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Economia

80% dos maridos compraram presente para as amantes

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Foto: Ilustrativa

A pesquisa do site de relacionamentos extraconjugal Eveeda constatou que presentear a pessoa fora do casamento foi uma tendência no último Natal, principalmente entre os homens.

São Paulo, 14 de janeiro de 2021 – A Eveeda, site de relacionamento feito por mulheres, para mulheres casadas que buscam um relacionamento extraconjugal discreto, realizou uma pesquisa comparativa dentro de sua plataforma logo após as festas de final de ano para saber se os seus usuários decidiram presentear o(a) amante no Natal.

O “Bom Velhinho” teve muito trabalho no ano que se passou, principalmente por conta dos homens. Isso porque foram eles que mais presentearam a pessoa fora do casamento: 80% deles acabaram comprando um “mimo” para a amante, enquanto apenas 42% das mulheres optaram por comprar algo para o amante.

Em comparação as mulheres, os homens também estavam mais dispostos a investir maiores quantias na hora da escolha. Enquanto a maioria dos homens, 52% deles, escolheram gastar entre R﹩500,00 e R﹩1.000,00, apenas 20% delas optaram por colocar a mesma quantia em um presente para o amante. Nenhum dos homens gastaram menos do que R﹩100,00, já 8% das mulheres escolheram gastar até menos do que isso.

Segundo a pesquisa do site Eveeda, entre os presentes mais escolhidos pelos homens destacam-se: Acessórios (51%), Peças Íntimas (26%), Acessórios para Apimentar a Relação Extraconjugal (9%) e Itens de Beleza (6%). As mulheres, no entanto, acabaram apostando mais na “apresentação” dos amantes, tendo em primeiro lugar as peças de Vestuário (54%). Em sequência, Tecnologia (16%), Esportes/Hobbies (16%) e Acessórios para Apimentar a Relação Extraconjugal (8%).

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O problema de aparecer com um presente ou produto, principalmente quanto mais caro, é explicar a sua origem, ainda mais quando vêm de uma relação extraconjugal que precisa ser mantida em segredo. Entretanto, a maioria dos homens (54%) e das mulheres (61%) não explicaram nada sobre, simplesmente esconderam o presente recebido. 25% das mulheres disseram ser um presente de um amigo/amiga, enquanto 18% afirmaram ser “um presente próprio”. Já entre os homens, 37% disseram ser um presente próprio e apenas 9% atribuíram o presente a um amigo/amiga.

PRESENTE PARA CÔNJUGE

Apesar de parecer natural um “abandono” do relacionamento oficial por parte de quem tem amante, a pesquisa aponta que os cônjuges ganharam presentes mais valorosos. Cerca de 37% das esposas ganharam um presente acima de R﹩1000,00, contra apenas 10% das amantes. Entre as mulheres, 12% delas deram um presente acima da mesma faixa de preço para o marido, contra somente 6% das amantes.

ENCONTROS NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

Não foi só o Papai Noel que teve que fazer jornada dupla durante as festas de final de ano, homens e mulheres também acabaram se aventurando nesse caminho. Segundo a pesquisa, 77% dos entrevistados afirmaram que encontraram com o seu par extraconjugal durante o período de final de ano. Desses, 51% disseram que o encontro ocorreu entre 18 e 23 dezembro, 46% entre 26 e 30 do mesmo mês. Somente 4% encontraram com o(a) amante na véspera de Ano Novo, e apenas 3% tiveram ao menos um “date” na véspera do Ano Novo. Não houve nenhuma resposta positiva em relação a encontros nos dias 25, 31 e 1 de janeiro.

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Os locais favoritos dos entrevistados foram os restaurantes (48%), Hotéis, Motéis e AirBnB (39%), e ao ar livre (13%). Carro, na própria casa e na casa do amante, conforme aponta a pesquisa, não foi o local escolhido por nenhum dos usuários. Dentre os 33% dos que afirmaram não ter encontrado com o seu par extraconjugal, 74% disseram ser muito difícil sair durante as férias.

O que é o Eveeda?

O serviço de relacionamento Eveeda foi criado no Reino Unido, em junho de 2018 (na versão Beta), e entra em operação no Reino Unido, na Austrália, na Nova Zelândia, na Espanha, no Brasil, na Argentina, no Chile e no México, simultaneamente no dia 3 de fevereiro.

O site foi criado por uma mulher, com o objetivo de desenvolver uma plataforma de encontros online focada em suprir seus desejos sexuais. Uma vez que homens casados têm muito mais opções para atender às suas necessidades de intimidade, como acompanhantes, por exemplo. Já as mulheres casadas, geralmente procuram aventuras sexuais onde há maior chance de serem descobertas: colegas de trabalho; amigos ou ex-amantes.

Eveeda oferece um lugar para conhecer homens que estão exatamente na mesma situação, ou seja, casados, mas desejam ter intimidade sexual fora de casa
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Eleições 2026: MDB pode se unir com Republicanos em uma federação. Entenda

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Foto- Assessoria

MDB e Republicanos intensificaram conversas sobre se unirem em uma federação. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o Republicanos chegou a discutir a ideia de integrar o grupo de União Brasil e PP, mas desistiu porque seria minoritário na composição. Outra conversa do Republicanos é com o partido que resultará da fusão entre PSDB e Podemos.

Essas negociações, no entanto, ainda precisam aguardar a concretização dessa união para começarem de fato. No MDB, a ideia da federação começou a ser debatida no mês passado, num encontro entre o presidente do partido, Baleia Rossi (MDB), e o do Republicanos, Marcos Pereira, mas ganhou adeptos entre diversas alas do emedebismo após o anúncio da União Progressista.

“A consolidação dessa federação faz com que as pessoas deixem de lado as filigranas do processo e entendam como necessária uma federação”, diz o deputado José Priante (MDB-PA), primo do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). Para o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), o partido precisa buscar alianças para se manter como um ator importante na política. “Quem não se federar vai ficar numa divisão inferior, e o MDB é partido de série A, não pode admitir disputar outra série”, afirmou Renan.

Baleia e Marcos Pereira voltaram a se reunir terça-feira passada, em Brasília, para discutir com mais profundidade a federação e os possíveis problemas regionais. Também houve um jantar na quarta, organizado por Priante, com representantes dos dois partidos, como Baleia e o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).

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A concretização da federação MDB-Republicanos tem, entretanto, dificuldades de caráter regionais. No Espírito Santo, por exemplo, onde Ricardo Ferraço (MDB) deve assumir o governo e disputar a reeleição com a renúncia do governador Renato Casagrande (PSB) para concorrer ao Senado, o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), é um potencial candidato ao governo contra ele.

Outro Estado complicado é a Bahia, onde o MDB está na vice do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o Republicanos faz parte do grupo do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Ainda há problemas em Pernambuco, com o próprio MDB dividido sobre quem apoiará na eleição para governador em 2026, e em Roraima e Paraíba.

Lideranças dos dois partidos, no entanto, entendem que é possível conversar nos próximos meses para superar esses conflitos regionais e que a prioridade é fortalecer os partidos nacionalmente. Se unidos, MDB e Republicanos teriam 15 senadores, a maior bancada da Casa, além de 88 deputados e cinco governadores.

A possível aliança com o partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afasta mais o MDB da possibilidade de apoiar a reeleição de Lula. Tarcísio é cotado como sucessor de Jair Bolsonaro (PL), caso o ex-presidente continue inelegível, mas ele tem a opção também de mudar de legenda e concorrer pelo PL.

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De CLT para CNPJ: números recordes de abertura de empresas no país apontam que trabalhadores estão optando por empreender

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Educador aponta necessidade de escolas priorizarem educação que estimule o empreendedorismo e que ajude novas gerações a se prepararem para vencer desafios

O desemprego e a instabilidade financeira certamente foram reflexos amargos produzidos pela pandemia, jogando milhares de trabalhadores num cenário de incerteza e insegurança como poucas vezes visto. O mercado de trabalho sofreu mudanças radicais, trazendo transformações profundas sobre a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho e garantem renda. O empreendedorismo, apesar de toda a crise, foi a saída encontrada para muitos.

De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Economia, em 2020, foram abertas 3.359.750 empresas, um aumento de 6,0% em relação a 2019 e um recorde histórico de abertura de empresas no país. Os dados do governo apontam ainda que 79,3% das empresas abertas no ano passado foram microempreendedores individuais (MEI), número que representa um aumento de 8,4% na abertura de empresas nesse formato, em relação a 2019.

Mas todas essas pessoas que se lançaram formalmente no universo da pessoa jurídica possuem um espírito realmente empreendedor? Estão preparadas para uma mudança de mentalidade radical? Uma boa parcela da população economicamente ativa no Brasil ainda faz parte da geração X, nascida na década de 70 e começo de 1980 para quem a carteira de trabalho e o emprego fixo sempre foram muito importantes. São pessoas que, em geral, não foram preparadas nem tiveram incentivo para empreender, e que só o fazem quando perdem o emprego e se vêem diante de uma condição em que não restam outras alternativas.

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As gerações seguintes, mesmo que de forma tímida, já foram mais provocadas e cresceram em contextos sociais e econômicos mais propícios para o desenvolvimento de um espírito empreendedor. Mas educadores e especialistas afirmam que ainda estamos longe de um cenário em que a Educação de crianças e jovens realmente priorize esse desenvolvimento e estímulo ao empreendedorismo. De acordo com o Coordenador Pedagógico da Conquista Solução Educacional, Ivo Erthal, o processo educativo tem por tradição preparar os alunos para a vida, formando pessoas capazes de encontrar soluções para os problemas sociais com postura criativa, ética e independente. “A questão fundamental é como as escolas estão conduzindo esse processo no sentido de apontar, de forma clara, a aplicação prática dos conceitos desenvolvidos em sala de aula. Esse é um dos princípios da Educação Empreendedora: aprimorar habilidades para os jovens desenvolverem autonomia, terem mais confiança para superar adversidades e se sentirem, portanto, preparados para lidar e vencer qualquer desafio”, destaca Erthal.

O educador ressalta ainda que, quando se fala em preparar os jovens para vencer desafios, é importante lembrar também que essa geração precisa ser orientada a perceber que a resiliência é a chave para o sucesso. “Os jovens de hoje estão menos preparados para a frustração, para suportar situações que envolvam conflitos e pressão. Isso precisa ser corrigido para fazer com que os indivíduos, diante das dificuldades e revezes se comportem de forma confiante, otimista e mantenham a capacidade de tomar decisões que levem à resolução dos problemas”, reforça.

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A sociedade atual espera que o indivíduo desenvolva a própria trajetória pessoal. É a sociedade do desempenho. O indivíduo tem que ser dono e protagonista da sua história. Mas segundo o educador, nas últimas décadas, a sociedade viveu um modelo disciplinar em que as pessoas apenas seguiam modelos de procedimentos. “A migração dessa realidade para um modelo de atuação com mais iniciativa é algo recente”, pondera. Nesse cenário, o Empreendedorismo e a Educação Financeira escolar tornam-se vitais para impulsionar a inovação de forma permanente. “E quanto mais próxima dessa necessidade estiver a prática escolar, maior será o engajamento do aluno na aprendizagem”, garante.

Segundo ele, para que isso se torne real, não basta apenas atualizar os conteúdos em sala de aula, mas principalmente inovar nas metodologias. “O Design Thinking, a Gameficação, a aprendizagem baseada em projetos e sala de aula invertida precisam fazer parte da rotina de professores e alunos”, reforça o educador. Para ele, os estudantes precisam sair da escola preparados para um mercado de trabalho e um cenário econômico nos quais o autoconhecimento, a autoconfiança e o conhecimento de suas potencialidades permitam que eles desenvolvam senso de liderança, responsabilidade e compromisso social, estando assim prontos para encarar os desafios que empreender requer. “A escola precisa ajudar crianças e jovens a acreditarem que podem executar sonhos, enfrentar riscos e serem bem sucedidos. Essa é a nossa missão”, acrescenta Erthal.

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Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação e futuro que integra a família, a escola e a comunidade. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 1700 escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 

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Energia limpa para a recuperação econômica

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Foto: Divulgação

O risco de racionamento de eletricidade decorrente da falta de chuvas este ano, fator agravante da crise provocada pela Covid-19, alerta para a necessidade de ampliar a diversificação da matriz energética nacional, reduzindo a dependência das usinas hidrelétricas. Nesse sentido, é relevante a contribuição do setor sucroalcooleiro, cujas fontes têm grande potencial, são renováveis e apresentam baixos índices de emissão de carbono, com reconhecidos ganhos ambientais.

A bioeletricidade produzida a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar, uma das vertentes da contribuição do setor, já representa 62% do total de 18,5 gigawatts (GW) da cogeração existente no País de capacidade instalada em operação comercial. Essa possibilidade viabilizou-se pela mecanização da colheita e do plantio, da qual resultaram níveis de sustentabilidade incomparáveis em todo o mundo e que incluiu a capacitação de profissionais para operar equipamentos com alto índice de tecnologia embarcada. O gás natural responde por 17% e o licor negro, 14%. Este é um fluido resultante do processo produtivo da indústria papeleira.

Outra fonte importante de eletricidade é o biogás, cujo potencial no Brasil é de 170.912 GWh (fonte: ABiogás), o maior do mundo. Em volume, 21,1 bilhões de normais metros cúbicos por hora (Nm³/h) advêm do segmento sucroenergético; 6,6 bilhões, de ramos distintos da produção agrícola; 14,2 bilhões, da pecuária; e 2,2 bilhões, do saneamento. Esse combustível, em sua versão purificada, compara-se, em termos energéticos, ao gás natural fóssil, com a vantagem de ser totalmente renovável e ter pegada negativa de carbono.

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O etanol de cana-de-açúcar completa o aporte do setor à matriz energética nacional. De acordo com o primeiro levantamento da safra 2021/22 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção será de 27 bilhões de litros. Embora haja uma redução de 9,1% em relação aos 29,7 bilhões referentes à temporada anterior, devido à queda da demanda atrelada às quarentenas e ao distanciamento social, o Brasil continua sendo o segundo maior produtor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos. Neste país, porém, a maior parte advém do milho, apresentando maior custo e menor índice energético.

Cabe lembrar que o etanol de cana-de-açúcar é praticamente neutro em emissões de carbono e renovável, além de gerar renda, empregos e ingresso de dólares resultantes da exportação. Somente no primeiro bimestre deste ano, na comparação com igual período de 2020, as vendas externas cresceram 50,9%, alcançando 343,31 milhões de litros, e a receita aumentou 22%, somando US$ 158,22 milhões (fonte: Secex/Ministério da Economia).

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