Política MT
“Essa CPI da Covid é um circo no Senado Federal que só atrapalha os avanços do país”, criticou Claudinei
O parlamentar avalia que alguns dos integrantes da CPI que já envolveram em crimes, teriam que ter o mandato cassado ou condenados por órgão colegiado

Foto: Assessoria
Com a entrega do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), no dia 20 de outubro, em Brasília, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) manifestou, no mesmo dia, em sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que essa investigação é uma perda de tempo. O motivo deve-se os políticos com histórico de corrupção que apuram os fatos, buscarem atribuir toda a responsabilidade da crise sanitária que causou a morte de vítimas pela doença ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).
“Essa é a mais nova presepada dessa CPI da Covid-19 para imputar crimes ao presidente Bolsonaro durante a pandemia. Enquanto acontece esse circo no Senado Federal que só atrapalha nos avanços do Brasil, o governo federal segue atuando e investindo em todas as áreas”, defende o parlamentar.
Ele acrescenta que a denominação dessa investigação deveria ser “CPI dos Caras de Pau” por contar com políticos que se envolveram com crimes e teriam que ter o mandato cassado ou condenados por órgão colegiado. Também, frisou que se não houvessem falhas no sistema processual penal, a falta da aplicação de prisão em 2° instância e a existência de uma lei séria de ficha suja, alguns desses integrantes da CPI já estariam presos há muito tempo.
“Esse circo da CPI dos Caras de Pau tem integrantes no Congresso Nacional que já eram para estar presos e inelegíveis e não presidindo ou sendo relator nessa CPI que busca desmoralizar o nosso presidente Bolsonaro e os seus Ministérios”, declarou o deputado.
CPI – Com a entrega do relatório final da CPI da Covid-19, foi apontado nove crimes atribuídos ao Jair Bolsonaro e pede o indiciamento de mais 68 que envolvem pessoas físicas e jurídicas. É prevista a votação final no final desse mês de outubro, no Senado Federal.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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