Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Mais de 200 mil documentos de identificação e 10 mil laudos são emitidos pela Politec

Publicado

As Coordenadorias Regionais da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), no interior de Mato Grosso, concluiram 10.392 laudos periciais e expediram 109.358 documentos de identidade de janeiro a setembro de 2018. No mesmo período, foram expedidos 93.147 processos de identificação criminal no interior do estado.

Na Criminalística, a maior quantidade de perícias solicitadas foram nas áreas de laboratório (exame preliminar de drogas), Balística e Patrimônio.

Na Identificação Civil, foram emitidas 60.431 primeiras vias de documentos de identidade, e 39.796 segundas vias. Dentre os documentos mais solicitados na área de Identificação Criminal, estão as certidões de antecedentes criminais, com 43.131 emissões e 17.816 cadastros de identificação criminal.

A Coordenadoria Regional de Barra do Garças, que abrange as Gerências Regionais de Barra do Garças, Água Boa e Confresa; e responde pelo atendimento destes e outros 25 municípios de Mato Grosso,  entregou 2.037 laudos em nove meses.

A Coordenadoria Regional de Cáceres, que engloba os atendimentos periciais das Gerências de Cáceres, Pontes e Lacerda e outros 16 municípios da região oeste concluiu 1.536 laudos no mesmo período.

A Politec de Rondonópolis, que é sede a Coordenadoria Regional do município e é composta pelas Gerências Regionais da Politec de Primavera do Leste e Alto Araguaia, concluiu e 2.942 laudos periciais. Além do município polo e das duas gerências regionais, a coordenadoria atende a outros 18 municípios da Região Sul.

Na Coordenadoria Regional da Politec de Sinop, polo das Gerências Regionais de Alta Floresta, Guarantã do Norte e Sorriso, r e que ainda compreende o atendimento de outros 33 municípios da Região Norte, foram finalizados 2.733 laudos periciais até setembro de 2018.   

Veja Mais:  Secom-MT apresenta inovação em contratos de mídia em reunião de secretários

A Coordenadoria Regional de Tangará da Serra, que responde pelo atendimento pericial nas Gerências Regionais de Tangará da Serra, Juína e outros 24 municípios da região, concluiu 1.324 laudos em nove meses.

O Diretor de Interiorização, Marcos Antonio Contel Secco considerava positivo o resultado do último trimestre, com a diminuição no passivo de laudos, e o cumprimento das metas planejadas. “Entendemos que o resultado se deve à dedicação dos próprios servidores, sempre sensibilizados pelos gestores locais que assimilaram as propostas da Diretoria, divulgando-as cada vez mais aumentando a sinergia. E ainda, a ajuda de outras Diretorias que estão sempre cedendo servidores para o suporte na substituição de pessoal”.

O diretor entente que as reuniões trimestrais para monitoramento da produtividade contribuem para a melhoria na gestão por resultados. “Tais reuniões tem mostrado os números de cada localidade para todos os gestores da Diretoria de Interiorização, provocando a aproximação e debate entre eles com troca de informações que contribuem na forma de gestão, promovendo assim, novas propostas a serem aplicadas a sua unidade”, destacou.

Os números da produtividade de cada diretoria estão sendo apresentados periodicamente ao Diretor Geral da Politec, Reginaldo Rossi do Carmo, em reuniões com os gestores responsáveis por cada diretoria da instituição.

O objetivo é acompanhar a situações das unidades com o intuito de proceder a ajustes ou correções necessárias para o cumprimento das metas estabelecidas no planejamento estratégico.  A reunião para a avaliação da produtividade com os gestores da Diretoria de Interiorização aconteceu na última quarta-feira (24.10).

Mato Grosso

Defensoria atua para evitar despejo de 160 famílias em área de mais de 6,4 mil hectares em MT

Publicado

Foto- Assessoria

Na última segunda-feira (6), a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) participou de uma visita técnica a uma área de conflito fundiário coletivo rural no município de União do Sul (a 630 km de Cuiabá).

O caso envolve a disputa de mais de 6,4 mil hectares na região conhecida como Fazendas União I e II, ou Gleba Macaco. No local, também chamado de Comunidade Nova Conquista, um levantamento identificou 160 famílias residentes, mapeando 78 pessoas em situação de extrema vulnerabilidade.

A transformação na vida dessas famílias ganha contornos reais nas palavras de quem vive a disputa diariamente. Para a produtora rural Ruth Francisco da Silva, de 53 anos, a atuação da instituição foi um divisor de águas.

“Antes da Defensoria, ninguém nos enxergava. Nós éramos vistos como grileiros. Hoje, somos vistos como cidadãos que correm atrás dos seus direitos. A Defensoria nos deu voz, posição e acolhimento”, revelou.

O processo de reintegração de posse tramita desde 2013 e, atualmente, está em fase de cumprimento de sentença. A DPEMT assumiu a função de custos vulnerabilis (guardiã dos vulneráveis), representando os moradores, e solicitou a suspensão do despejo por 90 dias.

O objetivo é garantir tempo hábil para que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) analise a área e verifique a viabilidade de desapropriação para o Programa de Reforma Agrária, já que o próprio órgão confirmou se tratar de área pública da União.

Veja Mais:  Governo de MT investe em tecnologia, contratações e aeronaves para enfrentar incêndios e desmatamento

Ruth destaca que a Defensoria traduziu a realidade da comunidade para os tribunais. “Se for para falar de trabalho, vamos saber falar do trabalho da roça com excelência. Porém, somos leigos em leis. A Defensoria falou por nós o que não sabíamos falar e fez o trabalho com imenso profissionalismo”, afirmou a produtora, celebrando os resultados concretos.

“Hoje, 4.100 hectares são de assentados. Não somos mais vistos como grileiros, mas como assentados da reforma agrária. E a Defensoria continua brigando por nós. Da nossa parte, é só gratidão”, ressaltou.

De acordo com a defensora pública Aline Carvalho Coelho, do Núcleo Estadual Especializado em Conflitos Fundiários, a diligência no local é essencial para assegurar a prestação de assistência jurídica integral.

“A Defensoria busca dar suporte para realizar o direito à moradia nos termos constitucionais, sempre em respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana. Trata-se de um assentamento que existe há mais de 20 anos, aguardando a formalização dos lotes”, explicou.

A resolução do conflito tornou-se ainda mais urgente após a Prefeitura de União do Sul declarar incapacidade absoluta de realocar as famílias desapossadas, alegando falta de programa habitacional, estrutura e recursos financeiros.

A vistoria de campo foi conduzida pela Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de Mato Grosso, com início na comarca de Cláudia, e contou com a mobilização do Ministério Público Estadual, Município, Incra e Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).

Veja Mais:  Poder Judiciário funciona em regime de plantão neste fim de semana
Continue lendo

Mato Grosso

Projeto Conhecendo o Artesão recebe produtora de colares, brincos e cesteiras a partir de sementes naturais

Publicado

Cleonice Monzilar é artesã há pelo menos 40 anos e estará presente neste sábado (11) a partir das 7h30 no Sesc Arsenal
Por meio do conhecimento de diversas sementes, de diferentes cores e texturas nasceu a prática de transformá-las em colares, brincos e outros itens, produzidos pela artesã indígena Cleonice Monzilar. Ela estará presente no projeto Conhecendo o Artesão deste sábado (11), a partir das 7h30 no Sesc Arsenal.
Artesã a cerca de 40 anos, Cleonice contou que começou produzindo brincos de semente e tecendo cestos, ofício que aprendeu com a avó. Em seguida, foi a vez da mãe ensiná-la a fazer os abanadores e, com o tempo, aprendeu por si a fazer os colares.
“Eu coletava sementes com meu pai. Conheci várias sementes do mato, que achava bonita, com duas cores, tipo a olho de cabra, que o pessoal conhece como ‘tento’, a saboneteira também, que é grandona, e tem a do buriti. E assim fui criando minhas novidades”, explicou.
Cleonice trabalha com artesanato desde os 12 anos, a prática foi ensinada por seus familiares do povo indígena Umutina e é repassada por gerações.
Além de conhecer sobre a trajetória e o trabalho de Cleonice, os visitantes também poderão desfrutar do tradicional “café no jardim”, com opções acessíveis, tornando a visita uma experiência completa de cultura, gastronomia e arte.
O projeto Conhecendo o Artesão amplia a experiência cultural dos visitantes aproximando o público dos artesãos locais valorizando e fortalecendo os saberes tradicionais artesanais de Mato Grosso enquanto manifestação cultural, preservando assim a história.
SERVIÇO – Conhecendo o Artesão com Cleonice Monzilar
Data: 11/07 (Sábado)
Horário: 7h30
Local: Sesc Arsenal
Sobre o Sesc-MT
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso.
Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário Sebastião Gonçalves. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
Veja Mais:  Empaer realiza curso de piscicultura para agricultores em São Felix do Araguaia
Continue lendo

Mato Grosso

Defensoria implementa protocolo nacional para atendimento aos familiares de pessoas desaparecidas

Publicado

Foto-Assessoria

A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) irá implementar o protocolo nacional que estabelece parâmetros mínimos de acolhimento, orientação jurídica e acompanhamento interdisciplinar em atenção aos familiares de pessoas desaparecidas em todo o estado. O documento foi aprovado durante o IV Encontro Sobre Aspectos Jurídicos do Desaparecimento de Pessoas que aconteceu nesta quarta e quinta-feira (8 e 9), em Fortaleza (CE).

O Encontro foi realizado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), o Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Gerais (CONDEGE) em parceria com a Defensoria Pública do Estado do Ceará (DPECE). Ao longo dos dois dias defensores públicos, representantes do Poder Judiciário, dos Ministérios coordenadores da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério dos Direitos Humanos se reuniram para discutir os impactos do desaparecimento de pessoas nas famílias que sofrem de forma indireta.

“A Defensoria Pública de Mato Grosso está presente neste evento que discute pautas importantes que vão ao encontro das demandas do nosso estado. Somente no ano passado, o estado de Mato Grosso registrou 2.112 pessoas desaparecidas, de acordo com dados fornecidos pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Por esta razão é de extrema importância implantar este protocolo que estabelece parâmetros de atendimento, acolhimento e procedimento que devem ser seguidos pela Defensoria Pública em todo o Brasil”, afirma a defensora pública-geral, Luziane Castro.

Veja Mais:  Governo de MT investe em tecnologia, contratações e aeronaves para enfrentar incêndios e desmatamento

O protocolo foi elaborado ao longo dos últimos meses por um grupo de trabalho formado por defensoras e defensores públicos, além de psicólogos e da equipe técnica do CICV. A proposta é assegurar que familiares de pessoas desaparecidas recebam atendimento integral, uniforme e humanizado, independentemente da unidade da Federação onde residam.   Somente no ano de 2025, o Brasil registrou um total de 84.760 pessoas desaparecidas, o equivalente a 232 casos por dia. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o número representa um aumento de 4,51% em relação ao ano de 2024.

Como explica a defensora pública Elianeth Nazário, o protocolo que será adotado pela DPEMT cria uma espécie de “rede de atendimento” que auxiliará a Defensoria Pública brasileira.

“O Protocolo, em seu aspecto geral, vai traçar diretrizes gerais de como a Defensoria Pública dos Estados devem trabalhar. Isso é muito importante porque muitas vezes as famílias das pessoas desaparecidas são obrigadas a mudar para outros estados. Ou seja, vamos supor que a família seja atendida primeiramente pela Defensoria de Mato Grosso. Nós daremos início ao acolhimento. Quando elas se mudarem para outro estado, a Defensoria deste local já terá uma diretriz, um norte, a ser seguido para continuar com este acolhimento”, diz a defensora.

O documento já foi aprovado pelas Comissões do Condege e passará por votação do Pleno da instituição, para então ser publicado em Diário Oficial.

Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana