT

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A pedido da 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, a Justiça decretou na terça-feira (23) a prisão preventiva de Luciano Testa, policial civil aposentado acusado de agredir um idoso dentro do elevador de um condomínio residencial na capital. A medida foi determinada para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e preservar a instrução criminal. A decisão, proferida pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve integralmente as medidas cautelares anteriormente impostas durante o Plantão Criminal, que continuarão vigentes de forma complementar após o cumprimento do mandado de prisão.

Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a agressão ocorreu em 11 de junho de 2026 e foi precedida por uma escalada de violência. Conforme o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, ameaças registradas em boletim de ocorrência em agosto de 2025 teriam se concretizado cerca de dez meses depois, quando o investigado teria agredido com socos e chutes um idoso de 62 anos, inclusive após a vítima cair ao chão. A esposa do idoso, que tentou intervir, também teria sido agredida e vítima de importunação sexual.

Na manifestação, o MPMT argumentou que o acusado deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não foi encontrado em duas tentativas de intimação judicial, circunstâncias que reforçam o risco de evasão e de descumprimento de determinações judiciais. Para o Ministério Público, a sequência dos fatos evidencia a periculosidade do investigado, que é policial civil aposentado, possui treinamento em operações táticas especiais e acesso facilitado a armamentos. O órgão também sustenta que, em razão de sua condição funcional e rede de contatos, ele teria potencial para interferir na produção de provas e no depoimento de vítimas e testemunhas.

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O MPMT defendeu ainda que as medidas cautelares anteriormente impostas se mostraram insuficientes para neutralizar os riscos do caso, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio, compartilhando áreas comuns como elevadores, hall de entrada e garagem, o que mantém a possibilidade de novos confrontos.

A Justiça reconheceu que a prisão preventiva é necessária. Na decisão, o juiz João Bosco Soares da Silva destacou a gravidade das agressões, a escalada de violência registrada desde 2025, o risco de novas investidas contra as vítimas e a insuficiência das medidas cautelares anteriormente impostas, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio.

Processo 1012194-95.2026.8.11.0042.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais -
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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

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Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

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