Mato Grosso
Ficha limpa e luta em defesa dos direitos do cidadão avalizam Gisela Simona, afirmam eleitores
Eleitores justificam o voto em Gisela Simona por sua trajetória pautada na ética, honestidade e sua luta de mais de 20 anos em defesa dos direitos do cidadão no Procon-MT. Gisela, que é cuiabana, formada em Direito pela Unemat e servidora pública, busca uma vaga de deputada federal pelo União Brasil calçada em 40 propostas para Mato Grosso.
Cristiane Vaz dos Santos entende que Gisela Simona já provou que tem capacidade para alçar voos mais altos. “Não é porque ela é melhor do que ninguém, mas porque ela tem um propósito pessoal de proteger as pessoas e o Procon foi um grande laboratório neste sentido, porque é onde ela exercita a paciência, a escuta e a empatia”, observa a colega de trabalho.
Gisela veio sendo preparada para de fato e hoje tanto ela quanto aqueles que a conhecem tem a certeza de que o seu tempo de ampliar o alcance da sua atuação em defesa do cidadão chegou . “A gente crê que todos os esforços para que isso aconteça até aqui não serão em vão”.

“O Procon ficou pequeno para Gisela porque ela precisa lutar por mais pessoas e vai poder fazer isso como deputada federal, porque tudo o que ela faz é com excelência e por isso é certo que ela vai lutar para concretizar as suas propostas”.
É com esta convicção que a também servidora pública Márcia Calazans justifica seu voto em Gisela Simona, que propõe um mandato pautado na integridade, ética, respeito à Democracia, combate à corrupção, em busca da promoção da cidadania e qualidade de vida para o mato-grossense.
Sem muros
Joelcirney Santos Klimaschewsk, que acompanha a trajetória de Gisela desde o Procon e segue apoiando o seu projeto político, destaca a capacidade de dialogar de Gisela Simona como um de seus adjetivos. “Para Gisela não existem muros, mas calçadas, e isso significa acolher, ouvir, dialogar, e é por isso que ela chegou até aqui, mas não ficou na zona de conforto. Ela coloca o seu tempo e sua energia para defender o povo mato-grossense em Brasília”.
Mas, não somente as pessoas que a conhecem pessoalmente falam sobre os serviços prestados de Gisela Simona. Morador do bairro Tijucal, Robson dos Santos já decidiu o seu voto. “Eu e minha irmã já precisamos do Procon e Gisela fez de tudo para que o nosso problema fosse resolvido e por isso o meu voto é dela para deputada federal”.
Sobre Gisela
Servidora pública e advogada, Gisela Simona foi superintendente do Procon-MT por nove anos, obteve 50.682 votos para deputada federal em 2018, 52.191 votos para prefeita de Cuiabá em 2020, e busca a eleição para a Câmara dos Deputados nestas eleições de 2022 pelo União Brasil com 40 propostas para Mato Grosso divididas em sete eixos:
Defesa dos direitos do consumidor e contribuinte, valorização das mulheres, defesa e valorização dos serviços públicos, saúde pública de verdade, geração de emprego e renda, proteção socioambiental e a causa animal. Confira aqui as 40 propostas.
Fonte: Eleições 2022
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
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