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Mato Grosso

Governo de MT deflagra 291 operações e aplica R$ 2,7 bilhões em multas contra crimes ambientais

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O Governo de Mato Grosso aplicou R$ 2,7 bilhões em multas contra desmatamento ilegal e crimes ambientais em 2025. Deste montante, 21,2% foram aplicadas de forma remota e 78,8% in loco durante operações.

A maior parte das multas foi emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), somando mais de R$ 1,3 bilhão. O Batalhão e as Companhias Independentes de Polícia Militar de Proteção Ambiental foram responsáveis por R$ 1,1 bilhão. O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), do Corpo de Bombeiros, também aplicou R$ 312 milhões em multas.

Neste período, a Sema deflagrou 291 operações contra desmatamento ilegal e atendeu a 3.749 alertas de desmatamento. A maior parte das operações foi deflagrada pela Coordenadoria de Fiscalização de Fauna.

“Somos reconhecidos pelo MapBiomas e pelo programa Brasil Mais, do Ministério da Justiça, como o estado brasileiro com melhor performance no combate ao desmatamento ilegal. Investimos fortemente em tecnologia. Nosso monitoramento por satélite é diário, e nossas equipes atuam com planejamento. Essas estratégias, somadas a um licenciamento mais eficiente, têm mudado nossa trajetória”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

A área autuada foi de 197 mil hectares, sendo 79 mil hectares por desmate ilegal, 72 mil hectares por descumprimento de embargo, 35,7 mil hectares por exploração ilegal, 10,3 mil hectares por uso ilegal de fogo e 1 mil hectares por exploração ilegal de minério.

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Foram emitidos 3.682 autos de infração, 2.300 notificações, 2.379 termos de embargo, 5.723 autos de inspeção, 916 termos de apreensão e 516 termos de depósito.

“Mato Grosso continua em uma redução de desmatamento significativa, quando comparado com a média histórica. Em 2025, foi registrada uma redução de 8% na média dos últimos 10 anos. Com relação ao pico do desmatamento, em 2004, essa redução é de mais de 86%”, afirmou o secretário executivo de Meio Ambiente, Alex Marega.

Planejamento das operações

As fiscalizações da Operação Amazônia são planejadas a partir do monitoramento constante das alterações na cobertura da vegetação nativa do Estado de Mato Grosso. A Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento, da Sema, planeja a ação remota ou em campo depois de receber os dados, traçar as prioridades, analisar os alertas e identificar as regiões de maior pressão de desmatamento para direcionar as equipes de campo.

O monitoramento é realizado com o uso da plataforma de imagens Planet e do sistema automatizado de geração de alertas de desmatamento, que é atualizado e disponibilizado semanalmente. Com esses avisos, as equipes entram em contato, por meio de e-mail**,** com o proprietário da área para que cesse imediatamente o desmatamento, uma vez que ele pode ser responsabilizado de forma administrativa, civil e criminal pelo dano.

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A plataforma permite celeridade de resposta, facilita a responsabilização e possibilita o embargo da área de forma imediata. As máquinas de porte médio e pesado, além de outros acessórios rurais flagrados na prática de crimes ambientais, são removidos do local, efetivando a responsabilização, já que a apreensão de bens promove a descapitalização do infrator.

As operações de combate a crimes contra a flora ocorrem com equipes formadas por servidores da Superintendência de Fiscalização da Sema ou das Diretorias de Unidades Desconcentradas (DUDs), com apoio da Segurança Pública, especialmente da Polícia Militar (PM) e do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA).

Denúncia

Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelos números 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp), pelo e-mail [email protected]
, pelo aplicativo MT Cidadão ou Fale Cidadão da CGE, ou em uma das regionais da Sema.

Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Licitação para construção de terminais do BRT não teve propostas apresentadas

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que a licitação realizada nesta quarta-feira (21.1) para construção de terminais do BRT não recebeu nenhuma proposta. Ou seja, ela foi considerada deserta.

A licitação tinha um valor de referência de R$ 111,5 milhões. Estava prevista a contratação integrada de uma empresa para construir os terminais do BRT em Várzea Grande, no CPA e no Porto, incluindo também o Centro de Controle Operacional.

O Terminal de Várzea Grande está previsto para ser construído em área próxima ao Aeroporto Marechal Rondon, em continuidade a Avenida João Ponce de Arruda. O Terminal terá 9.700,3 m² de área construída, com espaço para embarque de passageiros e também para recarga dos veículos elétricos.

O Terminal do CPA, por sua vez, será construído em uma área em frente ao Comando Geral da Polícia Militar, na Avenida Rubens de Mendonça.

Já o Terminal do Porto está localizado na Avenida XV de Novembro, próximo ao supermercado Atacadão. Junto a este terminal será instalado o CCO do BRT, lugar onde funcionará todo o comando da operação do Sistema de Transporte.

Os terminais do BRT são parte fundamental para a operação do Sistema, uma vez que ficam em locais projetados para receber um maior número de passageiros, permitindo a integração com outras linhas de ônibus que alimentarão os corredores de transporte.

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A Sinfra-MT irá agora avaliar as alternativas para a continuidade do processo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

PM prende duas pessoas por roubo em farmácia e recupera 42 medicamentos em Cuiabá

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Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem, de 32 anos, e uma mulher, de 51 anos, suspeitos por roubo a uma farmácia, na madrugada desta quarta-feira (21.1), em Cuiabá. As equipes recuperaram um celular e 42 medicamentos injetáveis, utilizados para o controle da diabetes tipo 2 e perda de peso, de diversas marcas.

As equipes foram informadas sobre a ação criminosa, no bairro Jardim Itália. Na ocasião, o suspeito levou o celular de uma das vítimas. De acordo com as informações, a localização do aparelho indicava para um endereço, no bairro Jardim Renascer.

Os policiais militares se deslocaram até o endereço e realizaram abordagem na residência. Um homem foi detido em flagrante, após ser localizado escondido de baixo da cama. A suspeita também foi abordada e detida na casa.

Em buscas pelo imóvel, os militares encontraram o aparelho celular em cima do telhado. Ainda no local, as equipes identificaram diversos medicamentos de origem ilícita, com códigos de barra da referida farmácia, em uma geladeira.

Os suspeitos e todo material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil prende ex-padrasto e mais um envolvido em sequestro e abuso de adolescente após saída de escola em Cuiabá

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Um caso de grande repercussão do suposto sequestro de uma adolescente de 13 anos na saída de uma escola da Capital foi esclarecido pela Polícia Civil, na segunda-feira (21.1), com a identificação e prisão dos envolvidos no crime, em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos e Deveres da Criança e do Adolescente (Deddica).

Entre os presos está o ex-padrasto da vítima, de 60 anos, que teria contratado o segundo envolvido, de 33 anos, para auxiliá-lo no sequestro da vítima. Os dois suspeitos tiveram mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça com base nas investigações da Deddica e poderão responder pelos crimes de sequestro, cárcere privado e estupro de vulnerável.

O ex-padrasto também responderá pelo crime de denunciação caluniosa uma vez que registrou boletim de ocorrência como se fosse vítima do crime.

As investigações iniciaram no dia 10 de novembro, quando o próprio suspeito procurou a Polícia para comunicar o falso sequestro. Na versão apresentada pelo ex-padrasto, ele teria ido buscar a enteada na escola, momento em que foi abordado por um homem encapuzado, que o obrigou a dirigir o veículo até um motel nas proximidades.

No local, o padrasto teria sido obrigado a ficar no interior do veículo, enquanto outros criminosos venderam a menor, a levaram para o quarto e praticaram os abusos.

Com base nas informações passadas, a equipe de investigadores da Deddica iniciaram os trabalhos para apuração dos fatos, conseguindo levantar diversos elementos que comprovaram que o ex-padrasto havia planejado o crime e contratado um terceiro para ajudá-lo na empreitada criminosa.

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Segundo as investigações, o suspeito conheceu o comparsa por meio de um site de relacionamentos e ofereceu R$ 1 mil para que ele atuasse na simulação do sequestro. Durante a apuração, os policiais também conseguiram identificar que no dia dos fatos, o suspeito comprou materiais como vendas, algema, balaclavas que foram utilizadas no sequestro.

Diante das evidências, foi representado pela prisão preventiva dos suspeitos, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas pelos policiais da unidade, na tarde de terça-feira (20), sob a supervisão do delegado, César Ferreira.

Interrogado sobre os fatos, o ex-padrasto alegou que simulou o sequestro com a intenção de dar um susto na enteada, que “estava muito desobediente”. O segundo envolvido também apresentou a mesma versão, dizendo que a intenção inicial era dar um susto na menor, andar de carro pela cidade e depois liberá-la, porém acabaram indo para o motel, onde a adolescente foi vendada e posteriormente sofreu os abusos.

“Importante destacar, que apesar de na primeira versão apresentada pelo padrasto, na falsa comunicação de crime por meio de registro de boletim de ocorrência, parecer que havia mais pessoas envolvidas no fato, as investigações deixaram claro, que somente os dois suspeitos participaram do crime, de forma combinada e articulada para o sequestro e cárcere da menor”, explicou o delegado.

As investigações seguem em andamento para esclarecimentos de todas as circunstâncias dos fatos, para conclusão do inquérito policial e devida responsabilização dos envolvidos cada um por suas condutas.

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Fonte: Governo MT – MT

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