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“Genocidas são os corruptos de governos anteriores e que estão soltos para concorrer as próximas eleições”, rebate Claudinei aos críticos de Jair Bolsonaro.

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O parlamentar cita que foram investidos mais de R$ 420 bilhões para atender os estados brasileiros

Deputado Claudinei defende o governo federal que realizou investimentos nos estados brasileiros para o controle da Covid-19- Foto: Assessoria

Perante as críticas que o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), tem recebido, por causa da situação crítica enfrentada pelo país com a pandemia da Covid-19, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) se manifestou contrário aos ataques contra a autoridade federal. Ele avalia que o governo e alguns municípios de Mato Grosso possuem uma parcela de culpa devido à falta de investimentos que poderiam ter sido aplicados no setor da saúde com os R$ 14,5 bilhões repassados pelo governo federal, neste primeiro ano, para o controle e combate ao novo coronavírus.

“Infelizmente, temos que falar desta pandemia. Situação grave e crítica que já matou mais de 310 mil brasileiros e mais de 7 mil em Mato Grosso. Sem contar que, neste último domingo, chegaram a ter 214 pacientes graves, com Covid-19, na espera em fila por vaga em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pela rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Realmente, muito preocupante! Aí, vem a questão se realmente é culpa do governo federal, do presidente da República ou do governo e municípios de Mato Grosso para estarmos enfrentando toda essa situação no Estado”, questiona Claudinei.

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Centros de Triagem

O parlamentar apresentou indicação de n.º 2.087/2021, na última terça-feira (23), em sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), para que o governo de Mato Grosso, Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) providenciassem a implantação de Centros de Triagem em todos os 141 municípios para a realização de testes rápidos e disponibilização de medicamentos necessários para o tratamento da Covid-19.

“Imagina quantas vidas poderiam ter sido salvas com os centros de triagem, neste primeiro ano da pandemia, com procedimentos de constatar imediatamente aquelas pessoas suspeitas pela doença. Assim, evitaria a disseminação da doença e os infectados seriam direcionados ao isolamento social e com os medicamentos necessários para o tratamento da Covid-19 e, claro, tudo isso, com os recursos do governo federal que foram encaminhados para os Estados e municípios”, detalha o parlamentar.

Claudinei lamenta sobre o governo estadual ter se posicionado em relação à falta de profissionais da saúde que é um empecilho para a ampliação de leitos de UTI Covid-19. “A falta de investimentos para aquisição de equipamentos, materiais e insumos necessários para UTIs Covid já era um problema. E, agora, a falta de mão de obra passa a ser um entrave para ampliação? Por que não promoveram concursos para a contratação de profissionais ou capacitaram aqueles que já atuam para saberem lidar com pacientes de UTI. Em um ano, isso seria possível, com a aplicação dos recursos federais repassados”, ressalva.

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Investimentos

O deputado destaca que até o dia 15 de janeiro 2021, o governo federal realizou um investimento de mais de 420 bilhões para os estados brasileiros, sendo que Mato Grosso recebeu o valor de R$ 15,4 bilhões de reais. “Foi suspensa uma dívida com a União de R$ 624 milhões, R$ 4,2 bilhões para benefícios ao cidadão, R$ 8,9 bilhões que foram recursos encaminhados ao Estado e municípios e R$ 1,7 bilhões para a saúde que totaliza 15,4 bilhões. Então, você vê que o governo federal tem feito a sua parte desde que iniciou a pandemia”, frisa.

O parlamentar destaca que foi encaminhado um ofício de n.° 4.4021/2021 ao governador Mauro Mendes para que ele se posicione sobre um ofício circular do Ministério Público Federal (MPF) da Procuradoria Geral da República que solicita informações de todos os Estados sobre a implantação de unidade de saúde temporária para assistência, denominada de Hospital de Campanha, voltado para o atendimento de pacientes no âmbito de emergências pela pandemia da Covid-19.

“A implantação de Hospital de Campanha foi definida com critérios técnicos pelo Ministério da Saúde por meio de Portaria de n° 1.514/2020 que correlaciona com a indicação dos centros de triagem que fizemos ao governo estadual. Até hoje o governador não respondeu ao MPF. Então, eu digo que culpa não é só do governo federal. Vejo que todos tem a sua parcela de culpa”, comenta Claudinei.

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Defesa

O deputado estadual critica os grupos que realizam ataques ao presidente Jair Bolsonaro, como parte da imprensa, classe política, outros representantes de órgãos públicos e da sociedade civil organizada em atacá-lo de “genocida”. “Chamar o presidente de genocida é muita covardia e hipocrisia. O genocida é o que ordena o extermínio de um grande número de pessoas. Tantos recursos encaminhados pelo governo federal que, infelizmente, o Estado e alguns municípios não aproveitaram a oportunidade para instalar UTIs. E agora, colocam a culpa e jogam nas costas do presidente Bolsonaro?”, reclama.

Ele conclui que genocidas são aqueles governos anteriores que ficaram no poder por quase 20 anos e desviaram quantias enormes dos cofres públicos que, atualmente, poderiam ser utilizados para atender a área da saúde. “Infelizmente, genocidas são estes políticos corruptos que foram beneficiados com recursos públicos e que, agora, riem na nossa cara ao comemorarem as provas colhidas na Operação Lavajato jogadas no lixo. Estes, são sim, genocidas que estão soltos para concorrer as próximas eleições”, critica Claudinei.

Pandemia – Na última atualização do Boletim Epidemiológico do Governo do Estado de Mato Grosso, do dia 29 de março de 2021, já são 304.416 casos confirmados de Covid-19, com 7.485 óbitos.

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Convenção do MDB apresenta pré-candidatura de Léo Bortolin na próxima semana em Primavera do Leste

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Encontro será realizado na quinta-feira (23), na Chácara Vitória, contará com a presença da presidente estadual da sigla, Janaina Riva, e deverá reunir filiados, apoiadores e lideranças políticas

Foto- Assessoria

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) realiza, na próxima quinta-feira (23), a Convenção Municipal do partido em Primavera do Leste para a oficialização da pré-candidatura do ex-prefeito Leonardo Bortolin a deputado estadual. O ato político será realizado na Chácara Vitória, com concentração a partir das 17h e início da solenidade oficial às 18h.

O encontro contará com a presença da presidente do MDB de Mato Grosso, Janaina Riva, e deverá reunir filiados, apoiadores e lideranças políticas de Primavera do Leste e de outros municípios do estado. Além das atividades previstas na convenção municipal, o evento marcará a apresentação da pré-candidatura de Bortolin para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Conhecido como Léo Bortolin, ele foi vereador e prefeito de Primavera do Leste por dois mandatos, entre 2017 e 2024. Também presidiu, até março deste ano, a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), período em que ampliou sua atuação política e o contato com gestores e lideranças de diferentes regiões do estado.

AGENDA

O quê: Convenção Municipal do MDB e apresentação da pré-candidatura de Leonardo Bortolin a Deputado Estadual;

Presença confirmada: Presidente estadual do MDB-MT, Janaina Riva;

Quando: quinta-feira, 23 de julho, a partir das 17h;

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Onde: Chácara Vitória – Avenida dos Trabalhadores, nº 1840, Primavera do Leste – MT;

Programação: Concentração a partir das 17h | Solenidade oficial e início das atividades às 18h.

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Republicanos de MT marca convenção para o dia 4 de agosto em Cuiabá 

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Agendado para as 18h, evento ocorrerá no Ginásio Dom Aquino com lideranças e apoiadores do partido  

Otaviano Pivetta

O partido Republicanos de Mato Grosso oficializou que a sua convenção partidária ocorrerá na terça-feira, dia 4 de agosto, às 18h no Ginásio Dom Aquino, para lançar os nomes à disputa eleitoral deste ano.  

Nessa data, a agremiação vai oficializar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta. 

Além disso, o partido pretende confirmar os nomes que disputarão cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Atualmente, o Republicanos tem cinco deputados com mandato ativo (Diego Guimarães, Dr. Eugênio, Nininho, Paulo Araújo e Valmir Moretto) e é a maior bancada do parlamento. A sigla também oficializa na data as candidaturas a deputados federais.  

O evento contará com as principais personalidades do partido, além de siglas aliadas e lideranças que apoiam os projetos políticos apresentados. 

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Wilson Santos contesta cobrança de novo pedágio e alerta para injustiça social

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) fez um pronunciamento contundente na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (15), contra a proposta de instalação de novas praças de pedágio entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento, Poconé e a comunidade do Chumbo. Ele afirmou que não é contrário ao sistema de concessões e à cobrança deste tipo de serviço, mas criticou a ausência de uma política socioeconômica que considere as diferenças de renda da população a ser impactada com a cobrança.

O parlamentar alertou para o avanço gradual da política de implantação de pedágios no Estado e demonstrou preocupação com a expansão das cobranças para regiões marcadas pela vulnerabilidade social. “A vida é mais ou menos assim, começa devagarinho, de forma discreta, lentamente, aos poucos vai tomando velocidade. Aí, vai ganhando corpo e vai comendo tudo. Eu sempre digo e vou repetir a frase: quando a esperteza é demais, ela come o próprio dono. Essa questão de pedágios em estradas em Mato Grosso começou lentamente. Agora querem colocar pedágio na região da comunidade Chumbo, uma das regiões mais pobres de Mato Grosso”, pronunciou.

Wilson Santos destacou também que Poconé apresenta um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado e defendeu que decisões dessa natureza levem em consideração a realidade econômica das comunidades diretamente atingidas. “O município de Poconé tem um dos piores índices de desenvolvimento humano do país, comparado às regiões mais pobres da África. Eu não sou contra a política de pedágios. Mas é preciso haver responsabilidade, planejamento, equilíbrio e bom senso”, declarou.

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Na avaliação dele, a atual forma de cobrança desconsidera completamente a capacidade financeira dos usuários das rodovias, impondo o mesmo valor tanto para grandes empresários quanto para cidadãos de baixa renda. “O pedágio não tem um perfil econômico-social. Ele cobra do produtor de 500 mil hectares de soja o mesmo que cobra alguém que recebe Bolsa Família. Não há justiça no pedágio. O estudante universitário, um pequeno produtor rural, um produtor de leite e um pequeno comerciante. Todos pagam o mesmo valor de um grande produtor e industrial”, justifica.

Ao encerrar a sua manifestação em plenário, o parlamentar classificou como inadequada a proposta de implantação das novas praças de cobrança na região de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Logo com o seu posicionamento e demais colegas parlamentares, o Governo de Mato Grosso suspendeu imediatamente a decisão tomada em cobrar pedágios na região.

Lei – Embora tenha criticado a proposta da gestão estadual, Wilson Santos ressaltou que seu posicionamento não representa oposição ao sistema de pedágios. Tanto que ele é autor da Lei Estadual nº 11.491/2021, que garante aos usuários das rodovias estaduais o direito de efetuar o pagamento das tarifas por meio de Pix e cartões, ampliando as formas de quitação nas praças de cobrança.

A legislação foi sancionada em 2021 e passou a ser efetivamente aplicada nas praças administradas pela concessionária Nova Rota do Oeste a partir de setembro de 2025, após cobranças feitas pelo deputado. “Lembro que, no ano de 2024, em uma viagem entre Rondonópolis e Cuiabá, fiquei parado no pedágio por falta de outras opções para efetuar o pagamento. Cobrei a aplicação da nossa lei para que os motoristas pudessem pagar seus pedágios de forma simples e rápida. Agora, eles têm um acesso mais fácil e maior comodidade, como exige a lei”, comentou.

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Para Wilson Santos, a discussão não deve se limitar à cobrança de tarifas, mas sim à construção de uma política pública que concilie o financiamento da infraestrutura rodoviária com justiça social. Atualmente, Mato Grosso possui praças de pedágio em rodovias federais, como a BR-163, administrada pela Nova Rota do Oeste, e também em rodovias estaduais concedidas à iniciativa privada.

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