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Embrapa lança documentário sobre o potencial da região Central Mineira
A nova fronteira agropecuária do Brasil, a região Central Mineira, é tema de um documentário produzido pela Embrapa Milho e Sorgo, que abrange as mesorregiões Metropolitana, Central e Noroeste de Minas Gerais e surge como uma promissora fronteira agropecuária nacional.
A região se destaca por atributos que a posicionam de maneira privilegiada no cenário agrícola: solos mecanizáveis facilitam a otimização de produção; uma pluviometria favorável e fontes abundantes de água garantem condições ideais para o cultivo. Além disso, a logística eficiente e agroindústrias bem estruturadas impulsionam a distribuição e a agregação de valor aos produtos locais.
O Movimento Central Mineira, concebido pela Embrapa, tem como objetivo transferir conhecimentos, tecnologias e promover conexões entre os diferentes atores, agentes e agências, para acelerar o desenvolvimento planejado da mais nova fronteira agropecuária do Brasil, integralmente em Minas Gerais. Nessa região, a CCPR está construindo a maior fábrica da América Latina para a produção de soluções nutricionais, como rações e suplementos minerais para animais. A nova unidade industrial está sendo implantada em São José da Lagoa, distrito da cidade de Curvelo-MG.
Denominada como Web Série Central Mineira, o documentário é composto por quatro capítulos. Aqui um teaser do documentário:
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de carne suína crescem 32% em março
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




