Mato Grosso
Estado divulga feriados e pontos facultativos de 2019
Está publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (11.01) o decreto com os feriados e pontos facultativos nas repartições públicas do Estado de Mato Grosso para o ano de 2019. O Decreto nº 05, de 10 de janeiro de 2019, abrange órgãos e entidades da Administração Pública Estadual direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo.
Conforme destacado na publicação, não haverá prejuízo aos serviços considerados essenciais, como atendimento em saúde e segurança pública, incluindo ainda a unidade do Ganha Tempo Ipiranga (Centro de Cuiabá). “Caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais afetos às respectivas áreas de competência”, diz o artigo 3º do documento.
Quanto aos feriados municipais, estes serão observados pelas repartições da Administração Pública Estadual direta, autárquica e fundacional nas respectivas localidades. Confira AQUI o decreto.
Feriados e pontos facultativos de 2019 nas repartições públicas do Estado de Mato Grosso:
I – 1º de janeiro (terça-feira) Confraternização Universal – feriado nacional;
II – 04 de março (segunda-feira) Carnaval – ponto facultativo;
III – 05 de março (terça-feira) Carnaval – ponto facultativo;
IV – 06 de março (quarta-feira) Cinzas – expediente a partir das 12 horas;
V – 19 de abril (sexta-feira santa) Paixão de Cristo – feriado nacional;
VI – 21 de abril (domingo) Tiradentes – feriado nacional;
VII – 1º de maio (quarta-feira) Dia Mundial do Trabalho – feriado nacional;
VIII – 20 de junho (quinta-feira) Corpus Christi – ponto facultativo;
IX – 21 de junho (sexta-feira) – ponto facultativo;
X – 07 de setembro (sábado) Independência do Brasil – feriado nacional;
XI – 12 de outubro (sábado) Nossa Senhora Aparecida – feriado nacional;
XII – 28 de outubro (segunda-feira) Dia do Servidor Público – ponto facultativo;
XIII – 02 de novembro (sábado) Finados – feriado nacional;
XIV – 15 de novembro (sexta-feira) Proclamação da República – feriado nacional;
XV – 20 de novembro (quarta-feira) Consciência Negra – feriado estadual;
XVI – 24 de dezembro (terça-feira) – ponto facultativo;
XVII – 25 de dezembro (quarta-feira) Natal – feriado nacional;
XVIII – 31 de dezembro (terça-feira) – ponto facultativo.
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:56Prefeitura de Rondonópolis prorroga investigação sobre contrato da Construtora Amil para obra da Avenida Bandeirantes
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:14Reunião entre organização da Cavalgada da Exposul e Juvam renova ações de conduta para a 38ª edição
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:40CONSEMMA aprova até R$ 60 mil por mês para custear horas delegadas dos Bombeiros no combate às queimadas em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:10Inscrições de animais para o 32º Torneio Leiteiro da Exposul se encerram hoje
-
Mato Grosso21/07/2026 - 19:29Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado
-
Rondonópolis21/07/2026 - 19:46Sistema Fiemt realiza nos próximos dias várias ações em Rondonópolis
-
Rondonópolis21/07/2026 - 17:50Associados da CDL terão capacitações exclusivas antes do Liquidaqui
-
Esportes22/07/2026 - 15:49Comercial Mamed supera o Santa Cruz e conquista o título do Campeonato Integração de Futebol Amador








