Mato Grosso
IFMT lança edital de concurso público
O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) lançou ontem quinta-feira, dia 23 de dezembro, o edital nº 125/2021 de concurso público para seleção de Técnicos-Administrativos em Educação. A oferta é de 10 (dez) vagas de cargo efetivo, distribuídas em sete campi e a Reitoria do Instituto.
Há vagas em Sorriso, Guarantã do Norte, Alta Floresta, Cuiabá, Várzea Grande e Confresa. As remunerações iniciais variam de R$ 2,9 mil a R$ 4,6 mil, incluído o auxílio alimentação.
Acesse a publicação no Diário Oficial da União (DOU) – https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-125-de-22-de-dezembro-de-2021-369732548
As inscrições estarão abertas a partir das 8h do dia 03 de janeiro até às 23h59 do dia 23 de janeiro de 2022. O candidato deve preencher todos os dados do formulário de inscrição presente no site – http://selecao.ifmt.edu.br
Após realizar a inscrição, deve gerar e imprimir o boleto bancário da taxa de inscrição. Para o nível de classificação “E” – R$ 160,00 (cento e sessenta reais) e para o nível de classificação “D” – R$ 140,00 (cento e quarenta reais).
O prazo para solicitar a isenção de pagamento da taxa de inscrição é de 03 a 05 de janeiro de 2022. O candidato deve ficar atento às regras do edital para solicitar a isenção.
A prova objetivo será de caráter eliminatório e classificatório, sendo aplicada no dia 13 de março de 2022. O resultado do concurso está previsto para ser divulgado no dia 27 de abril de 2022.
Acesse, abaixo, o cronograma de execução do concurso público.
Mais informações e prazos poderão ser consultados no endereço eletrônico: http://selecao.ifmt.edu.br
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MPMT investiga contratações temporárias na Educação
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.
Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.
As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.
O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.
Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.
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