Política MT
Grupos políticos em Pedra Preta se reúnem para discutir eleições 2020
Uma Comissão Multipartidária formada pelos partidos PP, Solidariedade, Cidadania, PCdoB e PT se reuniu na noite de ontem (11) no município de Pedra Preta com o objetivo de formar um grupo político para disputar as eleições municipais de 2020.
O encontro foi realizado na casa de Edivaldo Porto, mais conhecido por Formigão. Deste grupo sairá dois nomes que vão disputar a candidatura para prefeito e vice-prefeito, e também uma coligação para candidatos a vereadores.
A ideia é somar forças com todos os que almejam uma cidade melhor e transformar a política do município. Os partidos já trouxeram nomes de lideranças para a disputa, são eles: Cidadania – Cláudio de Lara, conhecido como Cláudio do Sindicato, PCdoB – Rogério Marques, PT – Professora Altiva, PP – Edivaldo Porto, entre outros nomes que se apontam e diversas lideranças, o Solidariedade vem para compor a chapa de vereadores.
“Nós temos três nomes que se despontam Edivaldo, Claudio e Professora Altiva, mas a gente vai decidir ainda quem vai à majoritário prefeito e vice, nas próximas reuniões. Estamos confiantes que independente do nome esse grupo já nasce forte porque é uma grande alternativa para os munícipes de Pedra Preta”, falou o professor e presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Cláudio de Lara.
Na próxima terça-feira será realizado outro encontro lá no Sispclube, onde haverá uma palestra de orientação de como é a gestão pública as 20h00, pelo advogado Luiz André, formado também em Gestão Pública.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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