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‘Estado deve adotar política de prevenção à depressão nas escolas’, alerta especialista

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Para Eunice Teodoro, representante da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), saúde mental ainda é o ‘patinho feio’ da saúde pública, mas não deveria ser

Foto: Ronaldo Mazza

A saúde mental ainda é o ‘patinho feio’ da saúde pública na avaliação da psicóloga e chefe da Superintendência de Políticas sobre Drogas (Supod), vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Eunice Teodoro. Ela trouxe à audiência pública sobre depressão, realizada na tarde desta terça-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a demanda urgente de se estruturar a rede de atenção aos pacientes, prioritariamente na faixa etária de risco entre 15 e 25 anos e que está em fase escolar. 

“Hoje o suicídio é a segunda maior causa de morte entre os jovens no Brasil, mas o que temos é um atendimento psicológico e psiquiátrico disponível em presídios, por exemplo, mas não há nenhum serviço específico para as nossas crianças e os adolescentes. Por isso, trago aos deputados uma proposta de tornar obrigatória a estruturação da rede de proteção à depressão e ao suicídio nas escolas”, pontuou a servidora da Sesp.

O deputado estadual e médico, Dr. Gimenez (PV), organizador do evento, disse que a proposta da Comissão da Saúde da Assembleia é esta. Ele, inclusive, apresentou nesta semana um projeto de lei que busca fortalecer o trabalho preventivo nas escolas públicas estaduais, por meio de uma parceria entre Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e Saúde (SES). “Inicialmente não há um custo elevado, pois se trata de capacitar e treinar os professores para que possam identificar os primeiros sinais da depressão e fazer os encaminhamentos necessários”. Carlos Periotto, presidente da Associação Mato-grossense de Psiquiatria, alerta para a incidência de mais de 10 mil casos de suicídios por ano no Brasil, número pode ser 3 vezes maior

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Foto: Ronaldo Mazza

Na avaliação do médico e presidente da Associação Mato-grossense de Psiquiatria, Carlos Periotto, o estado, atualmente, não dispõe de um sistema para atendimento a pessoas em risco iminente de suicídio ou que tentaram suicídio, o que seria facilmente contornado com treinamento e orientações especializadas na rede de saúde. Ele pontou que a falta de organização da saúde pública e particular vem gerando aumento dos números de suicídio que chegam a 10 mil casos todos os anos, mas que podem ser três vezes maior devido à subnotificação. 

“Em média, 80% dos casos de suicídio envolvem homens e 20% mulheres, no Brasil, as estatísticas vêm subindo significativamente entre os jovens e mata muito mais que uma guerra. Ainda assim quando alguém está com problemas não sabemos o que fazer com ela, onde levar, como acessar o tratamento e, principalmente, há um estigma grande ainda com as doenças mentais que deve acabar”, disse o especialista. 

Comunicação humanizada – Carlos Eduardo Laterzza Oliveira, representante do Centro de Valorização da Vida (CVV), frisou que após a instalação de uma linha de atendimento gratuito (188), o número de ligações aumentou de 1 milhão por ano, em 2016, para 3 milhões no ano passado, porém, isso não vem sendo acompanhado pelo crescimento de voluntário para se revezarem nos 110 postos brasileiros, 24 horas diariamente. “Temos uma carência muito grande de voluntários”.  O médico e deputado estadual Dr. Gimenez quer implantar capacitação a professores nas escolas estaduais. Objetivo é identificar primeiros sinais de depressão em crianças e jovens

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Foto: Ronaldo Mazza

Ele explicou que quem integra o CVV passa por um curso de formação que capacita para ouvir sem intervir ou ‘dar palpites’, é um tipo de comunicação em que o voluntário se dispõe a escutar, por acreditar que a pessoa conseguirá se reestruturar emocionalmente para enfrentar os próprios problemas, após o momento de desabafo.

“Ouvir é um aprendizado que passa necessariamente pelo não julgamento e pela empatia, ou seja, se colocar no lugar do outro, acredito que todos nós podemos adotar essa postura e tornar a convivência mais humanizada onde estivermos”.

O empresário Hiran Melo perdeu a irmã por suicídio em janeiro de 2018, ela pulou do 10º andar de um prédio. Mesmo após esse período (posvenção) de 1 ano e meio, ele sente que a família vive um dia de cada vez, a dor ainda é enorme, pois se tratar de um luto mais demorado e dolorido em que todos se sentem muito culpados. É como se tivessem que ter feito algo para evitar a morte e não fizeram. 

“Convivemos diariamente com a culpa, porque depois que acontece, a gente rememora tudo e estuda o assunto, percebe que havia muitos sinais, ou seja, a pessoa estava pedindo ajuda e o que eu fiz? Quis dar ‘chacoalhão’, colocar o meu ponto vista, achava que ela queria fazer chantagem emocional ou ‘aparecer’. Hoje ofereço o meu depoimento e peço para as pessoas não julgarem, que sejam mais amorosas”.  O suicídio é a 2ª causa de morte no país, a demanda urgente de atenção são pacientes prioritariamente na faixa etária de risco entre 15 e 25 anos

Foto: Ronaldo Mazza

O psicólogo Douglas Amorim orientou que nem sempre quem está com depressão tem uma postura de tristeza e introspecção, pode ser alguém que aparenta estar produtivo e sadio, mas que, no fundo, se sente muito frustrado, cansado e sozinho. Quando há risco de suicídio, em geral a pessoa verbaliza que a vida não vale mais a pena e que pensa em morrer, por isso é importante estar atento.

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“Nós todos podemos passar por esses momentos de depressão, por isso devemos cultivar uma rede de proteção com amigos que nos apoiam e ouvem, e também é importante buscar ajuda profissional quando necessário. Assim como quando temos uma virose, dor de estômago ou outro problema físico vamos ao médico, na saúde mental devemos ter a mesma postura, não há do que se envergonhar”.

Números – A cada 3 segundos uma pessoa no mundo tenta o suicídio, e a cada 40 segundos, uma pessoa consegue dar fim à própria vida. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 90% dos casos poderiam ser evitados a partir de uma rede de apoio estruturada, que inclui saúde pública, família, amigos e trabalho. 

Cerca de 320 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com depressão, segundo a OMS.  No Brasil, mais 11 milhões de pessoas no Brasil afetadas pela doença, entre crianças e adultos, um índice que crescente que ainda significa um tabu, considerado por muitos como ‘frescura, fraqueza ou falta de Deus’. 
  O empresário Hiran Melo perdeu a irmã por suicídio em janeiro de 2018 e faz questão de alertar sobre os sinais que indicam o risco de morte e que deixamos passar na convivência cotidiana

Foto: Ronaldo Mazza

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Pressão por votação da dosimetria reacende debate sobre presos do 8 de janeiro e papel do Senado

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Uma agenda travada no Congresso Nacional voltou ao centro do debate político após a visita do influenciador digital e pré-candidato a deputado federal Vinicius Santana à Câmara dos Deputados, acompanhado dos advogados Jeffrey Chiquini e Hélio Júnior. O grupo cobra do presidente do Senado a inclusão em pauta da análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

Durante a agenda em Brasília, Vinicius afirmou que o acordo construído anteriormente não foi cumprido. “Nos tiraram a anistia e nos enganaram através da dosimetria”, declarou. Ao seu lado, o advogado Jeffrey Chiquini reforçou a crítica ao processo político que envolveu o tema: “Enganaram que teria a dosimetria. Na verdade, toda a direita foi enganada”.

O projeto em questão trata da individualização das penas aplicadas aos condenados pelos atos de depredação nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas acabou sendo vetada pelo presidente da República, o que exige nova deliberação do Legislativo para eventual derrubada do veto.

Segundo Chiquini, a principal cobrança atual recai sobre a condução da pauta no Senado. “O povo tem o direito de exigir respeito e a gente precisa se levantar. Nós precisamos nos levantar pelos presos políticos”, disse. Ele também apresentou números sobre o cenário jurídico envolvendo os investigados e condenados: “São quase 2 mil processos. […] A última avaliação que fizemos aponta 179 presos espalhados no Brasil inteiro e mais de 800 condenações”.

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A crítica central do grupo é de que a análise do veto estaria sendo postergada. De acordo com Chiquini, isso ocorre porque a matéria precisa ser votada na primeira sessão do Congresso após sua convocação. “O presidente do Senado não marca a sessão para não ter que analisar a derrubada do veto. Porque se ele marcar, tem que colocar em votação”, afirmou.

Vinicius Santana também destacou que a aprovação da dosimetria foi vista, por parte de setores da direita, como uma alternativa à anistia, diante da situação dos investigados. “Aceitamos a dosimetria por não aguentar mais ver pessoas sofrendo dentro da prisão”, declarou. Segundo ele, a ausência de deliberação mantém indefinições jurídicas e políticas sobre o tema.

O debate sobre os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro continua sendo um dos pontos de maior polarização no cenário nacional. De um lado, há a defesa de punições rigorosas aos envolvidos; de outro, grupos políticos e jurídicos questionam a proporcionalidade das penas e cobram revisão dos processos.

A eventual análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria depende da convocação de sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida até o momento. Enquanto isso, a mobilização de parlamentares, advogados e influenciadores mantém o tema em evidência, pressionando por uma definição política e jurídica s

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Várzea Grande recebe unidade de saúde reformada para o Capão Grande

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Na manhã desta quinta-feira (9), Varzea Grande recebeu a reforma completa da Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria José Pedrosa, localizada no bairro Capão Grande. A entrega foi feita pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), ao lado da prefeita Flávia Moretti (PL) e do vereador Charles da Educação (União) e contou também com a presença de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, vereadores, servidores públicos e moradores da comunidade.

A obra recebeu investimento total de R$ 700 mil, sendo R$ 500 mil destinados por meio de emenda parlamentar do deputado Wilson Santos e R$ 200 mil de contrapartida da prefeitura. Durante a entrega, o deputado destacou a importância da parceria institucional para garantir melhorias à população e anunciou novos investimentos para o município em 2026, com a destinação de R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da cidade.

“Uma gestão que começa a inaugurar obras é um novo ciclo. A Flávia vem mudando conceitos e paradigmas em Várzea Grande, na busca do melhor para a população – independentemente de partido. Não mede esforços para alcançar os resultados esperados e devolver a qualidade nos serviços de saúde para os moradores”, disse o deputado.

Wilson Santos aproveitou a oportunidade para anunciar mais emendas parlamentares para o município este ano de 2026, com R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação. A prefeita municipal agradeceu os recursos. “Essa obra teve duração de quatro meses e meio e cumprimos o prazo. Estamos aplicando os recursos corretamente e entregando para o que é do povo. Agradeço à ele e ao vereador Charles que intermediou essa emenda para saúde. Essa unidade é de acolhimento, uma construção nova e acredito que a população do Capão Grande está ganhando um presente”, disse Moretti.

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A UBS atende cerca de oito mil moradores da região e passou por uma readequação completa, incluindo ampliação e melhorias estruturais, como troca de telhado, reparos em infiltrações, substituição de pisos e revestimentos, renovação de portas e janelas, reconstrução dos banheiros, pintura geral e implantação de acessibilidade.

A nova secretária Municipal de Saúde, Valéria Nogueira, parabenizou a determinação de Flávia Moretti para ter a unidade de saúde reforma, a atuação da equipe de saúde como, também, a ex-secretária da pasta, Deisi Bacalon, que esteve à frente desta obra para que hoje pudesse atender toda a população com serviços e estrutura de qualidade.

O vereador Charles da Educação disse que a reforma é uma demanda da comunidade. “Nosso papel vai além de fiscalizar e cobrar. Temos que estar presente e dentro das comunidades e ouvir as demandas. E foi através das nossas andanças que a gente encontrou os moradores que pediram para irmos nesta unidade e ver os problemas existentes. E assim, fomos à Assembleia Legislativa e o deputado Wilson Santos prontamente se dispôs em ajudar”, declarou.

Durante o lançamento da nova unidade, foi feito uma visita pelas autoridades públicas – em todos os espaços da estrutura – que depararam com uma recepção ampla, salas para coleta de exames, vacinas, curativos, atendimento odontológico e multiprofissional, além de farmácia, lavanderia, escovódromo e cozinha.

Medicamentos – Além desta emenda, Wilson Santos também destinou no ano de 2025 mais R$ 500 mil para custeio e manutenção de estoques de medicamentos nas unidades básicas de saúde do município. A iniciativa reforça o seu compromisso com a saúde preventiva e no fortalecimento da rede pública de atendimento primário, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Fonte: ALMT – MT

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Cuiabá, 307 anos de fé, trabalho e resistência

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Cuiabá chega aos seus 307 anos carregando uma história construída com fé, trabalho e, sobretudo, resistência. Uma cidade que nasceu às margens do rio e cresceu com a força de um povo que nunca se acostumou a desistir.

Eu conheço cada palmo desse chão. Minha história está nas ruas de Cuiabá, nas feiras, no trabalho simples e digno que molda o caráter de quem aprende, desde cedo, que a vida exige esforço, coragem e perseverança. Foi ali que aprendi uma lição que levo comigo até hoje, quando uma porta se fecha, a gente abre uma janela e continua na luta. Na feira, aliás, foi um dos lugares onde mais gostei de trabalhar. Porque ali, como na vida pública, nenhum dia é igual ao outro. São desafios constantes, mas também muitas conquistas. É um ambiente que ensina sobre resiliência, sobre lidar com as dificuldades e, principalmente, sobre valorizar cada vitória, por menor que ela pareça.

É com esse espírito que sigo trabalhando na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), com responsabilidade e compromisso, buscando soluções reais para os desafios da nossa capital. Nosso trabalho é diário e tem foco claro, avançar na regularização fundiária, fortalecer a agricultura familiar e melhorar o atendimento na saúde pública. Sabemos que Cuiabá enfrenta dificuldades. Mas também sabemos que o cuiabano não se entrega. É um povo que segue em frente, que acredita, que luta. E é ao lado dessa gente que continuamos trabalhando, construindo caminhos para uma cidade mais justa, estruturada e com oportunidades para todos.

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Mas também é tempo de reflexão. Precisamos viver intensamente o presente, sem perder de vista a responsabilidade de planejar o futuro. É assim que deve agir um bom gestor, com os pés no hoje, mas com o olhar firme no amanhã. Cuiabá tem potencial para ser muito mais. No entanto, a nossa sociedade ainda carece de cuidados básicos. Saúde, infraestrutura, educação, mobilidade urbana, são áreas que exigem atenção constante, eficiência e resultados concretos. Resolver o básico é essencial para garantir dignidade à população e criar as bases para um desenvolvimento sólido. Por isso, é fundamental termos representações com experiência, foco e determinação, capazes de enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, pensar de forma moderna e estratégica o futuro da nossa cidade.

Tenho uma ligação genuína com as feiras da nossa cidade. Meu pai também foi feirante, e revisitar esses espaços, que representam tanto da nossa identidade, é sempre motivo de emoção para mim. A feira é mais do que comércio, é cultura, é convivência, é o retrato vivo da força da agricultura familiar. É ali que vemos o cuidado com a produção, o respeito com o alimento, o esforço de quem planta, colhe, limpa e entrega à população produtos de qualidade. A feira é, sem dúvida, uma das expressões mais autênticas da cuiabania.

Reafirmo meu compromisso com Cuiabá. Continuarei trabalhando incansavelmente, com responsabilidade, diálogo e proximidade com as lideranças dos bairros, ouvindo as demandas da população, entendendo cada realidade e buscando soluções concretas para o desenvolvimento da nossa capital. Conte sempre comigo. Seguiremos firmes, com trabalho sério, responsabilidade e dedicação, construindo uma Cuiabá cada vez melhor para todos

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Cuiabá é gigante. É a capital do nosso estado, o coração que impulsiona o desenvolvimento de Mato Grosso. Parabéns, Cuiabá, pelos seus 307 anos. Seguiremos juntos, com fé, trabalho e esperança, construindo um futuro ainda melhor para todos.

*Eduardo Botelho é deputado estadual pelo MDB.

Fonte: ALMT – MT

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