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Domingo (17): Rondonópolis registra 4 mortes e contabiliza 450 óbitos por Covid-19

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Unidade de Pronto Atendimento de Rondonópolis-Foto: Assessoria

O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde, neste domingo (17), mostrou que foram registradas 4 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas em Rondonópolis. Apesar disso, 16.428 casos da Covid-19 foram diagnosticados desde o início da pandemia. 15.562 pacientes recuperados, ainda há 416 casos ativos e 450 óbitos.

As vítimas se tratam de três mulheres de 70,75,78 anos e um homem de 95  anos.

O Boletim aponta também que houve uma diminuição de pacientes nas UTIs públicas e privadas na cidade.

Situação dos Leitos de UTI por Hospital

Hospital Natureza Total Ocupados Disponíveis Ocupação (%)
Santa Casa publico 20 14 6 70.0 %
Hospital Regional publico 10 9 1 90.0 %
UNIMED privado 1 8 -7 800.0 %

 

Veja o Boletim Epidemiológico completo. 

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Rondonópolis

Promoção e Assistência Social marca Dia Internacional da Mulher com debate em live sobre violência doméstica

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Berros, ironias, chantagens, manipulações, ameaças, xingamentos, entre outros desrespeitos são o prenúncio de ações que podem tomar forma concreta na violência física – que deixa marcas visíveis – contra a mulher. Porém, a agressão não é só um tapa. Ela pode começar de uma maneira invisível, sutil, sendo, inicialmente, uma violência psicológica. Para combatê-la, é importante conscientizar a população e nada melhor para isso do que um debate que leve à identificação na raiz para sua eliminação logo que se manifeste.

Por isso, a Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social realiza, na próxima segunda-feira (8), às 14 horas, uma live, por meio do link https://www.facebook.com/CREAS… onde o público poderá dialogar com a psicóloga do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Rafaela Alves Scaramal, sobre o tema “O Creas e as mulheres vítimas de violência doméstica”, que vai abordar não apenas a conjuntura atual das relações abusivas envolvendo o universo feminino, mas também as ações dessa entidade como suporte para que suas vítimas consigam enfrentar as esse tipo de circunstância e as sequelas advindas dessa prática, recuperar sua dignidade e se refazer dos traumas.

“Muitas mulheres silenciam ao viverem uma situação de violência doméstica. É importante, no entanto, que elas compartilhem com outras pessoas o que está acontecendo, dando esse primeiro passo para, a partir daí, conseguirem tomar novos rumos, se libertando do agressor e superando todas as consequências decorrentes do comportamento abusivo do companheiro”, adverte a secretária de Promoção de Assistência Social, Neiva de Cól.

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São seríssimos os impactos que a violência por parte do companheiro gera na vida da mulher, como assinala Rafaela: “Por vezes, as pessoas não têm noção da gravidade, da dimensão, das consequências e da repercussão que os atos de violência doméstica podem ocasionar. É importante ressaltar que o excesso de submissão, de dominação, de subalterinzação e de manipulação também são formas de violências, a famosa a violência psicológica”.

Vários fatores envolvem o contexto de violência doméstica, entre eles, o social, o econômico, o psicológico e o emocional. “É comum a violência ser ofuscada pela própria vítima porque ela depende, muitas vezes, financeiramente ou afetivamente do companheiro agressor. Inclusive, há casos em que elas, sequer, sabem por onde começar e não conseguem ver uma porta de saída ou um caminho longe daquele homem”, relata a psicóloga.

Para promover o amparo necessário à mulher em situação de vulnerabilidade causada pela violência, existe uma rede de atendimento e proteção que envolve Centros de Referência de Atendimento à Mulher (Crams), Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams), Casas Abrigo, Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Defensoria Pública, além dos Creas.

“No CREAS é ofertado o acompanhamento psicossocial voltado ao enfrentamento e superação da violência, bem como dos obstáculos decorrentes de submissões a situações que provocam danos e agravos à condição de vida da mulher e as impedem de usufruir de sua autonomia e bem-estar. Por meio de uma rede de proteção”, explica Rafaela e emenda: “O acompanhamento disponibilizado pela entidade oferece serviço de apoio e orientação, compreende atenções direcionadas para a promoção de direitos, para o fortalecimento da função protetiva das famílias diante do conjunto de condições que as vulnerabilizam, as submetendo a situações de risco pessoal e social”.

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De acordo com a psicóloga, os encaminhamentos das vítimas chegam através de documentos oriundos dos órgãos parceiros, em especial a delegacia especializada, o poder judiciário, os Cras, os conselhos de defesa de direitos e demais atores da rede, através dos quais se realiza a busca ativa da vítima. Assim, há o contato inicial com a escuta sensível, estabelecimento de vínculo e apresentação do serviço. Com isso, acontece a identificação de demandas e avaliação da necessidade de acompanhamento.

Após esse primeiro momento, segundo a servidora do Creas, são traçadas estratégias de fortalecimento da vítima adequadas a cada caso, com atendimento médico e psicológico e, ainda, com a contribuição da Defensoria Pública – onde a mulher pode requerer seus direitos, especialmente, em casos de separação –, encaminhamento ao Serviço Nacional de Emprego (Sine) – para que ela possa conseguir uma vaga no mercado de trabalho e assim desenvolver autonomia financeira –, e, também, direcionamento à Secretaria de Habitação e Urbanismo – a fim de fazer inscrição para uma casa própria.

Rafaela comenta que, com os serviços que se articulam com as atividades e atenções prestadas às famílias nos demais serviços socioassistenciais, nas diversas políticas públicas e com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, após receberem os cuidados de que precisam para vencerem a opressão em que se encontram, as vítimas mencionam que o alívio por terem conseguido se desvencilhar do jugo é maior do que a falta que sentem do companheiro e das dificuldades que precisam encarar por estarem começando uma nova fase sozinhas para reconstruírem suas vidas.

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Tanto as vítimas como qualquer pessoa que tenha conhecimento de alguma situação de violência doméstica deve denunciar para que possa ser preservada ou restaurada a integridade da mulher. Há diversas formas de se fazer isso: por meio de boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), no disque 100 e no disque 180 – que são telefones onde específicos de serviços voltados para a proteção às mulheres vítimas de violência –, além da própria polícia, pelo 190.

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Rondonópolis registra crescimento de 54% em abertura de empresas

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Rondonópolis registrou um crescimento de 54% referente a abertura de empresas de pequenos e médio porte nos meses de janeiro e fevereiro quando comparado ao mesmo período de 2020, de acordo com dados do relatório estatístico do Centro de Atendimento Empresarial (CAE) do Departamento de Fomento das Micro, Pequenas e Médias Empresas da Prefeitura de Rondonópolis.

Em janeiro e fevereiro deste ano foram abertas 41 empresas no seguimento do comércio, 180 no seguimento de prestação de serviços, cinco no seguimentos de indústria/comércio/serviços e 73 no seguimento de comércio/serviços, totalizando 299 novas empresas, um aumento de 54% em relação ao mesmo período do ano passado, onde foram registradas 194 aberturas.

Quando o enfoque é o microempreendedor individual (MEI), foram realizados 2.811 atendimentos, sendo 920 formalizações, ou seja, essas pessoas saíram da informalidade ao registrarem suas atividades profissionais, possibilitando o acesso a inúmeros benefícios como aposentadoria, financiamentos, entre outros.

Ainda sobre MEI foram registradas 920 formalizações, 63 alterações cadastrais, 47 baixas em cadastros, 480 Declaração Anual do Simples Nacional (DASN – SIMEI), 911 emissão de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e 390 emissão de nota fiscal.

“São números positivos, a pandemia ainda não acabou e o número de abertura de empresas continua crescendo, demonstra que mesmo com a existência da pandemia a economia de Rondonópolis permanece muito forte”, analisou o gerente do Departamento de Fomento à Microempresas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Jarmes Freitas.

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Rondonópolis tem pioneirismo com rádios digitais reconhecido por parlamentar

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Ação feita pela Prefeitura Municipal há pouco mais de um ano ainda repercute positivamente no Estado e garante a Rondonópolis o pioneirismo na aquisição de rádios digitais para as forças da segurança pública, de acordo com o deputado estadual Elizeu Nascimento.

“Viemos aqui parabenizar o prefeito José Carlos do Pátio por essa situação que foi pioneira no Estado. Foi de suma importância a implantação dos rádios digitais no município, era uma demanda muito grande da Polícia Militar, isso não só atendeu ao município, mas a região e tem sido pego como piloto através do nosso pedido ao Governo do Estado que hoje faz a aquisição do rádio digital para todas as regiões que estão no caminho para receberem esse equipamento”, comentou o parlamentar durante visita ao Paço Municipal.

Os 106 rádios comunicadores digitais foram adquiridos pela Prefeitura de Rondonópolis com investimento de R$ 220 mil de recursos próprios em uma parceria com a Secretaria de Segurança Pública e Polícia Rodoviária Federal.

Os equipamentos são usados durante o patrulhamento das polícias são mais seguros que os modelos analógicos, pois integram um novo sistema de tecnologia avançada capaz de criptografar as conversas e impedir escutas não autorizadas e intervenções externas ilegais.

Foram instalados seis rádios de base fixas distribuídos entre o Centro Integrado de Segurança Pública (Ciosp), a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Corpo de Bombeiros Militar, o Centro Integrado de Segurança Pública (Ciosp) e o Sistema Penitenciário, além de 100 unidades tipo portáteis (HT)

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“A Prefeitura decidiu fortalecer a inteligência da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiro e Polícia Judiciária da Penitenciária Mata Grande com a aquisição dos rádios de ponta, inclusive com GPS e com toda uma estrutura”, explicou o prefeito durante entrevista na entrega do material em fevereiro de 2020.

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