Mato Grosso

Hospital Regional de Rondonópolis ganhará 10 leitos de UTI pediátrica

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Durante a vistoria das obras de reforma do Hospital Regional de Rondonópolis (Hospital Regional Irmã Elza Giovanella), realizada nesta quinta-feira (02.08), o secretário de Estado da Saúde de Mato Grosso, Luiz Soares, juntamente com o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, anunciou a implantação de 10 novos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica. Os novos leitos serão implantados durante as obras de reforma executadas pelo Instituto Gerir, organização social que administra o hospital.

“Esta unidade de saúde tinha urgência em ser modificada, e com a reforma de sua estrutura física, as condições de trabalho para aqueles que aqui labutam vão melhorar e, sobretudo, os usuários do SUS [Sistema único de Saúde] serão acolhidos de forma mais humanizada e com mais qualidade no atendimento. Durante a visita, verifiquei o andamento das obras e eu não tenho dúvidas que esse hospital será um marco na qualidade da saúde a ser oferecida à população”, afirmou o secretário de Saúde, Luiz Soares.

O investimento é de R$ 3,2 milhões e outros R$ 100 mil serão investidos na aquisição de equipamentos. Os recursos são do Governo do Estado de Mato Grosso e as obras estão sendo executadas pelo Instituto Gerir, que administra o hospital.

A coordenadora regional do Gerir, Silmara Sant`Ana, destaca que a reforma não é só física. “A visita foi de suma importância para analisarem, inclusive, o ritmo acelerado dos serviços. Nós temos pressa em entregar para a população o melhor atendimento, que viabilizará o fluxo dos processos no atendimento à saúde, a agilidade e rapidez na admissão do paciente, principalmente com caráter emergencial”, explicou.

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Ao todo, o Hospital terá 30 leitos de Unidade de Terapia Intensiva, sendo 20 UTI´s Adulto e 10 de UTI´s Pediátricas.

A secretária de saúde do município, Izalba Albuquerque, a diretora assistencial Josyane Delgado e a arquiteta da Gerir, Fernanda Melo, também participaram da visita, assim como a equipe da Tclin, empresa de manutenção de infraestrutura do hospital, composta pela engenheira clínica, Mônica Soares, pelo arquiteto Luiz Cleber de Araújo e o coordenador Técnico de Manutenção Hugo Faleiro.

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Mato Grosso

Lei Seca prende 11 pessoas e fiscaliza mais de 100 veículos em VG

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A Operação Lei Seca prendeu, na madrugada deste sábado (25.06), 11 pessoas, sendo seis por embriaguez ao volante e cinco por conduzirem veículo sem possuir habilitação. A ação ocorreu na Avenida da FEB, em Várzea Grande.

Na ocasião, foram fiscalizados 107 veículos e realizados 108 testes de alcoolemia. Foram removidos 36 carros e uma moto. Também foram recolhidos 18 documentos, sendo 17 CNHs e um Comprovante de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

A iniciativa registrou ainda um total de 53 Autos de Infração de Trânsito, sendo 22 por dirigir veículo sem registro ou não licenciado, 12 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 10 por recusa à realização do teste de alcoolemia, entre outros.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e conta com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito; da Polícia Civil, por meio da Deletran; do Departamento Estadual de Trânsito e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Politec alerta estudantes que irão prestar provas do IFMT sobre prazo para emissão de RG

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) realizam campanha orientativa sobre a importância da emissão dos documentos necessários para inscrição dos Processos Seletivos do IFMT. A campanha é voltada para aqueles candidatos que ainda não possuem documento de identidade ou que necessitem de uma nova via do documento para efetuar as inscrições e o apresentar no dia da aplicação das provas para os cursos técnicos integrados ao ensino médio referente ao processo seletivo 2023/1.

Conforme o edital, é de inteira importância os estudantes apresentarem a carteira de identidade no momento da aplicação das provas do processo seletivo que está previsto para o mês de outubro.

No ato do preenchimento do formulário de inscrição, o candidato deverá ter em mãos o número do CPF, da cédula de identidade (RG) ou documento equivalente (carteira de motorista, carteira de trabalho, passaporte, entre outros), oficial, com foto de validade nacional. As inscrições para o processo seletivo do IFMT têm início nesta segunda-feira (27.06) e se encerram no dia 11 de setembro. São ofertadas 3.100 vagas para 19 campi e 2 centros de referência. Para mais informações sobre o processo seletivo, acesse aqui.

No dia da prova – prevista para acontecer no dia 09 de outubro -, o candidato precisará apresentar o documento com foto que utilizou para efetuar a inscrição. Os interessados que ainda não possuem os documentos necessários devem imediatamente procurar os postos de identificação da Politec em sua cidade. Veja aqui o endereço.

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Conforme o Coordenador de Identificação Civil da Politec, Carlos Eduardo José da Silva, atualmente, a instituição estipula um prazo de 30 a 40 dias para a emissão do RG.

“Esta campanha tem por objetivo alertar os candidatos para não deixarem para a última hora. Para que ele tenha seu documento na data da realização das provas é necessário que busque um posto de atendimento da Politec o quanto antes”, afirmou o coordenador.

A Politec orienta que os candidatos que solicitarem o RG sem a devida antecedência podem correr o risco de não conseguir a carteira de identidade a tempo, levando em consideração os prazos necessários para o processo de análise e confronto dos dados, e de envio do documento de São Paulo, onde o documento é produzido, até Cuiabá.

“Aqueles estudantes que deixarem para solicitar o documento com menos de 20 dias dias para a prova, nós orientamos os pais para procurarem a ouvidoria da Politec através do telefone 0800 647 8987 para que a gente possa selecionar estes processos e fazer a análise deles com maior rapidez”.

Segundo a diretora de política de ingresso e seleções do IFMT, Elisangela Maria, a campanha conjunta com a Politec é uma prática contínua, e tem contribuído com a maior efetivação de inscrições e diminuição de indeferimentos devido à ausência do documento de identidade. “Esta ação possibilita que os candidatos possam participar do processo seletivo do IFMT, promove o acesso à informação dos diretos do cidadão quanto a sua identificação civil”, pontuou a diretora.

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Como solicitar a carteira de identidade

A Carteira de Identidade é o principal documento de identificação no Brasil e válido em todo território nacional. Os menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou de seu representante legal para as solicitações de entrada no Processo de Identificação Civil, sendo o acompanhante responsável por todas as informações prestadas ao identificador.

Em Cuiabá, a solicitação do RG pode ser feita nas unidades dos Ganha Tempos, no cartório do 3º ofício da capital, e no Espaço Cidadania, da Assembleia Legislativa. Em Várzea Grande, o serviço é ofertado no Ganha Tempo do bairro Cristo Rei.

Os documentos necessários para solicitar a emissão da carteira de identidade (RG) são:

  • Certidão de Nascimento ou Casamento originais ou cópias autenticadas

  • Naturalizados: Deverão apresentar Certificado de Naturalização Brasileira original e legível ou cópia autenticada por tabelionato (autenticação deve ser original);

  • Português: Deverá apresentar Certificado de Igualdade de Direitos e Deveres original e legível ou cópia autenticada por tabelionato (autenticação deve ser original);

A primeira via em Mato Grosso é isenta. A pessoa que possui RG em outro Estado e irá emitir pela primeira vez em Mato Grosso deverá solicitar a 1ª via, que é gratuita em todos os casos. A segunda via é isenta para menores de 18 anos. Para maiores informações sobre a solicitação do RG acesse aqui o site da Politec.

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Fonte: GOV MT

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Com apoio do Governo de MT, indígenas cultivam café visando mercado de alto padrão

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A produção de café em aldeias indígenas em Mato Grosso, com qualidade e utilização de técnicas sustentáveis, tem chamado atenção do mercado nacional. A produção realizada por índios da aldeia Apoena Meirelles, da etnia Suruí, em Rondolândia (1.064 km de Cuiabá), é prova disso.

A comunidade possui parceria com o Grupo 3 Corações, uma das maiores empresas de café do País, na qual fornece os grãos secos e limpos de café, e a empresa industrializa, embala e comercializa os grãos já moídos, ao preço de R$ 45 a embalagem com 250 gramas de café. Esse valor, acima da média de mercado, se deve pela particularidade da forma como o café é cultivado: uso de adubo natural, sem irrigação e defensivos agrícolas, com colheita e armazenamento no tempo. Tais cuidados atraem os paladares mais exigentes, que focam em grãos que utilizam técnicas e critérios sustentáveis.

Atentos a esse cenário crescente de consumo aliado a sustentabilidade, indígenas da aldeia Massepô, localizada no território Umutina, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), também focam no cultivo do café como forma de gerar renda através da venda de cafés finos, visando o mercado internacional.

Por meio de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai), os indígenas do território Umutina contam hoje com um hectare de cafezal com mais de 3 mil pés de plantas de alto potencial produtivo.

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“À medida que a nossa comunidade foi crescendo, fomos vendo que precisávamos incorporar algo dentro da nossa área, que nos gerasse renda. Foi nesse momento que decidimos, com a ajuda do Estado, usar parte das nossas terras para produzir e gerar rentabilidade”, explica o cacique da aldeia Massepô, Felisberto Cupudunepá.

Para efetivar a inserção dos indígenas na ação de incentivo ao cultivo do café, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) repassou as mudas, e a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) promoveu o acompanhamento técnico na área. Para aprender as técnicas de plantio e cultivo, uma parte dos indígenas viajou para Rondônia, onde já é realizado um trabalho similar e exitosa.

“Passada essa parte teórica, implementamos dentro da aldeia uma Unidade de Referência Tecnológica, que chamamos de URT, e começamos a adotar a parte prática do cultivo do café. Desde então os trabalhos têm se desenvolvido da melhor forma possível, com previsão de ampliar a área em anos posteriores”, comenta o técnico extensionista da Empaer Rafael Rosseti.

Na aldeia Massepô é esperada a colheita entre 45 a 60 sacas de café no hectare plantado, cujo o valor da venda, segundo o cacique Felisberto Cupudunepá, será revertido em melhorias na aldeia onde vivem 11 famílias.

Além de Barra do Bugres, a Seaf desenvolve a mesma ação na cidade de Campo Novo dos Parecis. Na Aldeia Chapada Azul, a pasta promove a atividade junto aos indígenas da etnia Haliti Paresi, com o plantio de cinco hectares de café clonal.

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A pasta promove ainda outras ações de desenvolvimento sustentável junto aos povos indígenas. Doou 200 caixas de abelhas aos índios Xavantes da terra indígena Grande Sangradouro, em Primavera do Leste, e à indígenas das cidades de Canarana e Porto Esperidião. Também realiza junto à aldeia Apoena Meirelles, da etnia Paiter-Suruí, em Rondolândia, ação de incentivo ao plantio de cacau, através da produção de mudas do fruto. Essas ações também contam com entidades parceiras, como a Empaer e prefeituras, através das secretarias de Agricultura.

MT Produtivo Café

A ação de Governo ‘MT Produtivo Café’ prevê a entrega de mudas de café clonal de variedades conilon e robusta para o plantio em aldeias indígenas e áreas administradas por agricultores familiares participantes do programa. A previsão é de que até o final de 2022 o Governo distribua as mudas de café clonal para 50 municípios das regiões Médio-Norte, Centro-Sul e Oeste que integram o MT Produtivo Café.

O programa pretende incrementar e renovar a área de café no Estado em cerca de 600 hectares até 2024 com o aproveitamento de áreas já abertas e cultivadas e utilizando mudas de clones de alta produtividade, o que resultará na inserção de aproximadamente 45 mil sacas na produção de café de Mato Grosso após a produção atingir sua estabilidade.

Fonte: GOV MT

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ALMT – Campanha Fake News II

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