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Economia

Está sempre no vermelho? Sugiro rever o seu padrão devida

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Olá, gravateiros e gravateiras. Quero tratar hoje de um assunto chato e delicado. Milhões de famílias brasileiras estão no vermelho e com dívidas impagáveis. São inadimplentes, que têm o nome sujo na praça. Sair desta situação requer disciplina e muito esforço. Meu objetivo aqui não é ficar simplesmente apontando erros financeiros. Quero mostrar saídas e, no final, colocar o dedo numa ferida. Já aviso que vai doer.

Muitas pessoas entram no cheque especial por pura desatenção. Esse é o caso mais “tranquilo”, pois basta um pouco de disciplina para esses correntistas voltarem ao azul. Há quem esteja com a corda no pescoço por conta de um acontecimento totalmente imprevisto. Imagine algum procedimento cirúrgico que não seja coberto pelo plano de saúde nem fornecido pelo SUS num prazo razoável. No desespero, a pessoa contrai empréstimos caros (com juros muito elevados) para salvar a vida. É totalmente compreensível e, mais cedo ou mais tarde, ela conseguirá dar a volta por cima em suas finanças pessoais e sair do vermelho
.

O problema maior ronda aquelas pessoas que sempre estão no vermelho. São devedores contumazes. Em todos os meses, a renda termina antes do último dia. O salário nunca é suficiente para pagar as despesas mensais. E pior: o limite do cheque especial já foi incorporado como se fosse um bônus permanente. Temos, assim, um caso clássico de descontrole financeiro. Acreditem: muitas famílias e muitos casamentos acabam sendo destruídos neste cenário.

Veja Mais:  8 em cada 10 brasileiros já comprou algum tipo de serviço ou produto por WhatsApp, diz Pesquisa 90% da população utiliza o WhatsApp como aplicativo de comunicação Brasileiro fica 24% do seu dia online no aplicativo São Paulo, 06 de abril de 2021 - Estamos vivendo uma das fases mais complexas da pandemia e a restrição do comércio para combater a propagação do covid-19 é uma das questões centrais na imprensa e nas redes sociais. Fica claro que comerciantes em geral precisam cada vez mais do apoio da tecnologia e de novas ferramentas para se manterem no mercado. A Hibou - empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, acaba de publicar mais uma pesquisa de mercado sobre a utilização do WhatsApp pelos brasileiros. Os aplicativos de comunicação têm contribuído e muito como facilitadores nas negociações virtuais, e 79% dos brasileiros já comprou algum serviço ou produto pelo WhatsApp, business ou pessoal, com pagamento por meio de links de pagamento, transferência bancária ou na entrega do produto. Desse total, 57% continuam fazendo compras pelo canal atualmente, o que mostra uma relação segura e de confiança entre os comerciantes e clientes, através do bate-papo do WhatsApp. "Não é novidade para ninguém que o WhastApp é um dos aplicativos de conversa mais utilizados no Brasil, e no mundo. Nossa pesquisa revelou que 98% da população já criou uma conta no app, 93% utiliza no seu dia a dia, seja para ter contato com a família na pandemia ou até de forma comercial e 56% prefere esse app entre os tantos outros disponíveis. O brasileiro passa impressionantes 24% do seu dia online no WhatsApp", relata Ligia Mello, Sócia da Hibou. O Banco Central anunciou nos últimos dias que concedeu ao WhatsApp a autorização para que, com a devida regulação do órgão, a empresa se torne também uma ferramenta de pagamentos, o que pode ser mais uma vantagem para o comércio em tempos de isolamento social. A pesquisa mostrou que quem já comprou pelo aplicativo enxerga como vantagens: ter um canal direto com a marca ou vendedor (81%), ter o histórico da conversa ou compra (69%), receber promoções em primeira mão (53%) e facilidade para conseguir realizar alterações no pedido (30%). Há também o lado dos que preferem não utilizar o WhatsApp para negociações comerciais. Para esses, 88% criticam o canal aberto pós transação, pois a marca ou vendedor continua enviando propagandas, mesmo que não tenham coerência com a compra realizada anteriormente. Uma outra fatia, 74% reclama por não conseguir um contato humano se desejar, geralmente quando a ferramenta é utilizada no formato chatbot por grandes empresas. Para 55%, o pior é ser ignorado ou ter uma resposta tardia em uma nova solicitação realizada. Metodologia Um total de 2.318 brasileiros responderam de forma digital de todo o Brasil, em março de 2021. A pesquisa engloba os níveis de renda ABCD e faixa etária acima de 18 anos. Sobre a Hibou: A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.

O primeiro passo é montar a boa e velha planilha financeira. Anotam-se todos os gastos durante, no mínimo, três meses e replica-se a média deles para os meses seguintes. Eu, particularmente, prefiro o modelo americano em que os números são analisados sempre anualmente, eliminando eventuais sazonalidades em meses atípicos. Gosto de visualizar o quanto eu pretendo gastar ao longo do ano, sem me desesperar caso algo saia dos trilhos em um mês específico.

Do lado das receitas, é o mesmo raciocínio. Se for um salário fixo, fica fácil prever o ganho anual. Se a renda vier de um empreendimento, será preciso calcular a média dos lucros em alguns meses para que a projeção anual fique mais próxima da realidade.

O resultado óbvio da planilha será negativo (despesas maiores que as receitas), pois estamos tratando de uma pessoa que sempre recorre ao cheque especial. A maior utilidade da planilha, neste caso, é mostrar o tamanho do rombo e permitir que cada item de despesas possa ser avaliado. Cortá-las é o caminho mais natural, mas também há oportunidades do lado das receitas. Pedir um aumento de salário e fazer hora extra ou bicos nas horas vagas podem ajudar nas finanças. Para os empreendedores, só resta perseguir lucros maiores, cortando custos e/ou aumentando os preços dos produtos e serviços.

Quem já viveu a experiência de cortar gastos domésticos sabe o quão dolorosa ela pode ser. Ninguém na família fica feliz com a “perda de regalias” nem satisfeito com a vida mais espartana. É nesse ponto que eu quero colocar o dedo na ferida. Há momentos que a família precisa ser reunida para um papo franco e duro. Se o resultado das despesas sempre supera o das receitas, a conclusão óbvia é que tem muita coisa errada.

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Nenhum educador financeiro sente prazer em dizer isso. Poucos, na verdade, têm a coragem de fazê-lo. Vou me arriscar a diminuir ainda mais o meu índice de popularidade. Meu caro gravateiro ou minha cara gravateira, se você sempre está no vermelho
é porque o seu padrão de vida é incompatível com a sua renda. Ou você dá um jeito de ganhar mais dinheiro, ou é melhor cair na real. Você é menos rico (a) do que gostaria, ou é mais pobre do que imagina. Simples assim. Reduza o seu padrão de vida, sofra menos com as finanças pessoais e seja mais feliz em 2019! A seguir, indico um vídeo para você se inspirar nesse clima de Natal e Ano Novo, e se preparar financeiramente para um excelente 2019.

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Economia

Eleições 2026: MDB pode se unir com Republicanos em uma federação. Entenda

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Foto- Assessoria

MDB e Republicanos intensificaram conversas sobre se unirem em uma federação. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o Republicanos chegou a discutir a ideia de integrar o grupo de União Brasil e PP, mas desistiu porque seria minoritário na composição. Outra conversa do Republicanos é com o partido que resultará da fusão entre PSDB e Podemos.

Essas negociações, no entanto, ainda precisam aguardar a concretização dessa união para começarem de fato. No MDB, a ideia da federação começou a ser debatida no mês passado, num encontro entre o presidente do partido, Baleia Rossi (MDB), e o do Republicanos, Marcos Pereira, mas ganhou adeptos entre diversas alas do emedebismo após o anúncio da União Progressista.

“A consolidação dessa federação faz com que as pessoas deixem de lado as filigranas do processo e entendam como necessária uma federação”, diz o deputado José Priante (MDB-PA), primo do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). Para o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), o partido precisa buscar alianças para se manter como um ator importante na política. “Quem não se federar vai ficar numa divisão inferior, e o MDB é partido de série A, não pode admitir disputar outra série”, afirmou Renan.

Baleia e Marcos Pereira voltaram a se reunir terça-feira passada, em Brasília, para discutir com mais profundidade a federação e os possíveis problemas regionais. Também houve um jantar na quarta, organizado por Priante, com representantes dos dois partidos, como Baleia e o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).

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A concretização da federação MDB-Republicanos tem, entretanto, dificuldades de caráter regionais. No Espírito Santo, por exemplo, onde Ricardo Ferraço (MDB) deve assumir o governo e disputar a reeleição com a renúncia do governador Renato Casagrande (PSB) para concorrer ao Senado, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), é um potencial candidato ao governo contra ele.

Outro Estado complicado é a Bahia, onde o MDB está na vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o Republicanos faz parte do grupo do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Ainda há problemas em Pernambuco, com o próprio MDB dividido sobre quem apoiará na eleição para governador em 2026, e em Roraima e Paraíba.

Lideranças dos dois partidos, no entanto, entendem que é possível conversar nos próximos meses para superar esses conflitos regionais e que a prioridade é fortalecer os partidos nacionalmente. Se unidos, MDB e Republicanos teriam 15 senadores, a maior bancada da Casa, além de 88 deputados e cinco governadores.

A possível aliança com o partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afasta mais o MDB da possibilidade de apoiar a reeleição de Lula. Tarcísio é cotado como sucessor de Jair Bolsonaro (PL), caso o ex-presidente continue inelegível, mas ele tem a opção também de mudar de legenda e concorrer pelo PL.

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De CLT para CNPJ: números recordes de abertura de empresas no país apontam que trabalhadores estão optando por empreender

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Educador aponta necessidade de escolas priorizarem educação que estimule o empreendedorismo e que ajude novas gerações a se prepararem para vencer desafios

O desemprego e a instabilidade financeira certamente foram reflexos amargos produzidos pela pandemia, jogando milhares de trabalhadores num cenário de incerteza e insegurança como poucas vezes visto. O mercado de trabalho sofreu mudanças radicais, trazendo transformações profundas sobre a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho e garantem renda. O empreendedorismo, apesar de toda a crise, foi a saída encontrada para muitos.

De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Economia, em 2020, foram abertas 3.359.750 empresas, um aumento de 6,0% em relação a 2019 e um recorde histórico de abertura de empresas no país. Os dados do governo apontam ainda que 79,3% das empresas abertas no ano passado foram microempreendedores individuais (MEI), número que representa um aumento de 8,4% na abertura de empresas nesse formato, em relação a 2019.

Mas todas essas pessoas que se lançaram formalmente no universo da pessoa jurídica possuem um espírito realmente empreendedor? Estão preparadas para uma mudança de mentalidade radical? Uma boa parcela da população economicamente ativa no Brasil ainda faz parte da geração X, nascida na década de 70 e começo de 1980 para quem a carteira de trabalho e o emprego fixo sempre foram muito importantes. São pessoas que, em geral, não foram preparadas nem tiveram incentivo para empreender, e que só o fazem quando perdem o emprego e se vêem diante de uma condição em que não restam outras alternativas.

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As gerações seguintes, mesmo que de forma tímida, já foram mais provocadas e cresceram em contextos sociais e econômicos mais propícios para o desenvolvimento de um espírito empreendedor. Mas educadores e especialistas afirmam que ainda estamos longe de um cenário em que a Educação de crianças e jovens realmente priorize esse desenvolvimento e estímulo ao empreendedorismo. De acordo com o Coordenador Pedagógico da Conquista Solução Educacional, Ivo Erthal, o processo educativo tem por tradição preparar os alunos para a vida, formando pessoas capazes de encontrar soluções para os problemas sociais com postura criativa, ética e independente. “A questão fundamental é como as escolas estão conduzindo esse processo no sentido de apontar, de forma clara, a aplicação prática dos conceitos desenvolvidos em sala de aula. Esse é um dos princípios da Educação Empreendedora: aprimorar habilidades para os jovens desenvolverem autonomia, terem mais confiança para superar adversidades e se sentirem, portanto, preparados para lidar e vencer qualquer desafio”, destaca Erthal.

O educador ressalta ainda que, quando se fala em preparar os jovens para vencer desafios, é importante lembrar também que essa geração precisa ser orientada a perceber que a resiliência é a chave para o sucesso. “Os jovens de hoje estão menos preparados para a frustração, para suportar situações que envolvam conflitos e pressão. Isso precisa ser corrigido para fazer com que os indivíduos, diante das dificuldades e revezes se comportem de forma confiante, otimista e mantenham a capacidade de tomar decisões que levem à resolução dos problemas”, reforça.

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A sociedade atual espera que o indivíduo desenvolva a própria trajetória pessoal. É a sociedade do desempenho. O indivíduo tem que ser dono e protagonista da sua história. Mas segundo o educador, nas últimas décadas, a sociedade viveu um modelo disciplinar em que as pessoas apenas seguiam modelos de procedimentos. “A migração dessa realidade para um modelo de atuação com mais iniciativa é algo recente”, pondera. Nesse cenário, o Empreendedorismo e a Educação Financeira escolar tornam-se vitais para impulsionar a inovação de forma permanente. “E quanto mais próxima dessa necessidade estiver a prática escolar, maior será o engajamento do aluno na aprendizagem”, garante.

Segundo ele, para que isso se torne real, não basta apenas atualizar os conteúdos em sala de aula, mas principalmente inovar nas metodologias. “O Design Thinking, a Gameficação, a aprendizagem baseada em projetos e sala de aula invertida precisam fazer parte da rotina de professores e alunos”, reforça o educador. Para ele, os estudantes precisam sair da escola preparados para um mercado de trabalho e um cenário econômico nos quais o autoconhecimento, a autoconfiança e o conhecimento de suas potencialidades permitam que eles desenvolvam senso de liderança, responsabilidade e compromisso social, estando assim prontos para encarar os desafios que empreender requer. “A escola precisa ajudar crianças e jovens a acreditarem que podem executar sonhos, enfrentar riscos e serem bem sucedidos. Essa é a nossa missão”, acrescenta Erthal.

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Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação e futuro que integra a família, a escola e a comunidade. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 1700 escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 

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Economia

Energia limpa para a recuperação econômica

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Foto: Divulgação

O risco de racionamento de eletricidade decorrente da falta de chuvas este ano, fator agravante da crise provocada pela Covid-19, alerta para a necessidade de ampliar a diversificação da matriz energética nacional, reduzindo a dependência das usinas hidrelétricas. Nesse sentido, é relevante a contribuição do setor sucroalcooleiro, cujas fontes têm grande potencial, são renováveis e apresentam baixos índices de emissão de carbono, com reconhecidos ganhos ambientais.

A bioeletricidade produzida a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar, uma das vertentes da contribuição do setor, já representa 62% do total de 18,5 gigawatts (GW) da cogeração existente no País de capacidade instalada em operação comercial. Essa possibilidade viabilizou-se pela mecanização da colheita e do plantio, da qual resultaram níveis de sustentabilidade incomparáveis em todo o mundo e que incluiu a capacitação de profissionais para operar equipamentos com alto índice de tecnologia embarcada. O gás natural responde por 17% e o licor negro, 14%. Este é um fluido resultante do processo produtivo da indústria papeleira.

Outra fonte importante de eletricidade é o biogás, cujo potencial no Brasil é de 170.912 GWh (fonte: ABiogás), o maior do mundo. Em volume, 21,1 bilhões de normais metros cúbicos por hora (Nm³/h) advêm do segmento sucroenergético; 6,6 bilhões, de ramos distintos da produção agrícola; 14,2 bilhões, da pecuária; e 2,2 bilhões, do saneamento. Esse combustível, em sua versão purificada, compara-se, em termos energéticos, ao gás natural fóssil, com a vantagem de ser totalmente renovável e ter pegada negativa de carbono.

Veja Mais:  8 em cada 10 brasileiros já comprou algum tipo de serviço ou produto por WhatsApp, diz Pesquisa 90% da população utiliza o WhatsApp como aplicativo de comunicação Brasileiro fica 24% do seu dia online no aplicativo São Paulo, 06 de abril de 2021 - Estamos vivendo uma das fases mais complexas da pandemia e a restrição do comércio para combater a propagação do covid-19 é uma das questões centrais na imprensa e nas redes sociais. Fica claro que comerciantes em geral precisam cada vez mais do apoio da tecnologia e de novas ferramentas para se manterem no mercado. A Hibou - empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, acaba de publicar mais uma pesquisa de mercado sobre a utilização do WhatsApp pelos brasileiros. Os aplicativos de comunicação têm contribuído e muito como facilitadores nas negociações virtuais, e 79% dos brasileiros já comprou algum serviço ou produto pelo WhatsApp, business ou pessoal, com pagamento por meio de links de pagamento, transferência bancária ou na entrega do produto. Desse total, 57% continuam fazendo compras pelo canal atualmente, o que mostra uma relação segura e de confiança entre os comerciantes e clientes, através do bate-papo do WhatsApp. "Não é novidade para ninguém que o WhastApp é um dos aplicativos de conversa mais utilizados no Brasil, e no mundo. Nossa pesquisa revelou que 98% da população já criou uma conta no app, 93% utiliza no seu dia a dia, seja para ter contato com a família na pandemia ou até de forma comercial e 56% prefere esse app entre os tantos outros disponíveis. O brasileiro passa impressionantes 24% do seu dia online no WhatsApp", relata Ligia Mello, Sócia da Hibou. O Banco Central anunciou nos últimos dias que concedeu ao WhatsApp a autorização para que, com a devida regulação do órgão, a empresa se torne também uma ferramenta de pagamentos, o que pode ser mais uma vantagem para o comércio em tempos de isolamento social. A pesquisa mostrou que quem já comprou pelo aplicativo enxerga como vantagens: ter um canal direto com a marca ou vendedor (81%), ter o histórico da conversa ou compra (69%), receber promoções em primeira mão (53%) e facilidade para conseguir realizar alterações no pedido (30%). Há também o lado dos que preferem não utilizar o WhatsApp para negociações comerciais. Para esses, 88% criticam o canal aberto pós transação, pois a marca ou vendedor continua enviando propagandas, mesmo que não tenham coerência com a compra realizada anteriormente. Uma outra fatia, 74% reclama por não conseguir um contato humano se desejar, geralmente quando a ferramenta é utilizada no formato chatbot por grandes empresas. Para 55%, o pior é ser ignorado ou ter uma resposta tardia em uma nova solicitação realizada. Metodologia Um total de 2.318 brasileiros responderam de forma digital de todo o Brasil, em março de 2021. A pesquisa engloba os níveis de renda ABCD e faixa etária acima de 18 anos. Sobre a Hibou: A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.

O etanol de cana-de-açúcar completa o aporte do setor à matriz energética nacional. De acordo com o primeiro levantamento da safra 2021/22 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção será de 27 bilhões de litros. Embora haja uma redução de 9,1% em relação aos 29,7 bilhões referentes à temporada anterior, devido à queda da demanda atrelada às quarentenas e ao distanciamento social, o Brasil continua sendo o segundo maior produtor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos. Neste país, porém, a maior parte advém do milho, apresentando maior custo e menor índice energético.

Cabe lembrar que o etanol de cana-de-açúcar é praticamente neutro em emissões de carbono e renovável, além de gerar renda, empregos e ingresso de dólares resultantes da exportação. Somente no primeiro bimestre deste ano, na comparação com igual período de 2020, as vendas externas cresceram 50,9%, alcançando 343,31 milhões de litros, e a receita aumentou 22%, somando US$ 158,22 milhões (fonte: Secex/Ministério da Economia).

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